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05/12/2014

Califórnia EUA pode sofrer um forte terremoto em breve, diz estudo







O Estado da Califórnia (costa oeste dos Estados Unidos) pode em breve sofrer um terremoto de grande importância. 





O especialista Yuri Fialko, do Instituto de Oceanografia Scripps e do Instituto de Geofísica e Física Planetária da Universidade da Califórnia, afirma na última edição da revista científica britânica "Nature" que a falha de San Andreas alcançou um ponto de tensão crítico em sua parte sul, perto de Los Angeles --o que poderia provocar o chamado "Big One", um terremoto devastador.




A parte sul da falha não produziu nenhum terremoto de grande extensão nos últimos três séculos. Porém, o estudo de Fialko -- considerado um dos mais detalhados já realizados-- analisou as bordas dessa área entre 1985 e 2005 e constatou que os movimentos das bordas acumularam muita tensão.




Não é possível prever exatamente quando o terremoto acontecerá. Especialistas estimam que um tremor de magnitude 7,6 ou mais na escala Richter, ocasionado na parte sul da falha de San Andreas, poderia matar milhares de pessoas na área de Los Angeles, densamente habitada, e causar dezenas de bilhões de dólares de prejuízos.





AP Photo


Reprodução de mapa aponta o sul da falha de San Andreas (trecho destacado em verde)


Reprodução de mapa aponta o sul da falha de San Andreas (trecho destacado em verde)


Em 1906, a falha de San Andreas --uma "cicatriz" de 1.290 quilômetros de extensão entre as placas americana e pacífica-- causou um terremoto em São Francisco (mais ao norte) que deixou cerca de 3.000 mortos. Sobre a parte sul da falha (de 161 quilômetros), porém, pouco se sabe além do fato de dividir o sul da Califórnia, de São Bernardino (a leste de Los Angeles) até próximo da fronteira com o México.

O último abalo nessa área da seção foi em 1690, quando ocorreu um terremoto de magnitude 7,7 na escala Richter. Os danos foram considerado pequenos, pois na época a área era pouco habitada.




Yuri Fialko lembrou que as bordas da falha se movem vários centímetros por ano em média. Isso representa na parte sul um acúmulo de deslizamentos entre 5,5 metros e 7 metros em 250 anos, comparável ao nível máximo registrado antes dos acontecimentos sísmicos mais importantes ocorridos até agora.




"Os índices de tensão observados confirmam que a parte sul da falha de San Andreas poderia se aproximar do fim de uma fase intersísmica", avaliou Fialko, destacando que em um futuro não muito distante pode ocorrer uma ruptura causadora de um terremoto importante. 





O cientista reconheceu que "o intervalo entre dois sismos importantes varia muito".

Ken Hudnut, geofísico do Instituto Geológico Americano, em Pasadena, ressaltou que as últimas pesquisas reafirmam a necessidade de mais estudos sobre essa ainda misteriosa área sul da falha de San Andreas.





 No segundo semestre, Hudnut coordenará um projeto de pesquisa de US$ 240 mil sobre a região.



Fonte: Folha On Line
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19/11/2014

Super-vulcão Yellowstone - Consequências se houver erupção




yellystone


O vulcão Yellowstone é considerado um supervulcão, pois sua erupção poderia durar semanas e os efeitos de sua erupção seriam globais, persistindo por meses, ou até por anos.





Sua cratera tem 90 quilômetros de extensão, e sua caldeira é 40 vezes maior do que a do Monte Santa Helena, sendo que boa parte de seu magma é eruptivo.




O vulcão e sua caldeira situam-se no Parque Nacional de Yellowstone, que ocupa grande parte da região noroeste no Wyoming, além de pequenas partes dos estados de Idaho e Montana, nos Estados Unidos da América.




Consequências da erupção






Se o vulcão Yellowstone entrasse em erupção, sua erupção duraria cinco dias. Cerca de três meses após a erupção uma nuvem de poeira cobriria o Hemisfério Norte, fazendo as temperaturas baixarem para -30º C. Ao mesmo tempo o Hemisfério Sul teria uma estação seca que duraria tempo indeterminado e temperaturas que chegariam a 50º C.




Imediatamente após a erupção um gás mortal e venenoso, chamado piroplastic que atingiria a temperatura de 900°c, incinerando tudo em um raio de 1900 km, devastando as regiões do Kansas, Nebraska, Livingstone, etc. Partículas do gás poderiam se espalhar ainda mais longe, matando várias pessoas por envenenamento ou asfixia.




O tremor de terra resultante da erupção atingiria grau 8.9 na Escala Richter, provocando uma onda subterrânea que iria se espalhar até o oceano, causando uma tsunami com ondas de 60 metros que iria devastar as áreas costeiras da Europa, América Central, América do Sul, e Ásia.



Cenas do Apocalipse - O supervulcão Yellowstone












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15/10/2014

Inversão dos polos magnéticos da Terra pode ocorrer em pouco tempo

Sabe-se que a cada 500 mil anos aproximadamente, os polos da Terra se invertem e isso não é novidade. No entanto, um novo estudo mostra que a última reversão foi extremamente rápida e não levou mais de 100 anos para ser completada.

jhero - reversao magnetica
O estudo foi realizado por uma equipe internacional de pesquisadores e demonstrou que a que a última reversão magnética ocorreu há 786 mil anos e aconteceu muito mais rápido do que se supunha. De acordo com o trabalho, a inversão magnética da Terra se deu à razão de 1.8 grau por ano, tempo que poderia ser testemunhado por uma vida humana.

Até agora, os pesquisadores acreditavam que a reversão dos polos acontecia de modo muito mais lento, com alguns modelos estimando em até 1000 anos para ser completada.

De acordo com a teoria atualmente aceita, durante esse processo o campo magnético da Terra passaria por um processo muito lento e gradual de enfraquecimento, seguido de novo fortalecimento, também lento e gradual.

Inversão a caminho
A descoberta, que será publicada na edição de novembro do Geophysical Journal International, levou alguns geofísicos a prever que uma nova inversão poderá ocorrer dentro de alguns milhares de anos, uma vez que há evidências de que a intensidade do campo magnético da Terra está diminuindo 10 vezes mais rápido do que o normal

A nova descoberta é baseada em medições do alinhamento do campo magnético em camadas de sedimentos de lagos antigos agora expostos na bacia de Sulmona, nos Apeninos, ao leste de Roma.

Naquela região, uma equipe de pesquisadores italianos liderados por Leonardo Sagnotti, ligado ao Instituto Nacional de Geofísica e Vulcanologia de Roma, mediu as direções do campo magnético gravadas nos sedimentos acumulados no fundo do antigo lago.

Utilizando o método argônio-argônio de datação, a equipe de cientistas observou que uma súbita reversão de 180 graus do campo foi precedida por um período de instabilidade que durou mais de 6.000 anos, intercalados por altos e baixos com intervalos de 2 mil anos. Segundo o estudo, isso ocorreu entre 770 mil e 795 mil anos atrás e durou apenas 100 anos.

Consequências
Apesar da reversão magnética ser um grande evento de escala planetária, conduzida provavelmente pelo convecção no núcleo de ferro da Terra, não há catástrofes documentados associados às reversões ocorridas no passado. No entanto, se ocorresse atualmente, o fenômeno poderia provocar uma série de danos.

Uma vez que o campo magnético da Terra protege a vida contra as partículas energéticas provenientes do Sol e também contra os raios cósmicos, que podem causar mutações genéticas, um enfraquecimento ou perda temporária do campo ante uma reversão permanente poderia aumentar as taxas de câncer. Além disso, redes de distribuição de energia seriam bastante afetadas, uma vez que as tempestades solares teriam um efeito devastador sobre um campo magnético enfraquecido.

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18/08/2014

Colisão de grande asteroide com a Terra levará a catástrofe global

Asteroide grande colisao

O Ministério das Situações de Emergência da Rússia adverte que qualquer asteroide de um ou dois quilómetros de diâmetro poderá levar a uma catástrofe global, no caso de colisão com a Terra.

Os asteroides de mais de um quilômetro de diâmetro são considerados grandes objetos espaciais. Na Terra existem cerca de 120 grandes crateras de asteroides. Na Rússia a maior delas é a cratera de Popigai, localizada no norte da plataforma siberiana. As dimensões da cratera interna superam 75 quilômetros e as da externa –100 km. O sinistro ocorreu há cerca de 36 milhões de anos.

Os cientistas afirmam que a queda de um grande meteorito provocou a extinção em massa dos organismos vivos (há cerca de 250 milhões de anos). O outro meteorito, segundo a hipótese de Luis Alvarez, levou à extinção dos dinossauros.

Os objetos relativamente pequenos também representam uma séria ameaça à Terra, visto que suas explosões perto de cidades, como resultado da onda de choque e calor, podem causar danos consideráveis, compatível com uma explosão atômica. A queda do meteorito de Tunguska, em 1908, em uma área desabitada não provocou tais efeitos por mero acaso.


Fonte: http://portuguese.ruvr.ru/news/2014_05_15/Colis-o-de-grande-asteroide-com-a-Terra-levar-ao-desastre-9359/

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Cientistas marcam nova data para fim do mundo

Asteroide

Mais uma ameaça espacial paira sobre a Terra. Em direção ao nosso planeta dirige-se a enorme velocidade um asteroide com mais de um quilômetro de comprimento. Se se chocar com a Terra, ele terá consequências catastróficas para a humanidade.

Descoberto por astrônomos da Universidade do Estado de Tennessee, o asteroide 1950 DA constitui perigo potencial para a Terra. A trajetória de voo do corpo celeste, que tem o diâmetro de um quilômetro, passará muito perto do nosso planeta, a probabilidade de choque é de 0,3%, o que é bem grande para corpos celestes.

O asteroide voa para o Sistema Solar a uma velocidade de 15 km por segundo. Segundo os cientistas, ele vai aproximar-se do nosso planeta ao máximo em 16 de março de 2880. Se se chocar com a terra, ele terá consequências catastróficas.

A potência calculada da explosão do corpo celeste ao entrar na atmosfera ou ao chocar com a superfície da Terra é de 50 megatoneladas em equivalente em trotil, informa a Gazeta Russa.


Fonte: http://portuguese.ruvr.ru/news/2014_08_18/Cientistas-marcam-nova-data-de-fim-do-mundo-5018/

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25/06/2014

Planeta Terra pode transformar-se num Marte sem vida nos próximos tempos

buracos em campo magnético

Cientistas da NASA declaram que o nosso planeta pode transformar-se num Marte sem vida nos próximos tempos. A causa consiste em que, no campo magnético, começaram a aparecer buracos, através dos quais passa radiação solar mortal, que representa perigo para tudo o que é vivo.

Na NASA declaram que, depois de 2008, na magnitosfera do nosso planeta começaram a aparecer buracos que não desaparecem durante muito tempo. Através desses buracos no nosso planeta penetram livremente enormes quantidades de radiação solar e isso pode constituir um sério problema para a vida biológica. Se os buracos continuarem a se formar, consideram na NASA, o nosso planeta poderá transformar-se num deserto dentro em breve, dentro de ano e meio.

Na organização espacial americana apontam para um cenário marciano. Segundo eles, antes, a atmosfera do Planeta Vermelho era mais compacta do que hoje. Mas, depois, os campos magnéticos do planeta simplesmente desapareceram e o vento solar rapidamente soprou de Marte parte da cobertura gasífera. A pressão atmosférica no planeta tornou-se muito baixa e os oceanos, que antes cobriam parte significativa de Marte simplesmente evaporaram.

Fonte: Voz da Russia

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16/06/2014

Colisão de grande asteroide com a Terra levará a catástrofe global

Colisão de grande asteroide

O Ministério das Situações de Emergência da Rússia adverte que qualquer asteroide de um ou dois quilómetros de diâmetro poderá levar a uma catástrofe global, no caso de colisão com a Terra.

Os asteroides de mais de um quilômetro de diâmetro são considerados grandes objetos espaciais. Na Terra existem cerca de 120 grandes crateras de asteroides. Na Rússia a maior delas é a cratera de Popigai, localizada no norte da plataforma siberiana. As dimensões da cratera interna superam 75 quilômetros e as da externa –100 km. O sinistro ocorreu há cerca de 36 milhões de anos.

Os cientistas afirmam que a queda de um grande meteorito provocou a extinção em massa dos organismos vivos (há cerca de 250 milhões de anos). O outro meteorito, segundo a hipótese de Luis Alvarez, levou à extinção dos dinossauros.

Os objetos relativamente pequenos também representam uma séria ameaça à Terra, visto que suas explosões perto de cidades, como resultado da onda de choque e calor, podem causar danos consideráveis, compatível com uma explosão atômica. A queda do meteorito de Tunguska, em 1908, em uma área desabitada não provocou tais efeitos por mero acaso.

Fonte: Voz da Russia

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30/05/2014

O Caos - O Mundo Sem Petróleo

petroleo-1

O petróleo faz o mundo moderno girar, sendo usado em nossos meios de transporte e na fabricação de uma infinidade de produtos. No entanto, o que aconteceria se um mundo que depende tanto do petróleo, subitamente ficasse sem ele?

Assista o documentario!

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24/10/2013

Mudanças climáticas fazem aumentar número de mortes

Mudanças climáticas

Nos últimos 30 anos tem crescido o número dos europeus que se tornaram vítimas do calor e do frio extremos. Uma situação análoga se verifica em outras regiões do mundo. As alterações futuras do clima irão aumentar ainda mais o número de casos mortais, tal é a previsão divulgada por cientistas suecos na revista Nature Climate Change.

Uma série de peritos associa essa tendência ao aquecimento global. Outros não concordam, dizendo que o homem moderno “não se dá bem com o meio ambiente e, em geral, se torna menos adaptado ao seu habitat”.

O relatório foi preparado com base em dados obtidos na Europa. Ali, desde 1980, as temperaturas anormais causaram um número de mortes maior do que nos primeiros 80 anos do século passado. Em outras regiões se mantém um quadro semelhante. O calor e o frio excessivos provocam a morte de pessoas na Ásia, África e na América.

Mundo terá guerras sangrentas pela água

De acordo com Evgueni Tishkovets, especialista do centro meteorológico Phobos, esta tendência se deve às mudanças globais do clima no nosso planeta:

“Nos últimos 50 anos, segundo estimativas em Paleoclimatologia, se registram os ritmos mais intensos de crescimento das temperaturas nos últimos 1300 anos. A temperatura do ar conheceu um aumento de um grau Celsius, a temperatura do Oceano cresceu em 0,7 graus, o nível de água subiu em 22 cm, a zona do solo permanentemente congelado se desloca para o norte, ou seja, se reduz, à velocidade de 1,5 km ao ano, a área de gelos marítimos mostra uma redução tripla no último meio século. Tal pêndulo climático não favorece a saúde de pessoas”.

Especialistas em clima: é o homem que aumenta a temperatura no planeta

À primeira vista, um aumento em um grau Celsius não parece grande coisa. Mas este indicador se refere à média anual. Na realidade, tal “ninharia” se traduz em duas semanas com temperaturas altíssimas no verão e num “frio de rachar” no inverno, que levam a dezenas milhares de vítimas entre as pessoas que sofrem de doenças cardiovasculares e outras enfermidades.

As estatísticas incutem um profundo pessimismo. Na sequência do calor e da seca em 2010, na Rússia morreram 55 mil pessoas. Em 2003, um fenômeno similar dominara o território da Europa. Então, o calor ceifou a vida de mais de 70 mil europeus. Este verão, por causa de insolação, foram hospitalizados 60 mil habitantes do Japão, muitos dos quais não sobreviveram.

Claro que antes as pessoas também reagiam às anomalias. Podemos ler textos sobre o sol abrasador nas crônicas antigas. Mas, naqueles tempos remotos, a seleção natural era mais ativa, reputa Alexei Kokorin, dirigente do programa Clima e Energia junto do Fundo Mundial de Natureza Selvagem.

“As gerações anteriores sofriam de alta mortalidade infantil e de elevada mortalidade entre as pessoas idosas. Hoje, esses indicadores diminuíram de forma brusca. Presentemente, contamos com um elevado número de idosos e crianças doentes que são sensíveis em relação às mudanças do clima. Grosso modo, na altura em que a Europa era assolada pela peste, ninguém prestava muita atenção às dores de cabeça durante alterações do tempo meteorológico”.

A civilização veio proporcionar novos medicamentos eficientes, mas ela também é capaz de afetar a saúde humana. O mal se encontra até no ar condicionado: arrefecendo o interior de nossas vivendas, o ar quente sai para a rua. Ali, entra em contacto com o asfalto escaldante, os prédios em betão armado, múltiplas viaturas e zonas industriais. Em resultado disso, no período de verão, nos recintos urbanos densamente povoados, as temperaturas noturnas se tornam muito altas.

Para além disso, o calor aumenta a emissão de substâncias nocivas, o homem se sente abafado diante do progressivo aquecimento global, ressalta o ecólogo Alexei Kokorin.

“O aumento do efeito de estufa não deixa de ser um fator fundamental a influir no sistema climático. O efeito surge, antes de mais, devido à incineração de combustível fóssil: carvão, gás, petróleo e derivados. É evidente que, cedo ou tarde, a Humanidade optará por uma “economia verde”, apesar das reservas de hulha e de gás que, sem dúvida, não são infinitas. Para os próximos 20-30 anos, o cenário está relativamente claro, predeterminado. Reduzindo as emissões, passando à “energia verde”, hoje poderemos lançar os alicerces apenas para os anos 2040-50”.

Mas até essa altura, se manterão as tendências pessimistas. Segundo peritos, a taxa de mortalidade por causa de anomalias e calamidades naturais irá crescer em todo o mundo. As regiões mais afetadas serão o sudeste asiático, a Europa Ocidental e Central, a zona leste da América do Sul e a parte meridional da Austrália. Na Rússia, as regiões mais vulneráveis são a parte europeia, os Urais e a Sibéria Ocidental.

Natalia Kovalenko
Leia mais:
http://portuguese.ruvr.ru/2013_10_23/Mudancas-climaticas-nao-sao-favoraveis-5106/

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11/08/2013

Água Radioativa de Fukushima está sistematicamente envenenando o Oceano Pacífico inteiro

Água radioativa de Fukushima está sistematicamente envenenando o Oceano Pacífico inteiro

Água radioativa

Neste momento, uma enorme quantidade de água altamente radioativa está escapando para o Oceano Pacífico a partir das ruínas da instalação nuclear de Fukushima, no Japão . Isso vem acontecendo em todo o dia, todos os dias por mais de dois anos.
As enormes quantidades de trítio, césio e estrôncio que estão sendo liberados estão sendo transportados pelo vento, chuva e correntes oceânicas em todo o hemisfério norte. E, claro, a costa oeste dos Estados Unidos está sendo particularmente atingida. Quando você beber água ou comer frutos do mar que tenha sido contaminado com estas partículas radioativas, eles podem ficar por um tempo muito longo. Nos próximos anos, este desastre em curso pode afetar a saúde de milhões e milhões de pessoas que vivem no hemisfério norte, e o triste é que muitas dessas pessoas nunca vão saber a verdadeira causa de seus problemas de saúde.
Água radioativa de Fukushima está sistematicamente envenenando o Oceano Pacífico inteiro
Durante muito tempo, o governo japonês foi confiando na Tepco para lidar com esta crise, mas agora tornou-se claro que a Tepco não tem idéia nenhuma do que estão fazendo. Na verdade, o fluxo de água radioativa ficou tão ruim que as autoridades do Japão estão agora chamando-o de "emergência" ...
Vazando água altamente radioativa para o oceano a partir do Japão da danificada usina nuclear de Fukushima é a criação de uma "emergência" que o operador está lutando para conter, um funcionário da agência nuclear do país, disse na segunda-feira.
Esta água subterrânea contaminada violou uma barreira subterrânea, está subindo em direção à superfície e está excedendo os limites legais de descarga radioativa, Shinji Kinjo, chefe de uma Autoridade Reguladora Nuclear (ARN), força-tarefa, à Reuters.
A quantidade de água que estamos a falar é absurdamente enorme. De acordo com o Yahoo, a 400 toneladas métricas de água está sendo bombeada para as caves de edifícios destruídos em Fukushima a cada dia ...
As bombas de utilidade fora cerca de 400 toneladas por dia de água subterrânea que flui das colinas acima da usina nuclear de Fukushima Daiichi nas caves dos edifícios destruídos, que mistura com água altamente irradiada que é usado para resfriar os reatores em um estado estável abaixo de 100 graus Celsius.
Tepco está tentando impedir que as águas subterrâneas de atingir a planta através da construção de um "desvio", mas picos recentes de elementos radioativos na água do mar fez com que o utilitário para reverter meses de desmentidos e, finalmente, admitir que a água contaminada está a atingir o mar.
E, claro, tudo isso a água tem que ir para algum lugar. Durante muito tempo, a Tepco tentou negar que estava ficando no oceano, mas agora eles estão finalmente admitindo que é ...
Tepco disse na sexta-feira passada que um acumulado de 20 a 40 trilhões de becquerels de trítio radioativo provavelmente tinha vazado no mar desde o desastre. A empresa disse que isso era dentro dos limites legais.
O trítio é muito menos prejudicial do que o césio e estrôncio, que também foram liberados a partir da planta. Tepco está programado para testar os níveis de estrôncio seguinte.
40 trilhões de becquerels de trítio radioativo tem começado a cair no Oceano Pacífico?
E isso é o que eles estão admitindo publicamente. A realidade é provavelmente muito pior.
E tudo isso trítio vai ser em torno de um tempo muito longo. Você vê, a verdade é que o trítio possui uma meia-vida de cerca de 12 anos.
Mas estrôncio é ainda pior. Estrôncio pode causar cancro do osso e tem uma semi-vida de cerca de 29 anos.
E agora Tepco está admitindo que níveis extremamente perigosos de estrôncio foram escapando de Fukushima e entrar na água subterrânea. E, claro, a água subterrânea flui para o Oceano Pacífico ...
Tepco disse que no final de junho que tinha detectado o estrôncio-90 é altamente tóxico, um subproduto da fissão nuclear, que pode causar câncer ósseo se ingerido, em níveis 30 vezes a taxa permitida.
As substâncias, que foram liberados pelos colapsos de reatores na usina, no rescaldo da enorme tsunami de março de 2011, não foram absorvidos pelo solo e fizeram seu caminho para a água subterrânea.
Água do subsolo geralmente flui para o mar, ou seja, essas duas substâncias poderiam normalmente fazem o seu caminho para o oceano, possivelmente afetando a vida marinha e, finalmente, afetar os seres humanos que comem criaturas do mar.
Césio tem uma meia-vida ainda mais do que o estrôncio faz. Ele tem uma meia-vida de cerca de 30 anos, e de acordo com as amostras que foram tiradas cerca de um mês atrás níveis de césio em Fukushima foram spiking dramaticamente ...
Amostras colhidas na segunda-feira mostrou níveis de possivelmente cancerígeno césio-134 foram mais de 90 vezes maiores do que eram na sexta-feira, em 9.000 becquerels por litro, Tokyo Electric Power (Tepco) revelou.
Os níveis de césio-137 era de 18 000 becquerel por litro, 86 vezes maior do que no final da semana passada, disse que o utilitário.
"Nós ainda não sabemos por que o nível de radiação aumentou, mas vamos continuar os esforços para evitar a expansão da contaminação", disse um porta-voz da Tepco afirmou.
Quando césio recebe em seu corpo, ele pode fazer uma enorme quantidade de danos. O seguinte é um excerto de um artigo NewScientist que descreveu o que acontece quando césio e iodo entrar no corpo humano ...
Além disso, o corpo humano absorve iodo e césio prontamente. "Essencialmente, todo o iodo ou césio inalado ou ingerido cruzes no sangue", diz Keith Baverstock, ex-chefe da protecção contra as radiações para o escritório europeu da Organização Mundial de Saúde, que tem estudado os efeitos na saúde de Chernobyl.
O iodo é rapidamente absorvido pela tiróide, e deixa apenas como decai radioactivamente, com uma semi-vida de oito dias. O césio é absorvida pelos músculos, onde a sua meia-vida de 30 anos significa que ele continua até que seja excretada pelo organismo. Leva entre 10 e 100 dias de excretar a metade do que foi consumido.
E é importante ter em mente que, estima-se que cada piscina de combustível gasto no complexo nuclear de Fukushima pode ter 24 mil vezes a quantidade de césio, que foi produzido pela bomba atômica que os EUA lançaram sobre Hiroshima no final da Segunda Guerra Mundial 2.
Em geral, a instalação nuclear de Fukushima originalmente continha um colossal 1.760 toneladas de material nuclear.
Isso é uma enorme quantidade de material nuclear. Chernobyl continha apenas 180 toneladas.
E, claro, a crise em Fukushima poderia ser ainda pior a qualquer momento por um grande terremoto. Na verdade, um terremoto de magnitude 6,0 atingiu o norte do Japão neste domingo.
Isto é um pesadelo que não tem fim. A cada dia, enormes quantidades de água altamente radioativa de Fukushima está envenenando sistematicamente todo o Oceano Pacífico. O dano que está sendo feito é absolutamente incalculável.
Por favor, compartilhe este artigo com tantas pessoas quanto possível. A grande mídia não parece querer falar sobre isso, mas é um assunto que é extremamente importante para cada homem, mulher e criança que vive no hemisfério norte do nosso planeta.
Sobre o autor : Michael T. Snyder é um ex-advogado de Washington DC, que agora publica


Fontes: Notícia Final , The Truth , Um novo Despertar Horizonte News

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05/07/2013

A Fúria dos Tornados - Um olhar sobre uma das forças mais destrutivas da natureza





Um olhar sobre uma das forças mais destrutivas da natureza: os tornados. Como eles se formam e o que são capazes de fazer.



documentário dublado em português do discovey channel, detalhado com informações inéditas, muito bom!!





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09/06/2013

Supervulcões - Erupções podem ser previstas anos antes


supervulcões


De acordo com pesquisadores, as erupções dos maiores vulcões do planeta poderiam ser previstas várias décadas antes do evento.





Análises de cristais de rocha da ilha grega de Santorini sugerem que as erupções são precedidas por uma rápida acumulação de magma subterrâneo, coisa que pode ser detectada usando instrumentação moderna.





Vulcanólogos dizem que esses vulcões enormes são “erupções que formam caldeiras”, já que o magma ejetado é tão volumoso que deixa uma depressão enorme na superfície da Terra, uma estrutura parecida como uma cratera conhecida como caldeira.





Os maiores vulcões desse tipo foram apelidados de “supervulcões”, e suas erupções podem desencadear devastação com impactos globais, já que são capazes de produzir cinzas e gás suficientes para mudar o clima global temporariamente.





Esses vulcões ficam adormecidos durante centenas de milhares de anos antes de explodir. Mas, enquanto alguns pesquisadores acreditam que dados sísmicos e outras leituras nos dariam um mês de antecedência de tais erupções, o novo estudo diz que podemos prever estes eventos muito mais cedo.





“Quando esses vulcões ‘acordam’, e quando o magma começa a subir à superfície, faz fissuras na rocha, enviando sinais”, disse o pesquisador Tim Druitt. “Você tem sinais sísmicos, começa uma deformação da superfície, a emissão de gases na superfície aumenta – e isso pode ser detectado”.





A visão clássica era de que os supervulcões tinham um longo descanso, durante períodos de milhares de anos, nos quais acumulavam magma lentamente poucos quilômetros abaixo da superfície até que, finalmente, explodiam.





“O que descobrimos é que há uma fase de aceleração do magma em uma escala de tempo de algumas décadas, o que é surpreendentemente rápido devido aos milhares de anos precedentes a erupção”, explica.


Essa evidência veio da análise de cristais na ilha Santorini, que pesquisadores da França, Suíça e Singapura estudaram usando instrumentação moderna eletrônica. “A mudança na composição dos cristais contam histórias de como o magma evoluiu”, disse Druitt. “E todos os cristais no magma cresceram dentro de poucas décadas da erupção”.





Erupções formadoras de caldeiras podem ser encontradas em todo o mundo, embora se acredita que todas estejam dormentes atualmente. Há supervulcões no Parque Nacional Yellowstone, nos Estados Unidos, em Campi Flegrei, na Itália, e em Santorini e nas ilhas a seu redor, na Grécia.





A última erupção desse tipo conhecida ocorreu mais de 3.600 anos atrás, no que os cientistas pensam que foi o auge da civilização minoica, na ilha de Creta, que pode ter causado o colapso dessa sociedade inteira.





Ou seja, prever tais eventos com anos de antecedência poderia se provar vital. “O que estamos dizendo é que todos os vulcões formadores de caldeira, mesmo aqueles em regiões remotas do globo, devem ser monitorados utilizando instrumentos modernos altamente sensíveis”, sugeriu o pesquisador.





As novas evidências reforçam a ideia de que grandes sistemas de magma parecem acordar de um longo período de descanso só meses, anos ou décadas antes da erupção. O próximo problema a ser estudado é entender o que causa essa aceleração de acúmulo de magma, para que possamos reconhecê-la antes de uma grande erupção.







hypescience

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04/06/2013

Fenômenos naturais estão ganhando força

Fenômenos naturais

Na Europa, o verão foi marcado pela intensificação de calamidades naturais. Na sequência das cheias, oito pessoas morreram, mais oito estão desaparecidas.

As previsões meteorológicas estão longe de ser otimistas: os aguaceiros continuarão. Enquanto isso, nos EUA, estão ativos os furações. Desde o fim de maio, os tornados mataram mais de 50 pessoas. O alarme máximo no oeste do país não foi levantado até hoje.

As prolongadas chuvas na Europa causaram enchentes simultâneas em vários países, com uma particular incidência na República Tcheca, na Áustria e na RFA. Na República Tcheca, foi decretado o estado de emergência, tendo sido retiradas pessoas das zonas mais perigosas. Foram fechadas muitas escolas e, no centro de Praga, foi suspensa a circulação de trem de metrô. O Jardim Zoológico da cidade foi parcialmente evacuado. As águas do rio Vltava subiram acima do aterro de proteção e as equipes militares ajudam a construir novas fortificações.

Inundações na Europa Central continuam

O reforço dos militares será necessário ainda para as equipes de socorristas alemãs. A situação mais grave se criou na Baviera, Saxônia e outros Estados do sul. Foram suspensas a navegação nos rios Reno, Meno e Neckar e o tráfego ferroviário entre Munique e Salzburgo.

Inundação na Europa: nível da água em Passau ultrapassou o máximo histórico.

O nível de água continua subindo nos recursos aquáticos da Polônia e Suíça, podendo atingir o máximo nos rios e lagos em 4 de junho. As precipitações intensas deverão parar já na terça-feira, podendo o tempo começar a normalizar-se, afirma Natalia Ponkratenko, do Departamento de Análise Global e Previsões Meteorológicas da Rússia.

“Agora, na Grã-Bretanha se formou um anticiclone favorável que avançará em direção da Europa, afastando as chuvas para o leste. Amanhã, as precipitações irão cair na Polônia e na Bielorrússia. Depois, na Europa se estabelecerá um bom tempo ”.

Quanto ao tempo nos EUA, aí os prognósticos são menos otimistas. Os tornados prosseguem muito ativos nos Estados ocidentais, afetando, sobretudo, o estado de Oklahoma onde, em 22 de maio, pereceram mais de 20 pessoas e, ainda por cima, em 1 de junho, o furacão matou 15 moradores locais, segundo as informações preliminares.

Tornados continuam matando pessoas nos EUA

O maior problema consiste na impossibilidade de retirar as pessoas das zonas em perigo. O tornado costuma formar-se em condições idênticas às de tempestades normais. Por isso, podem-se fazer previsões sobre os seus efeitos, no máximo, três horas antes do início da calamidade, adianta os detalhes Elena Vlasyuk, perita do centro meteorológico Phobos.

“Imagine esperar-se a passagem do ar frio. Durante o dia e no período de verão, esta frente atmosférica está sendo acompanhada por uma série inteira de outros fenômenos desfavoráveis – aguaceiros, trovoadas, granizo e fortes rajadas do vento. Pode constatar certa intensidade de chuvas e formação de torvelinhos. Isto se falarmos do território, digamos, de um estado norte-americano. No entanto, as previsões sobre eventual formação de tornados em uma cidade concreta podem ser feitas num período de antecedência relativamente curto.

Mantém-se a ameaça de formação de novos furacões no leste dos EUA. Os habitantes locais foram avisados, cabendo-lhes não se afastar longe de abrigos e refúgios.

Fonte: http://portuguese.ruvr.ru/2013_06_03/Elementos-naturais-estao-ganhando-forca-7741/

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28/05/2013

Caminhamos para uma extinção em massa?

7 sinais de que caminhamos para uma extinção em massa

Hoje, alguns cientistas acreditam que estamos na iminência de uma sexta extinção em massa que pode acabar com a maior parte da vida na Terra. Aqui estão sete sinais de que eles podem estar certos.

Uma extinção em massa acontece quando mais de 75% de todas as espécies do planeta morrem em um período de menos de dois milhões de anos. Isso pode parecer muito para você, mas é um piscar de olhos no tempo geológico. Houve cinco extinções em massa na Terra nos últimos 540 milhões anos.

A Terra está borbulhando com supervulcões

Yellowstone

O Parque de Yellowstone, nos Estados Unidos, é na verdade uma cratera vulcânica, uma fina camada de terra que fica no topo de uma enorme caldeira. E esse supervulcão pode explodir a qualquer momento.

A última vez que a Terra testemunhou uma explosão desta dimensão foi em 1812, quando o Monte Tambora, na Indonésia, entrou em uma erupção tão grande  que o clima da Terra esfriou por vários anos.

Ainda mais assustador é a perspectiva de que um outro tipo de super-vulcão, chamado LIP, pode se tornar ativo em algum momento no futuro. O LIP, agora inativo, surgiu há 250 milhões de anos na Sibéria.

Ele vomitou tanto carbono e outros gases de efeito estufa no ar que a Terra sofreu uma catastrófica mudança climática, oscilando loucamente entre calor e frio extremos, onde até 95% de toda a vida morreu.

Espécies invasoras estão em toda parte

Na Terra, os seres humanos têm agressivamente invadido todos os continentes, exceto a Antártida, inchando nossa população em mais de 7 bilhões de pessoas. Isso pode forçar muitas criaturas a mudar seu habitat, provocando mudanças em toda a cadeia alimentar. Cerca de 359 milhões anos atrás, 75% de todas as espécies na Terra morreram durante a extinção em massa do período Devoniano.

Os geólogos acreditam que essa extinção foi resultado de espécies invasoras.

Mudanças Climáticas

Derretimento das geleiras

A calota de gelo do Ártico está encolhendo. As temperaturas estão subindo. Os cientistas de vários países estão unidos em sua crença de que o clima na Terra está ficando mais quente.

A boa notícia é que os seres humanos podem não ser a única causa da mudança climática – o planeta sofreu com mudanças dramáticas na temperatura muitas vezes ao longo de sua história.

A má notícia é que praticamente todas as vezes que isso acontece também ocorre uma extinção em massa.

A primeira extinção em massa, há 540.000 mil anos atrás, foi desencadeada por uma idade de gelo rápida seguida de um período de rápido efeito estufa.

Outra extinção em massa no final do Triássico causou incêndios maciços em todo o mundo, o que sufocou o planeta em fumaça e cinzas.

A acidificação dos oceanos

Embaixo do mar

Os níveis de ácidos nos oceanos da Terra estão subindo, o que está matando todos os recifes e tornando a vida difícil para os mariscos.

A acidificação dos oceanos já causou uma extinção em massa no período Triássico, há 200 milhões de anos, que acabou com 80% das espécies do planeta – especialmente nos oceanos.

Quando as águas estão muito ácidas, os níveis de cálcio descem. Isso significa que as criaturas sem casca simplesmente não podem construir suas conchas, e morrem antes mesmo de ter uma chance de lutar.

Quando as criaturas sem casca morrem, os predadores que se alimentam delas também morrem, e por aí vai.

Extinções estão acontecendo em uma taxa superior à média

Extinções são normais. Na verdade, os estatísticos que estudam as extinções descobriram um número normal de criaturas que estão sendo extintas a qualquer momento.

Assim, uma extinção em massa é como um grande pico estatístico. E, infelizmente, há uma grande quantidade de evidências de que a taxa de extinção que temos experimentado ao longo dos últimos 500 anos é superior à taxa normal.

Não, essa taxa não é nada perto dos níveis de extinção em massa. Mas ela está subindo, algo que é exatamente o que você esperaria ver no início de uma extinção em massa.

Todos os megafaunas estão mortos

Megafauna

Uma maneira de os cientistas descobrirem a taxa de extinção é olhando para a diversidade de fósseis. Com base nessas evidências, eles podem descobrir como muitas criaturas e plantas estavam vivos em um determinado momento, além de como rapidamente (ou lentamente), elas desapareceram do registro fóssil.

Em registros fósseis mais recentes, dos últimos 50 mil anos, podemos facilmente ver um declínio na diversidade de espécies. A Terra foi recentemente lar de muitas espécies dos chamados megafaunas, de mastodontes, cangurus gigantes e preguiças gigantes. Quando você vê uma categoria inteira de criaturas que desapareceram rapidamente (em tempo geológico), é sinal de que uma extinção em massa pode ocorrer em breve.

Os anfíbios estão morrendo

Hoje, estamos testemunhando um outro grupo gigante de espécies em extinção tão rapidamente que podemos realmente medir em tempo humano, ao invés do tempo geológico. Anfíbios, principalmente sapos, estão morrendo em um ritmo avassalador. A maioria foi derrubada pela rápida propagação de um fungo mortal que mata comunidades inteiras de rãs em semanas.

É provável que o fungo atingiu proporções pandêmicas, já as rãs estão sendo expulsas de seus habitats, e entrando em contato com novas espécies que nunca poderiam ter visto de outra forma.

Quanto mais nós perdemos nossa diversidade animal, mais nos aproximamos de um mundo dominado por espécies invasoras. E esse cenário realmente não terminou bem na extinção em massa do período Devoniano.

http://misteriosdomundo.com/7-sinais-que-caminhamos-para-uma-extincao-em-massa

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26/05/2013

Quais as maiores erupções da História?

vulcao

Apesar de todo o caos que causou na Europa, o vulcão Eyjafjallajoeküll está longe de ser um dos mais perigosos do planeta.

O Vesúvio soterrou três cidades durante o Império Romano e o desastre provocado pelo Krakatoa populou o imaginário no fim do século XIX.

Em 1991, o Monte Pinatubo cobriu parte das Filipinas em cinzas e diminuiu as temperaturas globais.

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25/05/2013

Supervulcão - Vulcões com potencial de gerar catástrofes globais e extinção


PARQUE NACIONAL DE YELLOWSTONE


Um supervulcão refere-se a um vulcão que produz os maiores e mais volumosos tipos de erupções na Terra; são vulcões com potencial de gerar catástrofes globais e extinção em massa; entretanto o volume total de magma expelido dessas erupções variam.



O termo foi originalmente cunhado pelos produtores do programa científico popular da BBC, Horizon, em 2000 para se referir a esses tipos de erupções. Essa investigação trouxe o assunto ao público, levando a estudos mais aprofundados dos possíveis efeitos.



A princípio, supervulcão não era um termo técnico utilizado em vulcanologia, mas mais recentemente, desde 2003 e 2004, o termo tem sido usado em artigos. Embora não exista nenhuma definição exata do tamanho mínimo para um "supervulcão", existem pelo menos dois tipos de erupção vulcânica que tem sido identificadas como supervulcão: erupções massivas e grandes províncias eruptivas, que provocaram mudanças radicais no clima mundial, estando provavelmente associado a grandes extinções.



Análises geológicas e por satélite demonstraram que os supervulcões formam grandes caldeiras, que após a explosão se parecem mais como crateras; ao contrário dos vulcões comuns que possuem normalmente domo em forma de cone devido ao acúmulo gradativo de lava expelida pelo topo.



As crateras formadas por supervulcões são enormes e podem ter algumas dezenas de quilometros de extensão, algumas sendo percebidas apenas por imagens de satélite. Tais crateras se formaram após grandes explosões que ejetaram na forma de cinzas vulcânicas volumes de até milhares de km3 de rocha derretida. Após a explosão e liberação do magma, o topo da caldeira normalmente colapsa, formando uma cratera gigantesca.


Supervulcões conhecidos



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YellowStone pode explodir e varrer os Yankes da Terra???


Seqüência de terremotos atinge Yellowstone (Super-vulcão)


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Vulcões submarinos gigantes


Vulcões destruidores


Monte Tambora o Vulcão mais mortal do mundo em risco de erupção


Yellostone é um dos lugares mais perigosos da Terra.


Vulcão uma força destruidora da natureza


A ameaça dos Super -Vulcões


Vulcão e Super Vulcão Definição e Imagens


Yellowstone e um possível plano Illuminati


Vulcões EUA – Vulcões Monitorados


Super-vulcão Yellowstone - Consequências da erupção, e a possibilidade de acontecer a qualquer momento!


Vulcão - Documentário mostrando vulcões de várias partes do mundo Dublado PT BR (Recomendo)


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Super Vulcões - (Documentario)


Vulcão Yellowstone é maior do que se pensava


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29/03/2013

Enxame Sísmico nas Canárias pode provocar tsunami no Brasil?

Sempre que alguma atividade vulcânica acontece nas Ilhas Canárias, milhares de pessoas na costa leste das Américas, inclusive no Brasil, passam a prestar atenção, com medo de que uma erupção no vulcão Cumbre Vieja provoque um tsunami devastador.

el_hierro desmoronamento
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Nos últimos dias, a rede sismográfica em torno da ilha de El Hierro, situada no arquipélago das Canárias, passou a registrar uma intensa atividade vulcânica nas proximidades de El Golfo, com mais de 240 pequenos abalos superiores a 2.5 magnitudes, alguns deles acima de 4.0 magnitudes.

Informado da anomalia pelo Instituto Vulcanológico das Canárias (IVC), o governo local decretou Estado Amarelo, obrigando as pessoas a manterem atenção às comunicações das autoridades e Defesa Civil.

Sismicidade em El Hierro
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El hierro é uma ilha vulcânica formada há 1.2 milhões de anos atrás e conta com mais de 500 cones a céu aberto. Apesar da forte e constante atividade sismovulcânica da região, somente uma erupção foi registrada na ilha, produzido pelo vulcão Lomo Negro em 1793. Na ocasião, Lomo negro permaneceu em erupção por cerca de 30 dias.

Tsunami no Brasil
Apesar de se encontrar muito longe do Brasil, a atividade sísmica nas Ilhas Canárias preocupa não só os habitantes locais, mas também os moradores do nordeste brasileiro. E o motivo é muito simples.

Perto de El Hierro, também no arquipélago das Canárias, encontra-se a ilha de La Palma, onde se ergue um grande vulcão ativo chamado Cumbre Vieja, com 1949 metros de altitude.

A montanha se encontra em constante estado de atenção, pois se especula que uma erupção do vulcão pode desmoronar da montanha e provocar um megatsunami, o que colocaria em risco a costa leste das Américas e costa oeste da África, além de parte da costa ocidental da Europa.

cumbre vieja e tsunami no Brasil

O motivo é que Cumbre Vieja tem o seu flanco ocidental instável e segundo os defensores dessa teoria, caso ocorra uma erupção muito forte mais de 500 bilhões de toneladas de terra seriam despejados no mar.

Um modelo de propagação apresentado certa vez pela rede de TV BBC, da Inglaterra, mostrou que o colapso da montanha geraria ondas com 40 metros de altura, que chegariam ao Brasil em 8 ou 9 horas.

Controvérsias
Apesar de catastrófica, a hipótese de um tsunami provocado pelo Cumbre não é compartilhada por todos os cientistas, que acreditam que o vulcão não tem energia suficiente para provocar um megaterremoto dessas proporções. Além disso, indicações atuais mostram que os deslizamentos ocorreriam de modo gradual e não abrupto como o especulado no documentário da BBC.

Em 1949, uma erupção fez o cume da montanha cair vários metros adentro do Oceano Atlântico, sem qualquer consequência.

As estatísticas mostram que Cumbre Vieja apresenta fortes erupções a cada 200 ou 300 anos e a última grande erupção ocorreu em 1971, também sem consequências.

Isso significa que se depender do Cumbre Vieja podemos ficar tranquilos pelos próximos três séculos.

 

apolo11.com

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10/03/2013

Conheça 10 asteroides e meteoritos que abalaram a Terra

10 asteroides e meteoritos que abalaram a Terra

O meteorito que atingiu a Rússia em 15 de fevereiro de 2013 provocou pânico e deixou quase mil feridos. A enorme pedra, contudo, não é a primeira a provocar destruição no nosso planeta - e nem de longe é a maior. Veja a seguir 10 asteroides e meteoritos que abalaram o planeta.

1) O asteroide que originou a Lua

Com dimensões do tamanho de Marte, provavelmente o maior asteroide a atingir a Terra foi Theia, ainda na fase de formação de nosso planeta, há 4 bilhões de anos. Theia seria, na verdade, um planetoide. De acordo com Ducati, a colisão teria originado a Lua, por desprendimento de parte da massa da Terra. Esta teoria é relativamente recente, mas está sendo bem aceita pelos especialistas, afirma. Esse cenário é chamado de teoria do impacto gigante.

2) O asteroide que exterminou os dinossauros

México Há 65 milhões de anos, um asteroide com cerca de 10 quilômetros de diâmetro atingiu a Terra e dizimou quase todas as espécies de dinossauros. Conforme a astrônoma Daniela, esse fato marca a última grande extinção em massa, que aconteceu na passagem do Cretáceo para o Terciário (K/T). A teoria de que os dinossauros foram extintos pelo impacto de um asteroide é corroborada por uma abundância anômala de lítio (raro na crosta terrestre, mas comum no espaço) nos sedimentos na época do K/T e pela descoberta de uma cratera de impacto cuja idade estimada é exatamente 65 milhões de anos, justifica. A Cratera de Chicxulub está situada na Península do Yucatán, no México, possui 180 quilômetros de diâmetro e é a terceira maior do mundo.

3) O asteroide que originou a maior e mais antiga cratera

África do Sul Localizada na África do Sul, a Cratera Vredefort deve ter sido resultado de um dos maiores asteroides a impactar a Terra, além de Theia. Com 300 quilômetros de diâmetro, Vredefort é considerada, oficialmente, a maior e mais antiga cratera de impacto do nosso planeta. Porém o tamanho original do Domo de Vredefort pode ter chegado a 380 quilômetros de diâmetro. O impacto aconteceu há 2 bilhões de anos, durante a era Paleoproterozóica. Estima-se que o asteroide que originou a cratera tivesse entre 6 e 10 quilômetros de diâmetro, e teria atingido a Terra com uma velocidade de 40 a 250 mil km/h.

4) O asteroide que causou o maior impacto na história humana

Sibéria O evento Tunguska, ocorrido em 30 de junho de 1908, na Sibéria, é considerado o maior impacto conhecido de um asteroide de tamanho considerável na história humana. Com 40 metros de diâmetro, o bólido espacial causou uma grande explosão que destruiu uma floresta de 2 mil quilômetros quadrados, com cerca de 80 mil árvores. A cidade de São Paulo, por exemplo, tem 1,5 mil quilômetros quadrados. A queda liberou uma energia superior à da bomba de Hiroshima.

5) O asteroide que formou a segunda maior cratera do mundo - Canadá

Estima-se que um asteroide com mais de 10 quilômetros que atingiu a Terra há 1,8 bilhões de anos, durante a era Paleoproterozóica, deu origem à Cratera Sudbury, em Ontário, Canadá. O impacto teria sido tão intenso, que os restos se espalharam sobre uma área de 1.600.000 quilômetros quadrados em torno do ponto de impacto. Fragmentos de rocha foram encontrados a mais de 800 quilômetros de distância, em Minnesota. A cratera possui 250 quilômetros de diâmetro e ocupa a vice-liderança no ranking de maiores crateras, além de ser uma das mais antigas. A Bacia Sudbury fica próxima de outras estruturas geológicas e, em sua cratera, repleta de magma, é possível encontrar níquel, cobre, platina, paládio e ouro.

6) O asteroide que formou a cratera mais bem preservada - Arizona (EUA)

A Cratera de Barringer, também conhecida como Cratera do Meteoro, data de 50 mil anos atrás, e está localizada ao norte do Arizona, EUA. Cientistas acreditam que ela tenha sido formada por um meteorito de aproximadamente 50 metros, que atingiu a Terra em uma velocidade de 45 mil km/h e produziu uma explosão de 10 megatons. A cratera possui 1,2 quilômetros de diâmetro e 200 metros de profundidade. A cratera de impacto de tamanho considerável mais recente, e mais bem preservada, é a Cratera de Barringer, relata Daniela.

7) O asteroide que formou a segunda maior cratera no Canadá

Há 215 milhões de anos, no período Triássico, um objeto com cerca de 5 quilômetros de diâmetro impactou a Terra e originou a Cratera de Manicouagan, a segunda maior do Canadá, com 100 quilômetros de diâmetro. Esta cratera de impacto formou o atual Lago Manicouagan, também conhecido como O olho de Quebec. Mesmo com a erosão, a Cratera de Manicouagan é uma das mais bem preservadas da Terra. Ela pode estar associada a um evento multi-impacto, que teria sido o responsável pela extinção de répteis no período Carniano.

8) O asteroide que formou dois lagos simultaneamente - Canadá

Neste caso, os bólidos espaciais fomentaram o turismo. Dois lagos circulares, chamados de Clearwater Lakes, no Quebec, Canadá, foram formados simultaneamente pelo impacto de um asteroide que caiu na Terra cerca de 290 milhões de anos atrás. Acredita-se que as crateras de 36 quilômetros de diâmetro, a oeste, e 26quilômetros, ao leste, são consequência de dois asteroides enormes, com 22 e 16 quilômetross de diâmetro, respectivamente. Também há teorias de que o duplo impacto pode ter sido causado pelas pequenas luas do asteroide ou por sua divisão em dois ao adentrar a atmosfera terrestre. Hoje esses lagos são um importante destino turístico em virtude do grande número de ilhas e de suas águas claras.

9) O candidato a maior asteroide, depois de Theia - Groelândia

Em 2012, uma cratera de 100 quilômetros de largura, mas que pode ter chegado a 600 quilômetros de largura e 25 quilômetros de profundidade, foi descoberta na Groelândia. Estima-se que um asteroide de 30 quilômetros de diâmetro chocou-se contra a Terra há três bilhões de anos, quando apenas algas e cianobactérias eram seus habitantes. Se o asteroide atingisse a Terra hoje, ele provavelmente iria acabar com grande parte da vida no planeta. A evidência mais convincente do impacto do asteroide é a presença de granito, parecido com rochas trituradas, espalhado numa área entre 35 e 50 quilômetros, bem no centro do suposto local do impacto. Se for confirmada a tese, a cratera se tornará a maior e a mais antiga do mundo.

10) Outra candidata a maior cratera da Terra - Antártida

Descoberta em 2006, a Cratera da Terra de Wilkes, na Antártida, também é candidata a maior do planeta. De acordo com cientistas, um cometa de 45 quilômetros de diâmetro teria colidido com a Terra, há 250 milhões de anos, formando uma cratera de 480 quilômetros de diâmetro. Sua localização, sob 2 quilômetros de gelo, torna difícil a comprovação. Caso seja confirmada, o impacto pode ser vinculado com a extinção em massa do período Permiano-Triássico.

 

cubbrasil

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06/01/2013

Super-Vulcão Yellowstone é maior do que se pensava








Esta ilustração compara as duas visões - sísmica e elétrica - da câmera que alimenta o super vulcão de Yellowstone. 



Super vulcão de Yellowstone é maior do que se pensava





A imagem da esquerda foi feita pela técnica geoelétrica, baseada nas variações de condutividade elétrica da rocha fundida e dos fluidos.[Imagem: University of Utah]





Geofísicos usaram uma nova técnica de imageamento para traçar um perfil da condutividade elétrica do super vulcão de Yellowstone.





O resultado sugere que câmara de rocha quente e parcialmente fundida, que um dia fará o super vulcão novamente entrar em erupção, é ainda maior do parecia.





Super vulcão de Yellowstone





Segundo as observações geológicas disponíveis, o super vulcão de Yellowstone foi o causador das maiores explosões vulcânicas que a Terra já experimentou.





Ele teve três super erupções - capazes de cobrir metade da América do Norte com cinzas - nos últimos milhões de anos: há 2 milhões, 1,3 milhão e 642.000 anos atrás.





Esta estatística indica que a próxima grande erupção de Yellowstone pode ocorrer a qualquer momento. Erupções menores têm ocorrido nesses intervalos: a mais recente ocorreu há 70.000 anos.





Mapeamento sísmico





As imagens anteriores eram baseadas em ondas sísmicas, geradas por terremotos ou induzidas pelos pesquisadores por meio de explosões.





A última medição por ondas sísmicas foi feita em 2009. As ondas sísmicas viajam mais rapidamente através das rochas frias e mais lentamente através das rochas quentes.





As ondas sísmicas podem ser geradas naturalmente, por terremotos, ou artificialmente, por meio de explosões. Captando as ondas de um ponto distante de sua emissão, é possível traçar uma imagem tridimensional do subsolo, de maneira parecida com os raios X usados para fazer imagens do corpo humano.





Os resultados mostram uma câmara que mergulha em um ângulo bastante inclinado, de 60 graus, estendendo-se por 240 quilômetros e alcançando até 650 km de profundidade.





Mapeamento geo-elétrico





No novo estudo, as imagens foram geradas medindo a condutividade elétrica da câmara, gerada pelas rochas silicatadas fundidas e pela salmoura fervente misturada com rochas parcialmente fundidas.





Na verdade, trata-se de uma forma inédita de observar o que ocorre nas profundezas de um vulcão, adormecido há milhares de anos.





O mapa mostra uma visão diferente, com uma câmara mergulhando a um ângulo mais suave, de 40 graus, e alcançando 640 quilômetros no sentido leste-oeste.





Esta técnica geoelétrica consegue enxergar somente até 160 km de profundidade, mas o baixo ângulo de inclinação mostra um quadro totalmente diferente, com uma câmara de magma muito maior.





Sem previsões





"É como comparar o ultra-som com a ressonância magnética no corpo humano, são diferentes tecnologias de geração de imagens," explica o professor Michael Zhdanov, da Universidade de Utah, nos Estados Unidos.





Os cientistas acreditam que a câmara cônica mostrada pelo imageamento sísmico parece estar envelopado em uma camada muito mais larga de rochas parcialmente fundidas e líquidos ferventes.





"É muito grande. Nós podemos inferir que há mais fluidos lá do que as imagens sísmicas mostram," disse Robert Smith, coordenador da pesquisa.





O novo estudo amplia o conhecimento sobre o que está por baixo do super vulcão, mas não diz nada sobre as chances e o tempo que levará para que a próxima erupção ocorra.



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