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02/05/2017

Serra do Roncador Brasil - Os Mistérios Ufológicos é as curiosidades




A história da Serra do Roncador é marcada por aventuras, lendas e mistérios, e atrai expedições do mundo inteiro.

A origem da civilização inca, o paralelo 16, o templo de Ibez, o caminho de Ió, Agartha, Shamballah, o chácra do planeta, o Portal de Aquarius, vulcões extintos, fósseis de dinossauros e discos voadores são atrativos para cientistas, curiosos e místicos de toda parte.

A cidade é conhecida mundialmente como santuário místico e metafísico.

A Serra do Roncador se estende por uma área de mais de mil quilômetros, e possui vários sítios arqueológicos ainda pouco explorados por pesquisadores.

Místicos

Os místicos fundaram o "Monastério Teúrgico do Roncador", e eles acreditam que lá exista um portal, e que quando há alinhamento de astros, o portal está aberto, permitindo à entrada.


Nesse “mundo” as pessoas são muito desenvolvidas, tanto espiritualmente, quanto tecnologicamente e que sobrevivem porque existe um sol interior que ilumina o centro da Terra.


Ufólogos


Alguns ufólogos acreditam que a Serra do Roncador é o lugar ideal para fazer contato com extraterrestres. Lá existe o "Núcleo Araguaia de Pesquisas Ufológicas do Roncador", que sempre realizam vigílias.


Essas são algumas das perguntas que estudiosos tentam responder:



Intraterrestres: Segundo as teorias, são sobreviventes de Atlântida e do Império Inca. Ambas civilizações, preveram catástrofes e perdas, e resolveram se refugiar no interior da Terra.


Eles são um povo auto-suficiente, com uma população numerosa e um alto grau de desenvolvimento mental e espiritual.


 - Será que eles realmente existem?


 - Se existem, nunca nos visitam?


 - A gente consegue fazer contato?


 - Podemos morar lá também?


Caverna dos Pezinhos: 


Através de uma trilha do Parque estadual da Serra Azul, chega-se a entrada de caverna, bloqueada por rochas. Nesta entrada, tanto nas paredes quanto no teto, várias marcas de pegadas de animais e humanas, muitas delas com 6 dedos.


 - O que significam?


 - Como foram parar nas paredes e no teto?


 - Seriam pegadas ou inscrições?


 - Por que a visitação é restrita pela Aeronáutica?


Portais no Roncador: Segundo a lenda, existem inúmeros túneis sob o Brasil, que se abrem para a superfície.


O mais famoso deles fica na Serra do Roncador.


A abertura do túnel é protegida pelos índios Xavantes, que não permitem a aproximação de estranhos.


 - O que seriam os portais do Roncador?


 - Onde estão?


 - Para onde levam?


 - Por que tantos buscam Atlântida ou Shamballah no Roncador?


 - O que seriam os crânios de cristal que algumas pessoas procuram?


Lagoa Encantada:


A lagoa se encontra em território indígena e é muito profunda.

Apesar da imensa quantidade de água, não existe nenhuma forma de vida nela. Localiza-se à entrada de uma caverna, também muito profunda e inexplorada.

Os índios não entram na lagoa por medo e na caverna, apenas o cacique é autorizado, pois dizem que é habitada por seres.

 - Quem seriam estes seres?


 - Porque nenhuma forma de vida sobrevive na lagoa?


 - Porque os índios guardam a entrada desta caverna?

Gruta Seca: 

Uma ampla câmara inicial se abre em vários túneis e outras câmaras.

Uma destas câmaras abriga um mobiliário de pedra muito interessante, semelhante aos modernos.

Outra delas tem no centro uma formação de estalactites e estalagmites com forma de imensa árvore, com uma espécie de parlatório no alto e um dos túneis não se consegue chegar ao final, pois qualquer forma de iluminação utilizada se apaga.

 - Quem viveu ali?


 - Para onde vai o túnel?


Cel. Percy Fawcett: 


Dizem que esteve no Roncador e que descobriu alguma.


Seu sobrinho-neto, Timothy Fawcett, foi por duas vezes rastreando os caminhos do tio-avô, através dos relatos das cartas que mandava para sua esposa Nina. 


Timothy dizia que os relatos oficiais de Fawcett eram diferentes para despistar, e que a família conhece a verdade.

Ao final de sua pesquisa, Timothy afirmava que o último vestígio do tio-avô seria na Gruta Seca.


 - O que aconteceu com Fawcett?


 - Para onde foi?


 - O que teria descoberto?


 - O que contam seus relatos para a família?


Pedra S. S. Arraya: 

A pedra que hoje se encontra em exibição no Porto dos Pioneiros tem a ver com a fundação da cidade, colonizada por garimpeiros atraídos pela história de uma garrafa de diamantes enterrada sob ela, no leito do Rio Araguaia, por garimpeiros que fugiam de um ataque de índios.

Quando retornaram para buscar a garrafa, o rio estava mais cheio e escreveram na pedra o nome de um deles, para facilitar a busca mais tarde.

O curioso é que quando a pedra foi retirada do rio para ser exposta, várias outras marcas foram observadas, muito mais antigas, vários círculos concêntricos, como nas pedras de altares incas.

Estas inscrições existem em outras pedras no rio, no mesmo local de onde esta pedra foi retirada.

 - Quem fez as inscrições? Qual o motivo? Qual a ligação do Araguaia com os incas? 


Tribos indígenas: 

Os Xavantes protegem a região e se consideram guardiões da “terra sagrada”.

Eles falam com medo de grandes bolas de fogo no céu ou focos de luz do céu iluminando a aldeia à noite.

 - Por que eles se consideram protetores da terra sagrada? O que será que eles já viram e presenciaram?

 - O que seriam estas bolas de fogo? Que tipo de equipamento apareceria à noite em regiões isoladas?


Pedras em formato de disco: 

 - Por que em locais onde existem mais ocorrências aparecem várias pedras em formato de disquinhos? 

 - Qual o seu significado? Como se formaram?


Pode-se chegar a Serra do Roncador por três cidades: 


Barra do Garças (MT), Aragarças (GO) e Pontal do Araguaia (MT).

Complemento de Materia para pesquisa!


Os mistérios da Serra do Roncador, em Mato Grosso

O estado tem locais em que abundam lendas que atravessam os séculos, todas indicando a presença de outras espécies cósmicas no Brasil Central

Categoria: AVISTAMENTOS | FOLCLORE EXTRATERRESTRE | UFOTURISMO


Quando se pensa em fatos insólitos e ocorrências enigmáticas no país, um estado do vasto Território Nacional sempre é citado, o Mato Grosso, onde estão localidades que atraem a atenção de estudiosos de fenômenos ufológicos e paranormais de muitas partes do mundo — mais especificamente a Chapada dos Guimarães, a 67 km de Cuiabá, a capital, e Barra do Garças, a 516 km. Intrigantes e inusitadas narrativas envolvem a região, estimulando a imaginação de moradores e a curiosidade de estudiosos. Arqueólogos são atraídos pelas pistas de civilizações perdidas, ufólogos vão ao local à procura da abundância de relatos, fotos e filmagens de UFOs, e aventureiros em geral rastreiam mistérios ainda ocultos.

Cidades misteriosas, objetos e seres perdidos nas florestas, luzes não identificadas que sobrevoam a mata e tesouros fabulosos são componentes de lendas que aguçaram a imaginação e a cultura dos habitantes de todo o local. Tanto a Chapada dos Guimarães quanto Barra do Garças — e especialmente essa — têm como tradição e rotina, em todas as épocas do ano, inúmeras referências a objetos voadores não identificados, supostas civilizações intraterrestres e passagens subterrâneas que ligariam o Brasil a Machu Picchu, no Peru. Lá se fala muito em Templo de Ibez, Agartha, o Caminho de Ló, Shamballah, Portal de Aquário etc. Muitas vezes as histórias vêm acompanhadas de descrições de vulcões extintos, fósseis de dinossauros e sinais luminosos em cavernas da região — mais especificamente na Serra do Roncador.

Situada no paralelo 15, a leste de Mato Grosso, ela é o divisor natural das águas entre os rios Araguaia e Xingu. Roncador é com certeza uma das áreas mais encantadoras do Brasil Central, com grandes belezas naturais ainda pouco exploradas pelo homem. Buscadores com objetivos diversos adentram em suas matas para, muitas vezes, nunca mais regressarem — sem deixar qualquer vestígio, apenas histórias, lendas e mitos. Como consequência, criaram-se ao longo dos séculos relatos de civilizações ocultas na região, lendas sobre o destino dos aventureiros desaparecidos e supostos portais dimensionais que levariam a outras civilizações. Tudo isso teria, para os moradores, íntima relação com o Fenômeno UFO. Entre a certeza de alguns e a desconfiança de outros, muitas hipóteses e crenças convivem harmoniosamente no imaginário popular, em meio aos cenários de vegetação do cerrado, cachoeiras e trilhas íngremes. 

Arrepios e medo nos visitantes

As estranhas narrativas estimulam o interesse de cientistas de todo o Brasil e do mundo, que se deslocam até Barra do Garças com o intuito de descobrir algum fato plausível no meio de tantas histórias fantásticas — e encontram. Barra é também um refúgio para quem procura dias quentes e ensolarados entre os meses de maio a outubro, justamente quando as regiões Sul e Sudeste estão em meio à nebulosidade e intimidadas pelo frio. Essa é uma época em que o volume de água do Rio Araguaia baixa com a seca, principalmente de junho a agosto, deixando à mostra uma grande extensão de areia e desvendando lindas praias fluviais. O local passa a ser um verdadeiro ponto de encontro para turistas.

A serra recebeu o nome de Roncador devido ao fato de que, em determinados momentos, na calada da noite ou do dia, emana de suas entranhas um som típico e semelhante a um ronco forte, que ecoa pelo cerrado provocando arrepios e medo nos visitantes. Tal ronco ocorre em virtude do encontro dos fortes ventos da região com imensos paredões maciços verticais. Ainda assim, não é raro encontrar pessoas que argumentam que o sinistro som teria origem em manobras de UFOs voando pela região. O clima de mistério do local já foi descrito nos registros da famosa expedição do explorador inglês Percy Harrison Fawcett, um coronel da Real Artilharia Britânica que foi para Barra do Garças em meados de 1919, em uma incansável procura por aquilo que ele estava convicto existir na região — vestígios de uma civilização intraterrestre perdida.
O objetivo de Fawcett era estabelecer contato com tal civilização, que seria composta por supostos descendentes dos Atlantes. Há registros manuscritos da referida expedição, hoje pertencentes à coleção de documentos da Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro. O explorador veio para o Brasil, embrenhou-se nas matas da Bahia e, seguindo pistas e vestígios, tentou desbravar Mato Grosso — onde suas descobertas o levaram até a Serra do Roncador. O explorador inglês acabou sumindo misteriosamente em 1925 e dele nada mais se soube. Fawcett era mundialmente admirado por ter levado uma vida inteira dedicada às mais delirantes aventuras na Ásia e América do Sul. Após o seu desaparecimento, tornou-se conhecido e retratado em algumas das mais notórias lendas mundiais, que inspiraram escritores como Arthur Conan Doyle [O Mundo Perdido] e Henry Rider Haggard [As Minas do Rei Salomão]. 

Indiana Jones real

Pouca gente sabe, mas Fawcett também serviu de exemplo para Steven Spielberg na criação do personagem Indiana Jones. Porém, as aventuras do coronel inglês não serviram apenas como inspiração para escritores e cineastas. Elas motivaram também dezenas de outros expedicionários nas décadas seguintes, curiosos igualmente tentando desvendar os mistérios do Roncador. Alguns deles eram movidos por puro espírito de aventura, outros objetivavam conquistar o prêmio que o jornal inglês The Times até hoje oferece a quem prestar informações detalhadas e confiáveis sobre o que realmente aconteceu com o explorador inglês. O que se sabe é que muitas expedições ocorreram, mas nenhuma obteve sucesso em encontrar a tal cidade perdida. O curioso é que, embora existam dúvidas da existência da tal civilização subterrânea, já se conhece até a sua denominação: Maanoa ou Manoa. Manoa custou a vida de inúmeros exploradores, que morreram por picada de cobra ou pelas mãos de índios não aculturados, capazes de torturar lenta e dolorosamente aqueles que ousassem penetrar em suas terras, interditas aos homens brancos.

“Cidades misteriosas, objetos e seres perdidos nas florestas, luzes não identificadas que sobrevoam a mata e tesouros fabulosos compõem as lendas e a cultura da Serra do Roncador”
Não foram poucos os que morreram nessa empreitada e muita gente nunca mais voltou para casa. Uma curiosa narrativa, catalogada sob o número 512 na Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro, inclui uma carta enviada pelos bandeirantes ao vice-rei, no ano de 1754, descrevendo minuciosamente a descoberta, no ano anterior, de uma cidade em ruínas na região. O documento explana detalhes sobre sinais indecifráveis na rocha, uma grande estátua de pedra negra, enormes arcos construídos, edifícios de pedra intactos e desmoronados e até sinais de possíveis riquezas para mineração, tudo isso fortemente guardado por perigosos índios de pele clara, que não aceitavam contato com estrangeiros. Essas características foram alguns dos estímulos que atraíram a atenção do coronel Fawcett na busca da cidade perdida — ele também possuía uma estatueta de pedra coberta de enigmáticas inscrições, que acreditava ser oriunda de Manoa.

Ao examinar o documento dos bandeirantes, Fawcett surpreendeu-se ao encontrar, entre os símbolos desenhados, alguns idênticos aos de sua estatueta. Após tal “prova”, o coronel não teve mais dúvidas e partiu rumo a algum inóspito ponto de Mato Grosso, adentrando pela Serra do Roncador, para nunca mais voltar. Lenda ou não, ainda hoje os mistérios do lugar são guardados a sete chaves pelos índios xavantes que vivem na região e lá possuem vários lugares sagrados, que não podem ser visitados pelo homem branco sem que estejam em sua presença. Dentre esses locais há uma caverna na qual os índios só entram até a primeira galeria — não se arriscam a avançar mais do que isso, pois temem o que pode haver no subterrâneo. 
“Entrada das moradas dos deuses”

Segundo eles, nas profundezas do local viveriam seres estranhos, e quem se arriscasse a entrar lá não retornaria mais. Outro lugar sagrado para os xavantes é a Lagoa Encantada, um lago com total ausência de vida sob as águas. Alguns índios nadam no local, mas não se aventuram a mergulhar muito fundo, pois têm medo de serem sugados por alguma força invisível e não voltarem mais. Segundo os anciões das aldeias da região, a lagoa seria a “entrada da morada dos deuses, onde luzes mergulham e depois saem da água em direção às estrelas”.

A Ponte de Pedra, localizada em um privilegiado ponto da região, onde se pode ter uma deslumbrante visão do completo rochoso que abriga a Serra do Roncador

 No município de Barra do Garças, considerado porta de entrada para a Serra do Roncador, é comum ouvir dos índios relatos de contatos com criaturas não humanas ou extraterrestres, que denominam “seres das estrelas”. Roncador se inicia nos limites do Parque Estadual da Serra Azul, uma área de 11 milhões de hectares destinada à preservação do cerrado. Lá se fala muito de outra comunidade indígena desconhecida, que guardaria ferozmente os mistérios da cadeia de montanhas — os chamados “índios morcegos”. Sobre eles há um interessante trecho de uma antiga carta escrita pelo explorador e naturalista norte-americano Carl Huni: “A entrada da caverna é guardada pelos índios morcegos, que são de pele escura e pequeno porte, mas têm grande força física. Seu olfato é mais desenvolvido do que o dos melhores cães de caça. Mesmo que eles aprovem e deixem entrar nas cavernas, receio que quem o fizer estará perdido para o mundo presente, porque guardam um segredo muito cuidadosamente e não permitem que aqueles que entrem possam sair”. 
Muitos sítios arqueológicos

O naturalista descreveu que os índios morcegos viveriam em cavernas e sairiam apenas à noite para a floresta vizinha, mas sem manter contato com os chamados “moradores de baixo” [Veja box]. Para eles, segundo relatou o explorador, esses moradores habitavam uma cidade subterrânea, na qual formariam uma comunidade autossuficiente e com uma considerável população. De onde Carl Huni, que gozava de grande reputação na comunidade científica e acadêmica de sua época, tirou essas informações?

“São poucos os moradores da Serra do Roncador que não têm uma boa história para contar sobre luzes que brilham e se movimentam em meio à escuridão dos céus da cidade e seus morros”
Toda a vasta extensão do município de Barra do Garças, na divisa do Mato Grosso com Goiás, era dominada pelos índios bororos, não diferentes dos xavantes em se tratando de relatos de fatos estranhos e ufológicos. A cidade é banhada pelos rios Araguaia e das Garças — o último encontra-se com o primeiro no perímetro urbano, daí o nome Barra do Garças. Os xavantes e bororos têm em sua rica mitologia lendas relacionadas a seres semelhantes aos humanos, mas com seis dedos nas mãos, que teriam vivido na região. Algumas dessas lendas falam ainda que tais seres viveriam juntamente com outras estranhas criaturas parecidas com gente, só que de três e quatro dedos.


Existem cavernas na região, especialmente entre a Serra Azul e a Serra do Roncador, nas quais se podem encontrar marcas de pegadas petrificadas de pés de seis, quatro e três dedos — mas nenhum registro de pés com cinco dedos. Uma delas é conhecida, justamente por isso, como Caverna ou Gruta dos Pezinhos. O Parque Estadual da Serra Azul, quase que ao lado da Serra do Roncador, possui inúmeras trilhas, 14 cachoeiras, diversos sítios arqueológicos e paleontológicos e um mirante com uma estátua do Cristo Redentor, em um ponto privilegiado de onde é possível apreciar as três cidades vizinhas — Barra, Aragarças e Pontal do Araguaia. No mesmo parque está uma obra curiosa, um aeroporto para discos voadores, o famoso discoporto de Barra do Garças, onde as pessoas podem tirar fotos em painéis, como se estivessem em naves espaciais. A obra é projeto de um ex-prefeito do município, Valdo Varjão, falecido há poucos anos, e para ela foram reservados cinco hectares que funcionam como um atrativo turístico.

“Eu queria colocar Barra na mídia, pois a cidade tinha pouca divulgação e exploração turística. Como esta região sempre teve histórias de UFOs e um misticismo muito forte, aproveitei a ideia”, explicou Varjão. Mas enquanto nenhum veículo extraterrestre chega à cidade, uma nave em formato de um disco voador, feita com chapas de aço, é a diversão das crianças, que podem entrar no aparelho e tirar fotos. O local é muito visitado por turistas de todo o país, atraídos pelo fascínio que os casos ufológicos da região — esses sim reais — causam. Varjão já foi rotulado de louco, lunático, visionário e até coisas mais pesadas, mas graças à excentricidade de sua ideia o ex-prefeito acabou por colocar a cidade no mapa.
Convidado a participar de inúmeros programas de TV, chamou a atenção da imprensa de todo o país e do exterior ao mostrar a rica casuística que envolve toda a região. Barra do Garças ficou internacionalmente conhecida pela original ideia de abrigar um aeroporto para discos voadores, que tempos depois seria imitado por outros prefeitos. Embora ressentido com as gozações que enfrentou — razão pela qual passou a ser mais cauteloso em relação ao polêmico projeto —, Varjão alcançou seu objetivo. “A ideia não era exatamente atrair discos voadores para Barra do Garças, mas sim turistas, e assim usar o potencial que a cidade tem nessa área”, ressaltou o ex-prefeito, em um de seus desabafos.

Aparições fantasmagóricas

Fato ou imaginação, são poucos os moradores que não têm uma boa história para contar sobre luzes que brilham e se movimentam em meio à escuridão dos céus da cidade e seus morros. Além de aparições fantasmagóricas e experiências fora do corpo quando estão próximos a Serra do Roncador, o que suscita a potencialidade não somente ufológica do local, mas também na área da paranormalidade. É interessante ressaltar que quase no centro da cidade, ao lado do Disconauta Palace Hotel, um aconchegante estabelecimento que recebe turistas o ano inteiro, encontra-se ainda uma enorme pedra em formato discoide e com estranhas inscrições, algo polido primitivamente e que impressiona por sua semelhança a um disco voador. A pedra foi propositalmente colocada lá há algum tempo — o que encanta a toda a população, visitantes, pesquisadores e curiosos.

Pinturas rupestres encontradas dentro da gruta Casa de Pedra, que retratam a vida dos que habitaram o local. São datadas de milhares de anos

 É importante ressaltar também que, tempos atrás, fatos inusitados aconteceram entre os dois pontos de maior incidência ufológica do Mato Grosso, firmando ainda mais a alegação de que UFOs frequentam o estado. Um se deu entre a Chapada dos Guimarães e a Serra do Roncador, justamente na já referida Serra Azul, em uma área localizada dentro do município de Nova Brasilândia, a 260 km de Cuiabá. Em 01 de junho de 1997, uma bola de fogo veio do espaço e espatifou-se no solo, emitindo um enorme estrondo que foi ouvido a mais de 150 km. Sua iluminação era tamanha que a noite virou dia por pelo menos um minuto. Incrivelmente, a partir daquele dia, a cidade passou a atrair uma repentina fama, tendo a imprensa invadido o município em busca de maiores informações sobre o fato.
Infelizmente, as intensas buscas realizadas pela equipe de investigadores de campo da Associação Matogrossense de Pesquisas Ufológicas e Psíquicas (AMPUP) e integrantes de vários veículos de comunicação, tanto por ar como por terra, resultaram infrutíferas. O que restou foi mais um mistério para o longo rosário de enigmas que Mato Grosso já acumula.

Os índios morcegos, uma lenda ou realidade?
Por Pablo Villarrubia Mauso



“Acredita-se que os habitantes das cidades subterrâneas brasileiras sejam descendentes dos atlantes, seus construtores, mas não se pode saber com certeza. O nome da cadeia montanhosa onde estão tais cidades é Roncador, no Mato Grosso. Quem vai procurar tais cavernas põe a sua vida nas próprias mãos. Quando estive no Brasil, ouvi falar muito delas, mas desisti de pesquisá-las porque ouvi que as entradas dos túneis estavam fortemente guardadas e vigiadas pelos índios morcegos”, dizia em seu diário de viagens o explorador norte-americano Carl Huni. 

De acordo com relatos colhidos há décadas, tais índios teriam pele escura e seriam de pequeno porte, mas com grande força física. “Seu olfato é mais desenvolvido do que o dos melhores cães de caça. Mesmo se eles o aprovarem e lhe deixarem entrar nas cavernas, receio que estará perdido para o mundo presente, porque guardam um segredo muito cuidadosamente e não podem permitir que aqueles que entrem voltem”, acrescentou Huni em suas memórias. Os índios morcegos viveriam em cavernas e sairiam à noite para a floresta circunvizinha, mas não estabelecem contato com os moradores. Habitariam uma cidade subterrânea na qual formam uma comunidade autossuficiente, com uma população considerável. 

“Milhares desapareceram”

Huni parece ter se informado e pesquisado bastante essa curiosa etnia. Ele insiste em sua obra: “Sei que uma boa parte dos imigrantes que ajudaram na revolta do general Isidoro Dias Lopes, em 1924, desapareceu nestas montanhas e nunca mais foi vista. Foi sob o governo do doutor Bernardes, que bombardeou São Paulo durante quatro semanas. Finalmente fizeram uma trégua de três dias e permitiram que quatro mil praças, principalmente alemães e húngaros, saíssem da cidade. Cerca de três mil deles foram para o Acre, no noroeste do Brasil, e cerca de mil desapareceram nas cavernas. Ouvi a história muitas vezes. Se me lembro bem do local onde desapareceram, foi na extremidade sul da Ilha do Bananal, perto das Montanhas do Roncador”.


A descrição dos índios morcegos dada por Huni lembra muito a aparição de homens alados registrados nos anais da Ufologia Mundial, como no sul do Brasil, nos anos 60, e nos céus da cidade espanhola de Barcelona, nos anos 90. Estariam associados aos humanoides, ocupantes dos UFOs? Seriam eles os responsáveis pelas abduções de milhares de pessoas em todo o globo? 
Uma dessas grutas habitadas pelos membros de tal etnia ficaria perto do Rio das Mortes, entre os paralelos 14 e 15, e está indicada no livro de Leo Doctlan, Minha Vida Com Uma Vestal [Editora Sananda, 1997], como a entrada para a cidade subterrânea, para onde uma adolescente foi levada. Depois de submetida a um suposto processo de alteração molecular e de registros mentais, que chamaram de abdução, foi revelado a ela que sua missão terminaria com a formação de sete discípulos e que, após isso, poderia voltar e viver junto com eles. 

Essa intrigante história, assim como tudo o que diz respeito aos índios morcegos e sua notável sabedoria, está para ser confirmada. Parte delas é compartilhada por índios bororos, não diferentes dos xavantes em se tratando de relatos de fatos estranhos e ufológicos. São os primeiros que teriam dominado por séculos toda a vasta extensão do município de Barra do Garças, na divisa do Mato Grosso com Goiás.








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O Retorno do Planeta X



Reconstrução: Os Jardins Suspensos da Babilônia (Iraque)


Muita especulação em círculos metafísicos estes dias diz respeito ao possível retorno do Planeta X, um planeta misterioso móvel que oscila para o lado do nosso sistema solar, e é esperado para retornar a nossa parte do sistema solar em breve. Na mitologia suméria, o Planeta X é chamado de "O Senhor" e é o lar de um grupo de seres que a Bíblia chama Brilhantes Segundo a minha interpretação dos mitos sumérios apresentados no meu livro Arca das Christos:. Mitologia Ti, Simbolismo e Profecia do Retorno do Planeta X e Age of Terror, esses seres sábios, "anjos" do Antigo Testamento, exercia enorme tecnologia avançada.


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Círculos de Pedra, Monumentos megalíticos



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O QUE é um dólmen?, talvez você pergunte. É um sítio pré-histórico composto de duas ou mais pedras pesadas, verticais, com outra sobreposta (lintel), que em geral formam uma câmara muitas vezes usada como túmulo. São encontrados principalmente no oeste, no norte e no sul da Europa.





Na província holandesa de Drenthe, em geral há dólmenes em regiões bonitas e pitorescas. O famoso pintor Vincent van Gogh escreveu em uma de suas cartas: ‘Drenthe é tão belo que eu preferia não o ter conhecido, já que não posso ficar aqui para sempre.’ Os amantes da natureza e os interessados em arqueologia têm um prato cheio quando visitam os dólmenes de Drenthe.





Mas por que antigos conjuntos de pedras deveriam nos interessar? Um motivo é a curiosidade. Por que povos antigos trabalhariam tanto para mover, modelar e erguer pesos incríveis? Algumas pedras pesam toneladas. E naquele tempo, não havia guindastes modernos para fazer o trabalho. Assim, o que se sabe sobre os dólmenes?






Monumentos megalíticos






Os dólmenes são classificados como monumentos megalíticos (“megálito” vem do grego e significa “pedra grande”). Talvez você já tenha ouvido falar dos menires da França, cujo nome deriva duma palavra bretã que significa “pedra comprida”. Em Minorca, nas ilhas Baleares, há megálitos conhecidos como taulas (mesas), que consistem numa laje pesada colocada horizontalmente sobre uma pedra vertical, formando assim um “T” maciço.





As pessoas ainda ficam intrigadas com Stonehenge, na Inglaterra, um círculo de pedras enormes, algumas pesando até 50 toneladas. Cerca de 80 pilares de “pedra azul” foram transportados por mais de 380 quilômetros desde os montes Preseli, no País de Gales. Segundo o livro Mysteries of Mankind—Earth’s Unexplained Landmarks (Mistérios da Humanidade — Os Marcos Inexplicados da Terra), da National Geographic Society, “os eruditos presumem que o monumento [de Stonehenge] . . . era um templo que talvez retratasse os movimentos eternos e cíclicos do Sol, da Lua e das estrelas através do céu, mas não muito mais do que isso”.





Um dólmen hoje é só um esqueleto dum monumento funerário, visto que as rochas gigantescas estavam originalmente ocultas sob um monte de areia ou terra. As descobertas revelaram que o dólmen era um túmulo comunitário. Algumas evidências indicam que mais de uma centena de pessoas foram enterradas em um certo dólmen, um verdadeiro cemitério.





Na Holanda, 53 dólmenes sobreviveram até os nossos dias, 52 dos quais estão na província de Drenthe. É interessante que eles não foram erguidos ao acaso, mas a maioria está alinhada no sentido leste-oeste, com a entrada voltada para o sul, o que pode ter algo a ver com a posição do Sol no decorrer das estações. Os antigos construtores usaram rochas de apoio verticais e grandes lintéis, ao passo que as fendas entre as rochas foram fechadas com pedaços de pedra. O piso era de pedra. O maior dólmen da Holanda, perto da vila de Borger, tem 22 metros de comprimento e ainda é composto de 47 pedras. Um dos lintéis tem cerca de 3 metros de comprimento e pesa 20 toneladas. Tudo isso suscita diversas perguntas:






Quando foram construídos? Por quem, como e por quê?






As respostas a essas perguntas são muito vagas porque não há história escrita da Europa daquele tempo. Assim, é apropriado referir-se aos dólmenes como monumentos misteriosos. O que então se sabe sobre eles? Ou pelo menos, quais são as hipóteses a respeito?





Em 1660, o “Reverendo” Picardt, da cidadezinha de Coevorden, em Drenthe, concluiu que eles foram construídos por gigantes. Com o tempo, as autoridades locais mostraram interesse por esses túmulos. Visto que as pedras estavam sendo usadas para reforçar diques, e para construir igrejas e casas, a Administração de Paisagens de Drenthe promulgou uma lei, em 21 de julho de 1734, que protegia os dólmenes.





Somente a partir de 1912 é que vários dólmenes começaram a ser cuidadosamente examinados por especialistas. Encontraram-se cacos de barro (fragmentos de cerâmica), ferramentas (cunhas de machado, de pederneira, e pontas de flecha) e ornamentos (contas de âmbar) nos dólmenes, mas poucas ossadas, visto que essas não foram bem preservadas no solo arenoso. Em alguns lugares, acharam-se cacos de barro de até 600 vasos. Presumindo-se que junto com cada morto enterravam-se dois ou três vasos de comida, bastante gente deve ter sido enterrada em alguns dos túmulos.





Cientistas dizem que os dólmenes foram construídos com rochas errantes da Escandinávia, que foram transportadas por geleiras durante uma primitiva era glacial. Afirma-se que os construtores eram agricultores da chamada “cultura dos copos afunilados”, assim denominados por causa dos característicos copos grandes em forma de funil que foram encontrados.





Uma teoria sobre o método de construção é a seguinte: “As rochas pesadas eram provavelmente colocadas sobre toras de madeira e puxadas com cordas de couro. Para colocar os lintéis em cima, supõe-se que tenham construído uma rampa de areia e argila.” Mas ninguém sabe ao certo como isso foi feito. Por que os mortos não foram simplesmente enterrados do modo usual? Em que criam os construtores no que diz respeito à vida após a morte? Por que se deixaram artefatos nos túmulos? Os pesquisadores só têm conjecturas sobre as respostas a essas perguntas. Visto que os dólmenes foram construídos há muito tempo, não é possível dizer exatamente quando, por quem, por que e como isso foi feito.





Quando, no tempo devido de Deus, os mortos forem ressuscitados, os que voltarem à vida talvez respondam a algumas dessas perguntas. (João 5:28; Atos 24:15) Finalmente, os construtores dos dólmenes poderão revelar quando viveram, quem eram, por que construíram seus monumentos impressionantes e como o fizeram.





Arranjo: Jefferson

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Yellowstone - Saiba as consequências de uma erupção!

A erupção do vulcão Yellowstone não é um fato relacionado a 2012, mas é uma realidade. Mais cedo ou mais tarde vai acontecer.



Parece que o planeta está se revoltando nestes últimos anos, mas dessa vez agora é com o Super-vulcão Yellowstone, que fica no parque Yellowstone nos EUA.


Especialistas estudam e monitoram esse supervulcão, um dos maiores do planeta, que tem sua caldeira com mais de 60km de diâmetro.


Todos os anos, o solo em Yellowstone, tem uma elevação, um inchaço, devido ao Magma e pressão interna da caldeira, esse inchaço é de 5 a 7 cm por ano. (uma catástrofe anunciada a séculos).





O problema é que no dia 19/01/ 2011 o Supervulcão deu uma respirada, inchou mesmo, uma grande área do parque se elevou em mais de 25cm de altura a uma velocidade surpeendente e vários lugares agora tem imensas rachaduras profundas que foram abertas , inclusive na caldeira, com perda de magma por kilômetros terra a dentro.





Os cientistas disseram que é um caso extraordinário de pressão vulcânica jamais visto e que não sabem se estamos lidando com uma pré-erupção.





No caso de uma explosão de um supervulcão desses… seria algo equivalente a milhões de bombas nucleares, dizem os especialistas.





Consequências da Erupção





Se o vulcão Yellowstone entrasse em erupção, a erupção duraria cinco dias.





Cerca de três meses após a erupção uma nuvem de poeira e cinzas vulcânica cobriria o Hemisfério Norte, fazendo as temperaturas baixarem para -30ºC.





Ao mesmo tempo o Hemisfério Sul teria uma estação seca que duraria tempo indeterminado e temperaturas que chegariam a 50°C.





Imediatamente após a erupção um gás mortal e venenoso, chamado piroplastic que atingiria a temperatura de cerca de 900°C, se espalharia incinerando tudo em um raio de 1900km, devastando as regiões do Kansas, Nebraska, Livingstone, etc.





Partículas do gás poderiam se espalhar ainda mais longe, matando várias pessoas por envenenamento ou asfixia.





O tremor de terra resultante da erupção atingiria grau 8.9 na Escala Richter, provocando uma onda subterrânea que iria se espalhar até o oceano, causando um enorme tsunami com ondas de 55 metros que iria devastar as áreas costeiras da Europa, América Central, América do Sul, e Ásia.





Existem vulcões - e há os supervulcões. Esta última categoria ainda não tem definição consensual - o termo foi popularizado por um documentário transmitido pela BBC em 2000 -, mas alguns cientistas o empregam para designar erupções excepcionalmente violentas e volumosas.





O U.S. Geological Survey (USGS) usa o termo para se referir a qualquer erupção em que sejam lançados mais de 1 milhão de metros cúbicos de pedra-pomes e cinza no decorrer de um único evento - ou seja, 50 vezes a do vulcão Krakatoa em 1883, na qual morreram mais de 36 mil pessoas.





Uma explosão vulcânica mata plantas e animais em um raio de quilômetros; já os supervulcões, quando entram em atividade, são capazes de provocar a extinção de espécies, pois modificam o clima em todo o planeta.







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Os vulcões sempre assombraram a humanidade, porém agora os cientistas estão estudando algo muito mais assustador, os supervulcões, mil vezes maior e mais destrutivo. E, antes de ser um evento do passado, é um acontecimento comum, responsável por alterações no clima e extinções em massa.










Os vulcões formam-se pelo acúmulo de magma (rocha derretida) que irrompe para a superfície. A força do fenômeno dá a forma cônica. Há mais de mil vulcões em atividade no mundo e cerca de cinqüenta  entram em erupção todo ano





Já nos supervulcões, o magma não chega a superfície, fica acumulado em uma câmara magmática acumulando sua carga mortal por milhares de anos até explodir. O último supervulcão a explodir foi o Toba, na Sumatra, 74.000 anos atrás. O efeito no planeta foi devastador. Não se conhecia nenhum.





Porém algo foi descoberto, em 1965, no Parque de Yellowstone (o do Zé Colméia), o pesquisador Robert Christiansen observou no parque cinza compactada. Acreditava que o parque era um supervulcão, porém o pesquisador não o encontrou.





A NASA estava testando um novo tipo de câmara e escolheram o parque. O pesquisador teve acesso às imagens e descobriu algo fascinante, o supervulcão  era imenso, quase do tamanho do parque, medindo 70 Km x 30 Km.





O pesquisador descobriu que o supervulcão de Yellowstone teve três erupções (três camadas de cinzas), a primeira ocorreu há cerca de dois milhões de anos, a segunda, há um milhão e duzentos mil anos e a mais recente há apenas 600 mil anos. Os pesquisadores estabeleceram um ciclo de 600 mil anos. Ficaram aterrorizados com a possibilidade iminente de uma explosão, se o vulcão estivesse ativo. Porém não havia atividades sísmicas, o vulcão parecia extinto. Parecia!





Em 1976, o pesquisador Robert Smith estava estudando o Parque de Yellowstone quando testemunhou que as águas do lago estavam inundando as árvores do lado sul. Solicitou uma medição e comparou com a que foi feita em 1923. Descobriram que o centro do parque havia se elevado 70 cm. O vulcão estava vivo! E o centro do parque continua a subir 2,5 cm por ano.





Um grande temor os levou a espalhar 22 sismógrafos pelo parque. Esses aparelhos registram os tremores de terra. Como os tremores movem-se mais lentos no magma, a análise dos dados revelou o tamanho da câmara magmática, media 70 km de extensão por 30 km de largura e 10 km de altura e estava localizado há apenas 8 km da superfície. Uma enorme bomba, preste a explodir a qualquer momento.











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CIVILIZAÇÕES ANTIGAS - OS CELTAS.




Existe uma pergunta que todo historiador ou estudante de história faz: Como um povo tão importante e interessante como os Celtas são geralmente esquecidos ?








Pela inexistência de dados e documentos originais, grande parte da história dos celtas é hipotética. Sabe-se, hoje, que se estendeu por 19 séculos, desde 1800 a.C. — quando, culturalmente, os celtas se individualizaram entre os demais povos indo-europeus — até o século I d.C, época da decadência motivada pela desunião entre suas várias tribos e a invasão romana às terras que ocupavam. 






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O período mais brilhante da história celta transcorre, aproximadamente, entre 725 e 480 a.C., na Era de Hallstatt, início da civilização céltica do ferro e, também, da invasão à Europa. Os celtas se instalaram em uma imensa região das atuais repúblicas Tcheca, Eslovaca, Áustria, sul da Alemanha, leste da França e da Espanha, alcançando a Grã-Bretanha. Nesta fase se consolidaram os traços particulares da civilização céltica. 





Os Celtas foram o primeiro povo civilizado da Europa. Chegaram neste continente junto com a primeira onda de colonização ainda em 4.000 AC. Destacaram-se dos outros povos que chegaram na mesma época porque acreditavam em uma terra prometida e iam em busca dela. Em 1800 AC já tinham a sua cultura e o território totalmente estabelecidos, isso enquanto os gregos e os romanos nem sonhavam em nascer ( e há quem diga que eles são colônias celtas ). 





Ocupavam a região da Alemanha, Bélgica, Holanda, Dinamarca, França e Inglaterra. Não eram lá muito calmos e pacíficos, para se ter uma idéia do como eram guerreiros, para um menino ser considerado homem tinha de passar por um prova que consistia em sair da cidade onde morava, sair da sua região, e trazer a cabeça de qualquer pessoa que não fosse Celta. Somente com a cabeça na mão é que se fazia uma tatuagem em seu corpo que dizia que ele agora era homem adulto. ... 








Chegaram a desenvolver uma escrita, ela é tão complexa que hoje são poucos os que se atrevem a desvendá-la. A escrita era considerada mágica, e somente os seus sacerdotes é que a aprendiam, estes eram os famosos druídas. Inventaram lendas belíssimas, que estão entre as mais famosas dos dias de hoje, como por exemplo as história do rei Arthur e os cavaleiros da távola redonda, Tristão e Isolda, além de terem inventado quase todos os contos de fada ( que foram se modificando com o tempo ) 





Sem dúvida eram um povo com muita ciência unida a muita mística. Têm relatos praticamente inexplicáveis, como o de uma operação de transplante de coração, realizado em 1000 a.C., e o de Navios voadores que soltavam fumaça enquanto desciam e pousavam no meio dos campos da Inglaterra. Utilizaram com muita perfeição o monumento de Stonehenge , o qual dizem que não construíram ... outro mistério entre os tantos que o cercam. 









Tinham um estrutura de família bem peculiar, se consideravam animais acreditavam em uma infinidade de deuses e demônios, por sinal, vocês sabiam que os simpáticos duendezinhos com seus potes de ouro são invenção dos Celtas, só que nesta história eles não são nada engraçados, são terrivelmente malvados e sarcásticos. 







E numa cultura com tantas lendas, tantos seres malvados, tinham também grandes heróis ... e se espantem, o maior destes heróis era uma mulher, e o seu maior ato heróico era o poder gerar vários filhos por ano, 7 a 8, durante todos os anos. 





E com heróis querendo vencer demônios, tinham artefatos sagrados muito interessantes, são 4 os que influenciaram praticamente todo o nosso imaginário.












Complemento de Matéria 







Na época em que o Império Romano invadiu e conquistou a ilha da Grã-Bretanha, o povo celta era o povo que habitava esta região. Chegaram na região vindos de diversas regiões da Europa, entre os séculos II e III A.C.





Era um povo formado por indivíduos fortes e altos. Dedicavam-se muito à arte da guerra, embora também tenham desenvolvido muito o aspecto artístico, principalmente o artesanato. 





Conheciam técnicas agrícolas desenvolvidas para a época como, por exemplo, o arado com rodas. Fabricavam jóias, armaduras, espadas e outros tipos de armas, utilizando metais. Fabricavam carros de guerra desenvolvidos, que chegavam a provocar medo nos inimigos.








Possuíam uma religião politeístas, ou seja, acreditavam em vários deuses. Faziam seus rituais religiosos ao ar livre. No calendário celta havia diversas festas místicas como, por exemplo, o Imbolc (em homenagem a deusa Brigida). Esta festa marcava o início da época do plantio das sementes. As cerimônias e os rituais ficavam sob responsabilidade dos druidas, o sacerdote dos celtas. 






Os belgas foram a última tribo de celtas que chegou na região da Britânia. Os belgas estabeleceram-se na área onde hoje é a Inglaterra. Foram habitar nas florestas e nas clareiras da região, ao contrário dos outros povos celtas que preferiram morar nas regiões montanhosas. 





O príncipe belga mais conhecido deste período foi Cimbelino. Com sua capacidade de conquistas, tornou-se senhor de quase toda região sudeste da Inglaterra. Fundou nesta área a cidade de Camulodunum, próxima a cidade inglesa atual de Colchester.





Arranjo: Jhero 
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26/02/2017

Pirâmides de Cristal submersa no Triângulo das Bermudas

Piramides Tringulo Bermudas
Estas estruturas estranhas a uma profundidade de dois mil metros foram localizados com a ajuda de sonar de acordo oceanógrafo Dr. Meyer Verlag.

Estudos com cientistas da equipe outros permitiram determinar que as duas pirâmides gigantes, possivelmente feitas de algo como um vidro grosso, são estruturas verdadeiramente impressionantes, já que cada um deles é maior do que a pirâmide de Quéops, no Egito. B.Meyer acredita que a divulgação dos segredos das pirâmides estranhos que estão no centro do triângulo, vai lançar luz sobre o assunto.

Terrível e misterioso, que estão associados com os desaparecimentos no Triângulo das Bermudas. Na sua conferência de imprensa, nas Bahamas, o cientista deu a um relatório com as coordenadas exatas das pirâmides e os cartões com a sua imagem.

Oceanógrafo no local afirmou que a tecnologia é desconhecida para a ciência moderna, e é projetado de modo que a pirâmide água abaixo. Talvez, um estudo mais aprofundado dar resultados ao longo do tempo difíceis de imaginar. acima das pirâmides são frequentemente relatórios. Assim como oceanógrafos americanos na década de 1990, descobriram pirâmides submarinas, é exatamente no centro do Triângulo das Bermudas, no centro.

Os cientistas processar todos os dados recolhidos e concluíram que a superfície é perfeitamente lisa de vidro, algo reminiscente ou gelo. As dimensões das pirâmides eram quase três vezes a pirâmide de Quéops. Esta notícia foi uma sensação, que foi discutido em uma conferência na Flórida.

Os jornalistas presentes na mesma, tem um monte de fotos e dados computadorizada de alta resolução, mostrando as pirâmides tridimensionais perfeitamente lisas, sem ser coberto com algas da superfície livre de detritos ou rachaduras. A questão é por que agora nos meios de comunicação, a questão está fechada ?

Tradução Automática
Fonte: ovnicanarias

SAIBA TA NA NET REVELANDO VERDADES OCULTAS
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Arqueologia Originais OADM, Saiba Ta Na Net

 

Arqueologia é a disciplina científica que estuda as culturas e os modos de vida do passado a partir da análise de vestígios materiais. É uma ciência social que estuda as sociedades já extintas, através de seus restos materiais, sejam estes móveis (como por exemplo um objeto de arte) ou objetos imóveis (como é o caso das estruturas arquitectónicas). Incluem-se também no seu campo de estudos as intervenções feitas pelo homem no meio ambiente.

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A maioria dos primeiros arqueólogos, que aplicaram sua disciplina aos estudos das antiguidades, definiram a arqueologia como o estudo sistemático dos restos materiais da vida humana já desaparecida. Outros arqueólogos enfatizaram aspectos psicológico-comportamentais e definiram a arqueologia como a reconstrução da vida dos povos antigos.

A disciplina da arqueologia envolve trabalhos de prospecção, escavação e eventualmente analises de informação recolhida para aprender mais sobre o passado humano. Na maioria das vezes, a arqueologia depende de trabalhos de investigações multidisciplinares. A arqueologia baseia-se também em conceitos em torno de variadas áreas de conhecimento e ciências como a antropologia, história, história de arte, etnoarqueologia, geografia, geologia, linguística, semiologia, física, ciências da informação, química, estatísticas, paleoecologia, paleontologia (paleozoologia e paleoetnobotânica)..

Em alguns países a arqueologia é considerada como uma disciplina pertencente à antropologia enquanto que em países, como em Portugal, esta foi considerada uma disciplina pertencente ao ramo cientifico da História e dependente deste. Enquanto a antropologia se centra no estudo das culturas humanas contemporâneas, a arqueologia dedica-se mais ao estudo das manifestações culturais e materiais destas desde o surgimento do Homem ( transição do Australopitecos para o Homo habilis) até ao presente. Deste modo, enquanto as antigas gerações de arqueólogos estudavam um antigo instrumento de cerâmica como um elemento cronológico que ajudaria a pôr uma data à cultura que era objeto de estudo, ou simplesmente como um objeto com um verdadeiro valor estético, os arqueólogos dos dias de hoje veriam o mesmo objeto como um instrumento que lhes serve para compreender o pensamento, os valores e a própria sociedade a que pertenceram.

Os arqueólogos podem ter de actuar em situações de emergência, como quando existem obras que põem a descoberto vestígios arqueológicos até então desconhecidos, sendo, nestes casos, criados e enviados para o local piquetes de emergência. Deste modo, procuram desenvolver medidas para minimizar o impacto negativo que essas obras possam ter no património arqueológico podendo ser feitas alterações pontuais no projecto inicial. Só em casos excepcionais os achados arqueológicos são suficientemente importantes para justificar a anulação de obras de grande envergadura (ex.: barragem de Foz Côa). Em certos casos, a destruição parcial ou total dos vestígios arqueológicos poderá ser inevitável, nomeadamente por motivo de obras de superior interesse público, o que exige um registo prévio o mais exaustivo possível.

A fim de se minimizarem os riscos de destruição do património arqueológico devido a obras públicas ou privadas de grande amplitude, tem-se procurado, nos últimos anos, integrar arqueólogos nas equipas que elaboram os estudos de viabilidade e de impacto ambiental. A tendência actual é para substituir uma arqueologia de salvamento por uma arqueologia preventiva.

A arqueologia passou a ser vista com interesse e tornou-se uma ciência popular graças à propaganda feita pela saga Indiana Jones, em que o herói, representado por Harrison Ford, era um professor de arqueologia. Essa a associação da ciência e o gosto de aventuras glamorizadas pelo personagem criado por Steven Spielberg e George Lucas catapultou assim para o imaginário público um ideal romantizado do que é a investigação arqueológica.

 

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19/02/2017

Pirâmides submersas

piramide sub 2

Pirâmides de 11 mil anos submersas Japão podem confirmar Terceira Raça

Nos últimos anos, novos e impressionantes achados arqueológicos trazem fortes luzes sobre tempos imemoriais e estão fazendo com que a ciência da antropologia dê sobressaltos de calafrios nas últimas décadas. Se antes, pensávamos apenas em Atlântida como sendo um continente perdido no Oceano Atlântico, bem como o mítico Continente de Mu no Oceano Atlântico, e as terras de Rama no Oceano Índico, precisamos lembrar que os povos amarelos também tem suas lendas. E essas lendas podem estar sendo corroboradas por impressionantes descobertas.
Um tema mitológico muito conhecido no Japão, Taiwan , China e Filipinas descrevem a antiga busca por uma civilização perdida naquela região do planeta. Esse folclore cita através de lendas a probabilidade de um reino submerso nas Águas do Oceano Pacífico, com uma linha costeira que unia várias terras e onde os fragmentados arquipélagos da Malásia, da Indonésia, das Filipinas e do Japão não seriam mais do que partes de um grande continente.
Pirâmides submersas no Japão
Alguns pesquisadores o denominam de Lemúria, mas no Japão, é chamado Hori. E foi em 1985 que mergulhadores japoneses fizeram surpreendentes descobertas. Ao estudarem uma região no Arquipélago de Ryûkyû, a 480 km a sudoeste de Okinawa – Japão, o mergulhador Kihachiro Aratake estava com sua equipe procurando melhores lugares para turistas praticarem mergulho quando encontrou um conjunto de misteriosas ruínas magalíticas. Era uma plataforma com escadarias, as quais cada uma tem mais ou menos 1 metro de altura, assemelhando-se com um altar em pedras cortadas com precisão.
São restos de uma cidade antiqüíssima submersa próxima ao território japonês. A área tem 28,88 km² que tem uma população de menos de 2.00 moradores. Muitos historiadores, arqueólogos e outros cientistas foram atraídos até o sítio arqueológico, onde realizaram estudos geológicos para o cálculo da idade destes monumentos.
Chegaram a uma estupenda conclusão: os monumentos têm perto de 11.000 anos de idade
Isso coloca as edificações como sendo as mais antigas do planeta. Mais oito grandes estruturas feitas pelo homem foram encontradas no decorrer de 10 anos de exploração e pesquisas, com destaque para um enorme platô com mais de 200m de comprimento, e para deixar os arqueólogos ainda mais atônitos, descobriu-se uma pirâmide igual às pirâmides Aztecas e Maias (5 andares e alinhadas de acordo com pontos cardeais), além de um conjunto de ziguraes.
Construções mais antigas do planeta
Considerando que após re-datarem a idade da Esfinge de Gizé para cerca de 12 mil anos de idade (muito mais antiga do que assegura a arqueologia ortodoxa), calcula-se então que esse conjunto de construções no mar japonês tenha sido construído na mesma era em que sugiram as colossais pirâmides do Egito.
E mais surpresas estavam por vir. Não muito longe do local, outras ruínas vieram ao conhecimento, sendo uma delas, uma caverna rodeada de grandes pilares e uma estátua de cabeça humana um tanto gasta pela erosão das águas, submersa a cerca de 18 metros abaixo da superfície. Essa obra megalítica, segundo os arqueólogos, é muito parecida com os Moais da Ilha de Páscoa, na costa do Chile, também no Oceano Pacífico.
São escadarias, entalhes na rocha , rampas, terraços, pilares, desenhos de animais feitos em pedras única e a perfeita indicação de que Yonaguni pode ser o mais antigo sítio arquitetônico da história de uma humanidade desconhecida, principalmente depois que foram encontradas ferramentas de entalhe.
Para completar ainda mais a surpresa dos pesquisadores, outra descoberta: uma parede onde estão gravadas inscrições em estranhos caracteres, chamada Okinawan Rosseta Stone. Esses hieróglifos confirmam que o achado tem tudo pra ser obra de seres humanos, de uma civilização altamente evoluída que habitou o local há vários milhares de anos.
As pesquisas prosseguem através do Masaaki Kimura e sua equipe da Universidade de Ryûkyû. Os cientistas confirmam que essa formação retangular de pedras que foi encontrada submersa na costa do Japão é a evidência de que pode ter existido uma desconhecida e fantástica civilização, anterior a Idade da Pedra.
Seria provas de que o Continente de Mu realmente existiu?
Lendas que se tornam palpáveis
Diante das mais gritantes e incontestáveis evidências, nos dias de hoje muitos cientistas, arqueólogos e pesquisadores estão plenamente convencidos que em tempos muito remotos grandes e evoluídas civilizações, tais como a Atlântida e a Lemúria, ocuparam a face da Terra.
Bem ao contrário dos ortodoxos e dos tradicionalistas que insistem em afirmar que tudo não passa de meras lendas
Buscar a verdade acima de qualquer coisa deveria ser a meta do ser humano mas parece que há uma onda envolvente de ceticismo que embaça até mesmo as mentes mais brilhantes na tentativa de descobrir o que a história pode estar escondendo.
Mesmo assim, acreditam os místicos de que antes da raça ariana atual, existiram quatro raças anteriores, sendo que algumas delas chegaram a um conhecimento muito além do que hoje conhecemos.
Premeditadamente ou não, a comunidade acadêmica despreza qualquer sugestão de que tenhamos tido em um passado remoto, civilizações avançadas que teriam deixado espalhados em vários locais do mundo os indícios de sua existência.
"Atlântida? Lemúria? Hiperbórea? Isso é lenda!", dizem os céticos, que preferem manter protegida a idéia de progresso científico contemporâneo do que admitirem que possa ter havido na face da Terra, povos mais evoluídos em conhecimentos.
Pirâmides Submersas em Cuba
Uma equipe cubana-canadense relatou no ano de 2000, a descoberta do que poderia ser as ruínas de uma cidade de cerca de 6 mil anos de idade ou mais, que afundou ao longo da costa oeste de Cuba, como relatado.
flyingrov1lA expedição composta por cientistas canadenses e cubanos que trabalham no projeto "Exploramar", dedicados a encontrar navios naufragados, encontrou evidências de assentamento humano. A descoberta foi feita a 650 m. profundo no mar do Caribe, entre a península de Guanahacabibes região cubana e mexicana de Yucatan. A descoberta foi utilizado um robô submarino equipado com câmeras, luzes e sonar.
Para realmente ter certeza de que é uma cidade submersa, as investigações estão sendo realizadas a bordo do navio "Ulysses" pela Academia de Ciências de Cuba.
Este foi recentemente equipado com a tecnologia mais recente por Advanced Digital
Communications (ADC), e uma das melhorias técnicas que são incorporadas as câmaras de pesquisa mais amplo campo de visão.
A localização destes restos pertenciam a uma cidade submersa por milhares de anos, uma grande descoberta arqueológica promete explicar o passado americano.
A descoberta foi feita em 2000, e ainda pouca informação tem sobre o assunto. O autor desta descoberta é o oceano Engenheiro Paulina Zelitsky, um especialista canadense-soviético-nacionalizada durante a Guerra Fria foi dedicada à construção de submarinos secretos, e atualmente trabalha fazendo engenharia civil e topografia do leito oceanico. Alguns anos atrás, Zelitsky alcançou alguma notoriedade nos meios de comunicação para localizar os destroços do Maine, cujo naufrágio causou a Guerra Hispano-Americana de 1998.
O navio foi localizado a cerca de cinco quilômetros da costa de Havana e quase mil metros de profundidade. A equipe foi capaz de mostrar imagens impressionantes de  Zelitsky, no local do naufrágio.
Em 2000, esta equipa de investigação relatou a descoberta de um platô de terra enorme, com traços claros de que parecem ser enormes estruturas sintéticas de arquitectura, em parte cobertos de areia. De cima, as formas lembram pirâmides, estradas e edifícios. Como esperado, esta descoberta despertou a imaginação de quem acredita na existência da Atlântida.
Foi confirmado que as pedras encontradas foram cortadas, esculpido e polido para torná-los encaixar uns aos outros e, assim, formar estruturas maiores. Sobre as inscrições estranhas, alguns deles semelhantes aos hieróglifos egípcios, pouco se sabe, exceto que eles são muito abundantes e encontrada em quase todas as partes do local. Eles também apareceram símbolos e desenhos cujo significado é desconhecido.
A maioria das grandes redes de televisão em vários países estão esperando para fornecê-los com este material sem precedentes. Felizmente, Paulina Zelitsky facilitou o jornalista e pesquisador Luis Mariano Fernández, nenhuma mídia tem ou emitiu, as primeiras imagens gravadas por câmera de vídeo subaquático.
Há pirâmides e estradas de 600 metros?
"Na realidade, é extremamente peculiares estruturas .... capturaram a imaginação de todos nós ", eu comentei o cubano geólogo Manuel Iturralde depois de investigar por algum tempo o local da descoberta. "Acho que é muito difícil explicar isso do ponto de vista geológico", acrescentou, após uma longa entrevista concordou com ele em Havana. A revisão e análise de amostras de rochas a serem colhidos no futuro próximo vai oferecer mais luz sobre a formação, lembre-se que está localizado ao largo da Península Guanahacabibes no extremo oeste de Cuba._1697038_cuba_guana_pnsula_300map
Iturralde, que trabalha no Museu Nacional de História Natural de Havana, juntou-se ao Projeto Exploramar - o único poder por Fidel Castro para rastrear o fundo do mar da ilha - em esforços para desvendar o enigma das pedras, granito tipo, forma polida e geométricos. Estruturas, que lembram as pirâmides egípcias, estradas e outras estruturas, ficam mais de 600 metros de profundidade em uma área de 20 quilômetros quadrados.
Exploramar Projeto foi sugerido que poderia pertencer a uma civilização que colonizaram as Américas há milhares de anos, provavelmente se estabeleceram em uma ilha que afundou por um desastre natural, talvez um terremoto.
Ceticismo científico


Essa teoria, e seus paralelos inevitáveis ​​com a mítica cidade perdida de Atlântida, foi recebida com ceticismo pela comunidade científica internacional, que vêem pouco convincente e credível de tal comprimento, estimado em pelo menos 6000 anos pela equipe do  Exploramar.
Alguns arqueólogos europeus indicam que as rochas, encontradas em julho de 2000, enquanto procurava tesouros em naviões e galeões espanhóis, com o sonar do Exploramar, pode ser uma formação natural de calcário. Mas o estudo e a conclusão do Iturralde geólogo que não há explicação óbvia natural, isso tem reforçado a equipe de Ezlitsky acreditar em outras hipótese.
Para realizar a entrevista o jornalista espanhol Luis Mariano Fernandez, o geólogo Manuel Iturralde:

L.M.F. Manuel, há alguns anos atrás fez uma descoberta surpreendente na costa de Cuba, que parece ser os restos de uma cidade submersa. Como foi essa história?
M.I. A descoberta vem quando estava fazendo alguma pesquisa sobre o fundo do mar em profundidades maiores que 300 a 500 metros em busca de navios e galeões. estava trabalhando com o sonar de varredura lateral. Neste sonar de varredura mostrou algumas figuras incomuns. E me chamou a atenção para o investigar, quem estava no comando deste grupo, Paulina Zelitsky. Esse grupo é chamado Exploramar, um projeto de pesquisa arqueológica nas águas territoriais de Cuba. Ela é muito interessada neste assunto e fez novas faixas com este som para melhorar as imagens que foram obtidas. É quando ele quebrou a notícia de que tinha aparecido uma cidade submersa no oeste de Cuba. Em cinco ou seis meses de euforia, esta notícia e pesquisas,  fui chamado para se juntar ao grupo como um geólogo, porque o grupo tinha apenas arqueólogos. Como geólogo examinei todo o material que tinha o sonar de varredura lateral, e também examinei todos os dados batimétricos detalhados que não conseguiu fazer uma batimetria muito detalhada destas formações. Eu comecei com o tratamento desta informação. É verdade que lá em baixo no mar, há estruturas que, por vezes, têm dimensões de várias centenas de metros que são incomuns, quero dizer, não temos explicação simples, direta, essas estruturas depois de fazer pesquisa a morfologia do leito do mar, a acção das correntes marinhas, que são muito intensa, e assim por diante.
L.M.F. Como essas estruturas foram formadas no fundo do mar? Tem havido mais investigação, então?
M.I. Não existe uma explicação clara de como essas estruturas se formaram por meios naturais. Oferecido este ponto de vista como um geólogo, eu admito a possibilidade de que o caso de estruturas artificiais, ou seja, criado pelo homem, ou alguma entidade inteligente. Após estas descobertas foram algumas amostras de rochas no mar, as amostras isoladas, ou seja, que nenhum trabalho sistemático foi feito. Na área onde está os  megálitos, como foi chamado pela  Paulina, parecem estranhas rochas. Alguns deles não são típicos de Cuba. Isso faz pensar em duas variantes: uma pessoa pode ser que derrubou lá, tenha caído lá, e mais que isso poderia ser parte dos edifícios. Eles também apareceram material disperso que se assemelha com  cinza vulcânica, e as informações que temos que um navio de pesquisas soviético em 67 relataram ter dragado amostras de cinzas vulcânicas em um lugar com subareo, caráter básico formado por um vulcão. De qualquer forma esta informação não é verificada e, em minha opinião pode haver qualquer tipo de vulcão. Por conseguinte, este trabalho e esta pesquisa abre um grande número de mistérios sobre a região. O que são e que fazem essas estruturas mais de 500 metros de profundidade cerca de dois ou três quilômetros a oeste de Cuba? Até agora só temos uma hipótese de trabalho ...
L.M.F. Em alguns cubanos e norte-americanos de mídia falou de pirâmides e estradas a 600 metros de profundidade ..... O que há em tudo isto?
MI: Isso é uma interpretação. Como geólogo, posso dizer que existem altas estruturas lineares que podem muito bem coincidir com as estradas e as pirâmides. Estas estruturas elevadas são em forma de quadrados. Eles são quadrados e alguns elementos que se repetem de um para outro. Existe também uma forma semielipsoide na parte inferior, existe um quadrado perfeito com uma cruz no meio .... ou seja, há uma série de estruturas que não consigo encontrar uma explicação elementar ou natural.
L.M.F. Você foi capaz de extrair algo daquele lugar para examiná-lo e datá-la?
M.I. N, isto é, a uma profundidade de 500 a 700 metros. Ser capaz de executar, requer tecnologia avançada que não temos. Então, nós sabemos o caminho, não temos dados diretos sobre a sua composição, nem temos sido capazes de explorar e escavar por conta da profundidade. A idéia é levar amostras dessas estruturas, mas esta empresa é bastante complexa, porque parece que é granito, e perfurar o granito nesta  profundidade é muito difícil.
L.M.F. Que hipótese de trabalho barajais?
M. I. Até agora, temos apenas três hipóteses, que são o mais possível. A primeira é que este é de origem natural. A segunda é que pode ser artificial. E a terceira hipótese, que é uma combinação do acima, é o caso das estruturas naturais que foram transformadas por seres inteligentes. No momento não podemos escolher qualquer um dos três, pelo menos eu não me sinto com a capacidade de selecionar qualquer. Eu acho que é uma necessidade de mais investigações, mas até agora tem sido impossível. Isso exige um investimento e um financiamento enorme que não temos. Esta empresa que estamos trabalhando, A ADC MAr, está  buscando financiamento para continuar trabalhando. Enquanto isso, estamos em compasso de espera.
L. M. F. Falou-se do mítico e lendário "Atlantis" .....
M. I. Bem .... (Risos) ... Eu não compartilho essa parte da discussão. Meu tema é a geologia. Mas hey, Atlantis é muito emocionante e não há muita literatura sobre este assunto. E não só da Atlântida, mas o fato de as culturas do Yucatan, hoje, é ainda possível que o que resta dos aborígenes destes lugares, poderia ser os olmecas ou alguma civilização primitiva de Yucatan. A parte norte da América Central - teve a sua origem, de acordo com eles em uma ilha por um cataclismo que afundou. Esta ilha é chamada Atlanticú. Tive essas informações através de um nativo, em Cuba não há nenhum vestígio, nenhum fato, nenhum resíduo arqueológico que tem a ver com as altas culturas da Mesoamérica.
Membros da equipe:

flyingrov1l
pyravidscrl
O robô que utilizaram para tomar as primeiras imagens submersas.
ROVgoingwater
Está é primeira imagem captada pela equipe do sonar. A mesma que foi tomada no ano 2000, a equipe do Exploramar mostra nas investigações o que parece ser um edifícil
inverted22
Estas imagens, correspondem a um segundo escanner da superfície marinha, tomado pela equipe do sonar em 2011. E são as mesmas, voltam aparecer novamente as mesmas estruturas geometricas, similares a edificios.
sonarscrl
cubasonarl
IMAGENS SUBMARINAS
cuba007
CubaRamSymbol7
CubaStoneLine5
FotosCamaraSubmarina
DIGITALIZAÇÃO EM 3D DOS REGISTROS DO SONAR.
Impressionante
01 - Atlantida[(052146)18-30-12]
01 - Atlantida[(052216)18-30-30]
01 - Atlantida[(052381)18-30-48]
01 - Atlantida[(052647)18-31-50]

DUAS PIRÂMIDES DE VIDRO ACHADAS SUBMERSAS NO TRIÂNGULO DAS BERMUDAS


Pirâmides de vidro são encontradas submersas no Triângulo das Bermudas.
Segundo um artigo, do site apparentlyapparel.com, pirâmides gigantescas de vidro (ou algo semelhante) teriam sido encontradas submersas no triângulo das bermudas, seriam construções da lendária Atlântida? Confira um trecho do artigo:
Estas estruturas em pirâmide estranhas subaquáticas a uma profundidade de dois mil metros foram identificadas com a ajuda de um sonar de acordo com oceanógrafo Dr. Verlag Meyer. Estudos de outras estruturas, como Yonaguni atualmente no Japão, permitiram aos cientistas determinar que as duas pirâmides gigantes, aparentemente feitas de algo como um vidro de grande espessura, são realmente impressionantes – cada uma delas é maior que a pirâmide de Quéops, no Egito.
Recentemente, cientistas americanos e franceses, bem como de outros países que estão conduzindo pesquisas em áreas do leito do mar do Triângulo das Bermudas, afirmam ter encontrado uma pirâmide de pé no fundo do mar, que nunca foi descoberta. O comprimento da base dessa pirâmide atingiu os 300 metros, 200 metros de altura, e à distância desde a base até a ponta da pirâmide é de cerca de 100 metros acima do fundo do mar. Os resultados preliminares mostram que esta estrutura parece ser feita de vidro ou um material semelhante a vidro (cristal?), como é totalmente lisa e parcialmente translúcida.
Quando se fala de tamanho, esta pirâmide recém re-descoberto é maior em escala do que as pirâmides do antigo Egito. No topo da pirâmide existem dois furos muito grandes, água do mar em movimento, à alta velocidade, passa através do segundo orifício e, portanto, as ondas turbulentas rolam pela formação de um vórtice gigante, que faz com que as águas em torno desta, causem um aumento maciço de ondas e névoa sobre o mar, na superfície. Esta nova descoberta faz com que os cientistas se perguntem se este está tendo um efeito sobre a passagem de barcos e aviões, o que poderia ser a razão para todo o mistério que cerca a área.
Fonte: Net
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