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26/02/2017

Pirâmides de Cristal submersa no Triângulo das Bermudas

Piramides Tringulo Bermudas
Estas estruturas estranhas a uma profundidade de dois mil metros foram localizados com a ajuda de sonar de acordo oceanógrafo Dr. Meyer Verlag.

Estudos com cientistas da equipe outros permitiram determinar que as duas pirâmides gigantes, possivelmente feitas de algo como um vidro grosso, são estruturas verdadeiramente impressionantes, já que cada um deles é maior do que a pirâmide de Quéops, no Egito. B.Meyer acredita que a divulgação dos segredos das pirâmides estranhos que estão no centro do triângulo, vai lançar luz sobre o assunto.

Terrível e misterioso, que estão associados com os desaparecimentos no Triângulo das Bermudas. Na sua conferência de imprensa, nas Bahamas, o cientista deu a um relatório com as coordenadas exatas das pirâmides e os cartões com a sua imagem.

Oceanógrafo no local afirmou que a tecnologia é desconhecida para a ciência moderna, e é projetado de modo que a pirâmide água abaixo. Talvez, um estudo mais aprofundado dar resultados ao longo do tempo difíceis de imaginar. acima das pirâmides são frequentemente relatórios. Assim como oceanógrafos americanos na década de 1990, descobriram pirâmides submarinas, é exatamente no centro do Triângulo das Bermudas, no centro.

Os cientistas processar todos os dados recolhidos e concluíram que a superfície é perfeitamente lisa de vidro, algo reminiscente ou gelo. As dimensões das pirâmides eram quase três vezes a pirâmide de Quéops. Esta notícia foi uma sensação, que foi discutido em uma conferência na Flórida.

Os jornalistas presentes na mesma, tem um monte de fotos e dados computadorizada de alta resolução, mostrando as pirâmides tridimensionais perfeitamente lisas, sem ser coberto com algas da superfície livre de detritos ou rachaduras. A questão é por que agora nos meios de comunicação, a questão está fechada ?

Tradução Automática
Fonte: ovnicanarias

SAIBA TA NA NET REVELANDO VERDADES OCULTAS
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Arqueologia Originais OADM, Saiba Ta Na Net

 

Arqueologia é a disciplina científica que estuda as culturas e os modos de vida do passado a partir da análise de vestígios materiais. É uma ciência social que estuda as sociedades já extintas, através de seus restos materiais, sejam estes móveis (como por exemplo um objeto de arte) ou objetos imóveis (como é o caso das estruturas arquitectónicas). Incluem-se também no seu campo de estudos as intervenções feitas pelo homem no meio ambiente.

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A maioria dos primeiros arqueólogos, que aplicaram sua disciplina aos estudos das antiguidades, definiram a arqueologia como o estudo sistemático dos restos materiais da vida humana já desaparecida. Outros arqueólogos enfatizaram aspectos psicológico-comportamentais e definiram a arqueologia como a reconstrução da vida dos povos antigos.

A disciplina da arqueologia envolve trabalhos de prospecção, escavação e eventualmente analises de informação recolhida para aprender mais sobre o passado humano. Na maioria das vezes, a arqueologia depende de trabalhos de investigações multidisciplinares. A arqueologia baseia-se também em conceitos em torno de variadas áreas de conhecimento e ciências como a antropologia, história, história de arte, etnoarqueologia, geografia, geologia, linguística, semiologia, física, ciências da informação, química, estatísticas, paleoecologia, paleontologia (paleozoologia e paleoetnobotânica)..

Em alguns países a arqueologia é considerada como uma disciplina pertencente à antropologia enquanto que em países, como em Portugal, esta foi considerada uma disciplina pertencente ao ramo cientifico da História e dependente deste. Enquanto a antropologia se centra no estudo das culturas humanas contemporâneas, a arqueologia dedica-se mais ao estudo das manifestações culturais e materiais destas desde o surgimento do Homem ( transição do Australopitecos para o Homo habilis) até ao presente. Deste modo, enquanto as antigas gerações de arqueólogos estudavam um antigo instrumento de cerâmica como um elemento cronológico que ajudaria a pôr uma data à cultura que era objeto de estudo, ou simplesmente como um objeto com um verdadeiro valor estético, os arqueólogos dos dias de hoje veriam o mesmo objeto como um instrumento que lhes serve para compreender o pensamento, os valores e a própria sociedade a que pertenceram.

Os arqueólogos podem ter de actuar em situações de emergência, como quando existem obras que põem a descoberto vestígios arqueológicos até então desconhecidos, sendo, nestes casos, criados e enviados para o local piquetes de emergência. Deste modo, procuram desenvolver medidas para minimizar o impacto negativo que essas obras possam ter no património arqueológico podendo ser feitas alterações pontuais no projecto inicial. Só em casos excepcionais os achados arqueológicos são suficientemente importantes para justificar a anulação de obras de grande envergadura (ex.: barragem de Foz Côa). Em certos casos, a destruição parcial ou total dos vestígios arqueológicos poderá ser inevitável, nomeadamente por motivo de obras de superior interesse público, o que exige um registo prévio o mais exaustivo possível.

A fim de se minimizarem os riscos de destruição do património arqueológico devido a obras públicas ou privadas de grande amplitude, tem-se procurado, nos últimos anos, integrar arqueólogos nas equipas que elaboram os estudos de viabilidade e de impacto ambiental. A tendência actual é para substituir uma arqueologia de salvamento por uma arqueologia preventiva.

A arqueologia passou a ser vista com interesse e tornou-se uma ciência popular graças à propaganda feita pela saga Indiana Jones, em que o herói, representado por Harrison Ford, era um professor de arqueologia. Essa a associação da ciência e o gosto de aventuras glamorizadas pelo personagem criado por Steven Spielberg e George Lucas catapultou assim para o imaginário público um ideal romantizado do que é a investigação arqueológica.

 

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19/02/2017

Pirâmides submersas

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Pirâmides de 11 mil anos submersas Japão podem confirmar Terceira Raça

Nos últimos anos, novos e impressionantes achados arqueológicos trazem fortes luzes sobre tempos imemoriais e estão fazendo com que a ciência da antropologia dê sobressaltos de calafrios nas últimas décadas. Se antes, pensávamos apenas em Atlântida como sendo um continente perdido no Oceano Atlântico, bem como o mítico Continente de Mu no Oceano Atlântico, e as terras de Rama no Oceano Índico, precisamos lembrar que os povos amarelos também tem suas lendas. E essas lendas podem estar sendo corroboradas por impressionantes descobertas.
Um tema mitológico muito conhecido no Japão, Taiwan , China e Filipinas descrevem a antiga busca por uma civilização perdida naquela região do planeta. Esse folclore cita através de lendas a probabilidade de um reino submerso nas Águas do Oceano Pacífico, com uma linha costeira que unia várias terras e onde os fragmentados arquipélagos da Malásia, da Indonésia, das Filipinas e do Japão não seriam mais do que partes de um grande continente.
Pirâmides submersas no Japão
Alguns pesquisadores o denominam de Lemúria, mas no Japão, é chamado Hori. E foi em 1985 que mergulhadores japoneses fizeram surpreendentes descobertas. Ao estudarem uma região no Arquipélago de Ryûkyû, a 480 km a sudoeste de Okinawa – Japão, o mergulhador Kihachiro Aratake estava com sua equipe procurando melhores lugares para turistas praticarem mergulho quando encontrou um conjunto de misteriosas ruínas magalíticas. Era uma plataforma com escadarias, as quais cada uma tem mais ou menos 1 metro de altura, assemelhando-se com um altar em pedras cortadas com precisão.
São restos de uma cidade antiqüíssima submersa próxima ao território japonês. A área tem 28,88 km² que tem uma população de menos de 2.00 moradores. Muitos historiadores, arqueólogos e outros cientistas foram atraídos até o sítio arqueológico, onde realizaram estudos geológicos para o cálculo da idade destes monumentos.
Chegaram a uma estupenda conclusão: os monumentos têm perto de 11.000 anos de idade
Isso coloca as edificações como sendo as mais antigas do planeta. Mais oito grandes estruturas feitas pelo homem foram encontradas no decorrer de 10 anos de exploração e pesquisas, com destaque para um enorme platô com mais de 200m de comprimento, e para deixar os arqueólogos ainda mais atônitos, descobriu-se uma pirâmide igual às pirâmides Aztecas e Maias (5 andares e alinhadas de acordo com pontos cardeais), além de um conjunto de ziguraes.
Construções mais antigas do planeta
Considerando que após re-datarem a idade da Esfinge de Gizé para cerca de 12 mil anos de idade (muito mais antiga do que assegura a arqueologia ortodoxa), calcula-se então que esse conjunto de construções no mar japonês tenha sido construído na mesma era em que sugiram as colossais pirâmides do Egito.
E mais surpresas estavam por vir. Não muito longe do local, outras ruínas vieram ao conhecimento, sendo uma delas, uma caverna rodeada de grandes pilares e uma estátua de cabeça humana um tanto gasta pela erosão das águas, submersa a cerca de 18 metros abaixo da superfície. Essa obra megalítica, segundo os arqueólogos, é muito parecida com os Moais da Ilha de Páscoa, na costa do Chile, também no Oceano Pacífico.
São escadarias, entalhes na rocha , rampas, terraços, pilares, desenhos de animais feitos em pedras única e a perfeita indicação de que Yonaguni pode ser o mais antigo sítio arquitetônico da história de uma humanidade desconhecida, principalmente depois que foram encontradas ferramentas de entalhe.
Para completar ainda mais a surpresa dos pesquisadores, outra descoberta: uma parede onde estão gravadas inscrições em estranhos caracteres, chamada Okinawan Rosseta Stone. Esses hieróglifos confirmam que o achado tem tudo pra ser obra de seres humanos, de uma civilização altamente evoluída que habitou o local há vários milhares de anos.
As pesquisas prosseguem através do Masaaki Kimura e sua equipe da Universidade de Ryûkyû. Os cientistas confirmam que essa formação retangular de pedras que foi encontrada submersa na costa do Japão é a evidência de que pode ter existido uma desconhecida e fantástica civilização, anterior a Idade da Pedra.
Seria provas de que o Continente de Mu realmente existiu?
Lendas que se tornam palpáveis
Diante das mais gritantes e incontestáveis evidências, nos dias de hoje muitos cientistas, arqueólogos e pesquisadores estão plenamente convencidos que em tempos muito remotos grandes e evoluídas civilizações, tais como a Atlântida e a Lemúria, ocuparam a face da Terra.
Bem ao contrário dos ortodoxos e dos tradicionalistas que insistem em afirmar que tudo não passa de meras lendas
Buscar a verdade acima de qualquer coisa deveria ser a meta do ser humano mas parece que há uma onda envolvente de ceticismo que embaça até mesmo as mentes mais brilhantes na tentativa de descobrir o que a história pode estar escondendo.
Mesmo assim, acreditam os místicos de que antes da raça ariana atual, existiram quatro raças anteriores, sendo que algumas delas chegaram a um conhecimento muito além do que hoje conhecemos.
Premeditadamente ou não, a comunidade acadêmica despreza qualquer sugestão de que tenhamos tido em um passado remoto, civilizações avançadas que teriam deixado espalhados em vários locais do mundo os indícios de sua existência.
"Atlântida? Lemúria? Hiperbórea? Isso é lenda!", dizem os céticos, que preferem manter protegida a idéia de progresso científico contemporâneo do que admitirem que possa ter havido na face da Terra, povos mais evoluídos em conhecimentos.
Pirâmides Submersas em Cuba
Uma equipe cubana-canadense relatou no ano de 2000, a descoberta do que poderia ser as ruínas de uma cidade de cerca de 6 mil anos de idade ou mais, que afundou ao longo da costa oeste de Cuba, como relatado.
flyingrov1lA expedição composta por cientistas canadenses e cubanos que trabalham no projeto "Exploramar", dedicados a encontrar navios naufragados, encontrou evidências de assentamento humano. A descoberta foi feita a 650 m. profundo no mar do Caribe, entre a península de Guanahacabibes região cubana e mexicana de Yucatan. A descoberta foi utilizado um robô submarino equipado com câmeras, luzes e sonar.
Para realmente ter certeza de que é uma cidade submersa, as investigações estão sendo realizadas a bordo do navio "Ulysses" pela Academia de Ciências de Cuba.
Este foi recentemente equipado com a tecnologia mais recente por Advanced Digital
Communications (ADC), e uma das melhorias técnicas que são incorporadas as câmaras de pesquisa mais amplo campo de visão.
A localização destes restos pertenciam a uma cidade submersa por milhares de anos, uma grande descoberta arqueológica promete explicar o passado americano.
A descoberta foi feita em 2000, e ainda pouca informação tem sobre o assunto. O autor desta descoberta é o oceano Engenheiro Paulina Zelitsky, um especialista canadense-soviético-nacionalizada durante a Guerra Fria foi dedicada à construção de submarinos secretos, e atualmente trabalha fazendo engenharia civil e topografia do leito oceanico. Alguns anos atrás, Zelitsky alcançou alguma notoriedade nos meios de comunicação para localizar os destroços do Maine, cujo naufrágio causou a Guerra Hispano-Americana de 1998.
O navio foi localizado a cerca de cinco quilômetros da costa de Havana e quase mil metros de profundidade. A equipe foi capaz de mostrar imagens impressionantes de  Zelitsky, no local do naufrágio.
Em 2000, esta equipa de investigação relatou a descoberta de um platô de terra enorme, com traços claros de que parecem ser enormes estruturas sintéticas de arquitectura, em parte cobertos de areia. De cima, as formas lembram pirâmides, estradas e edifícios. Como esperado, esta descoberta despertou a imaginação de quem acredita na existência da Atlântida.
Foi confirmado que as pedras encontradas foram cortadas, esculpido e polido para torná-los encaixar uns aos outros e, assim, formar estruturas maiores. Sobre as inscrições estranhas, alguns deles semelhantes aos hieróglifos egípcios, pouco se sabe, exceto que eles são muito abundantes e encontrada em quase todas as partes do local. Eles também apareceram símbolos e desenhos cujo significado é desconhecido.
A maioria das grandes redes de televisão em vários países estão esperando para fornecê-los com este material sem precedentes. Felizmente, Paulina Zelitsky facilitou o jornalista e pesquisador Luis Mariano Fernández, nenhuma mídia tem ou emitiu, as primeiras imagens gravadas por câmera de vídeo subaquático.
Há pirâmides e estradas de 600 metros?
"Na realidade, é extremamente peculiares estruturas .... capturaram a imaginação de todos nós ", eu comentei o cubano geólogo Manuel Iturralde depois de investigar por algum tempo o local da descoberta. "Acho que é muito difícil explicar isso do ponto de vista geológico", acrescentou, após uma longa entrevista concordou com ele em Havana. A revisão e análise de amostras de rochas a serem colhidos no futuro próximo vai oferecer mais luz sobre a formação, lembre-se que está localizado ao largo da Península Guanahacabibes no extremo oeste de Cuba._1697038_cuba_guana_pnsula_300map
Iturralde, que trabalha no Museu Nacional de História Natural de Havana, juntou-se ao Projeto Exploramar - o único poder por Fidel Castro para rastrear o fundo do mar da ilha - em esforços para desvendar o enigma das pedras, granito tipo, forma polida e geométricos. Estruturas, que lembram as pirâmides egípcias, estradas e outras estruturas, ficam mais de 600 metros de profundidade em uma área de 20 quilômetros quadrados.
Exploramar Projeto foi sugerido que poderia pertencer a uma civilização que colonizaram as Américas há milhares de anos, provavelmente se estabeleceram em uma ilha que afundou por um desastre natural, talvez um terremoto.
Ceticismo científico


Essa teoria, e seus paralelos inevitáveis ​​com a mítica cidade perdida de Atlântida, foi recebida com ceticismo pela comunidade científica internacional, que vêem pouco convincente e credível de tal comprimento, estimado em pelo menos 6000 anos pela equipe do  Exploramar.
Alguns arqueólogos europeus indicam que as rochas, encontradas em julho de 2000, enquanto procurava tesouros em naviões e galeões espanhóis, com o sonar do Exploramar, pode ser uma formação natural de calcário. Mas o estudo e a conclusão do Iturralde geólogo que não há explicação óbvia natural, isso tem reforçado a equipe de Ezlitsky acreditar em outras hipótese.
Para realizar a entrevista o jornalista espanhol Luis Mariano Fernandez, o geólogo Manuel Iturralde:

L.M.F. Manuel, há alguns anos atrás fez uma descoberta surpreendente na costa de Cuba, que parece ser os restos de uma cidade submersa. Como foi essa história?
M.I. A descoberta vem quando estava fazendo alguma pesquisa sobre o fundo do mar em profundidades maiores que 300 a 500 metros em busca de navios e galeões. estava trabalhando com o sonar de varredura lateral. Neste sonar de varredura mostrou algumas figuras incomuns. E me chamou a atenção para o investigar, quem estava no comando deste grupo, Paulina Zelitsky. Esse grupo é chamado Exploramar, um projeto de pesquisa arqueológica nas águas territoriais de Cuba. Ela é muito interessada neste assunto e fez novas faixas com este som para melhorar as imagens que foram obtidas. É quando ele quebrou a notícia de que tinha aparecido uma cidade submersa no oeste de Cuba. Em cinco ou seis meses de euforia, esta notícia e pesquisas,  fui chamado para se juntar ao grupo como um geólogo, porque o grupo tinha apenas arqueólogos. Como geólogo examinei todo o material que tinha o sonar de varredura lateral, e também examinei todos os dados batimétricos detalhados que não conseguiu fazer uma batimetria muito detalhada destas formações. Eu comecei com o tratamento desta informação. É verdade que lá em baixo no mar, há estruturas que, por vezes, têm dimensões de várias centenas de metros que são incomuns, quero dizer, não temos explicação simples, direta, essas estruturas depois de fazer pesquisa a morfologia do leito do mar, a acção das correntes marinhas, que são muito intensa, e assim por diante.
L.M.F. Como essas estruturas foram formadas no fundo do mar? Tem havido mais investigação, então?
M.I. Não existe uma explicação clara de como essas estruturas se formaram por meios naturais. Oferecido este ponto de vista como um geólogo, eu admito a possibilidade de que o caso de estruturas artificiais, ou seja, criado pelo homem, ou alguma entidade inteligente. Após estas descobertas foram algumas amostras de rochas no mar, as amostras isoladas, ou seja, que nenhum trabalho sistemático foi feito. Na área onde está os  megálitos, como foi chamado pela  Paulina, parecem estranhas rochas. Alguns deles não são típicos de Cuba. Isso faz pensar em duas variantes: uma pessoa pode ser que derrubou lá, tenha caído lá, e mais que isso poderia ser parte dos edifícios. Eles também apareceram material disperso que se assemelha com  cinza vulcânica, e as informações que temos que um navio de pesquisas soviético em 67 relataram ter dragado amostras de cinzas vulcânicas em um lugar com subareo, caráter básico formado por um vulcão. De qualquer forma esta informação não é verificada e, em minha opinião pode haver qualquer tipo de vulcão. Por conseguinte, este trabalho e esta pesquisa abre um grande número de mistérios sobre a região. O que são e que fazem essas estruturas mais de 500 metros de profundidade cerca de dois ou três quilômetros a oeste de Cuba? Até agora só temos uma hipótese de trabalho ...
L.M.F. Em alguns cubanos e norte-americanos de mídia falou de pirâmides e estradas a 600 metros de profundidade ..... O que há em tudo isto?
MI: Isso é uma interpretação. Como geólogo, posso dizer que existem altas estruturas lineares que podem muito bem coincidir com as estradas e as pirâmides. Estas estruturas elevadas são em forma de quadrados. Eles são quadrados e alguns elementos que se repetem de um para outro. Existe também uma forma semielipsoide na parte inferior, existe um quadrado perfeito com uma cruz no meio .... ou seja, há uma série de estruturas que não consigo encontrar uma explicação elementar ou natural.
L.M.F. Você foi capaz de extrair algo daquele lugar para examiná-lo e datá-la?
M.I. N, isto é, a uma profundidade de 500 a 700 metros. Ser capaz de executar, requer tecnologia avançada que não temos. Então, nós sabemos o caminho, não temos dados diretos sobre a sua composição, nem temos sido capazes de explorar e escavar por conta da profundidade. A idéia é levar amostras dessas estruturas, mas esta empresa é bastante complexa, porque parece que é granito, e perfurar o granito nesta  profundidade é muito difícil.
L.M.F. Que hipótese de trabalho barajais?
M. I. Até agora, temos apenas três hipóteses, que são o mais possível. A primeira é que este é de origem natural. A segunda é que pode ser artificial. E a terceira hipótese, que é uma combinação do acima, é o caso das estruturas naturais que foram transformadas por seres inteligentes. No momento não podemos escolher qualquer um dos três, pelo menos eu não me sinto com a capacidade de selecionar qualquer. Eu acho que é uma necessidade de mais investigações, mas até agora tem sido impossível. Isso exige um investimento e um financiamento enorme que não temos. Esta empresa que estamos trabalhando, A ADC MAr, está  buscando financiamento para continuar trabalhando. Enquanto isso, estamos em compasso de espera.
L. M. F. Falou-se do mítico e lendário "Atlantis" .....
M. I. Bem .... (Risos) ... Eu não compartilho essa parte da discussão. Meu tema é a geologia. Mas hey, Atlantis é muito emocionante e não há muita literatura sobre este assunto. E não só da Atlântida, mas o fato de as culturas do Yucatan, hoje, é ainda possível que o que resta dos aborígenes destes lugares, poderia ser os olmecas ou alguma civilização primitiva de Yucatan. A parte norte da América Central - teve a sua origem, de acordo com eles em uma ilha por um cataclismo que afundou. Esta ilha é chamada Atlanticú. Tive essas informações através de um nativo, em Cuba não há nenhum vestígio, nenhum fato, nenhum resíduo arqueológico que tem a ver com as altas culturas da Mesoamérica.
Membros da equipe:

flyingrov1l
pyravidscrl
O robô que utilizaram para tomar as primeiras imagens submersas.
ROVgoingwater
Está é primeira imagem captada pela equipe do sonar. A mesma que foi tomada no ano 2000, a equipe do Exploramar mostra nas investigações o que parece ser um edifícil
inverted22
Estas imagens, correspondem a um segundo escanner da superfície marinha, tomado pela equipe do sonar em 2011. E são as mesmas, voltam aparecer novamente as mesmas estruturas geometricas, similares a edificios.
sonarscrl
cubasonarl
IMAGENS SUBMARINAS
cuba007
CubaRamSymbol7
CubaStoneLine5
FotosCamaraSubmarina
DIGITALIZAÇÃO EM 3D DOS REGISTROS DO SONAR.
Impressionante
01 - Atlantida[(052146)18-30-12]
01 - Atlantida[(052216)18-30-30]
01 - Atlantida[(052381)18-30-48]
01 - Atlantida[(052647)18-31-50]

DUAS PIRÂMIDES DE VIDRO ACHADAS SUBMERSAS NO TRIÂNGULO DAS BERMUDAS


Pirâmides de vidro são encontradas submersas no Triângulo das Bermudas.
Segundo um artigo, do site apparentlyapparel.com, pirâmides gigantescas de vidro (ou algo semelhante) teriam sido encontradas submersas no triângulo das bermudas, seriam construções da lendária Atlântida? Confira um trecho do artigo:
Estas estruturas em pirâmide estranhas subaquáticas a uma profundidade de dois mil metros foram identificadas com a ajuda de um sonar de acordo com oceanógrafo Dr. Verlag Meyer. Estudos de outras estruturas, como Yonaguni atualmente no Japão, permitiram aos cientistas determinar que as duas pirâmides gigantes, aparentemente feitas de algo como um vidro de grande espessura, são realmente impressionantes – cada uma delas é maior que a pirâmide de Quéops, no Egito.
Recentemente, cientistas americanos e franceses, bem como de outros países que estão conduzindo pesquisas em áreas do leito do mar do Triângulo das Bermudas, afirmam ter encontrado uma pirâmide de pé no fundo do mar, que nunca foi descoberta. O comprimento da base dessa pirâmide atingiu os 300 metros, 200 metros de altura, e à distância desde a base até a ponta da pirâmide é de cerca de 100 metros acima do fundo do mar. Os resultados preliminares mostram que esta estrutura parece ser feita de vidro ou um material semelhante a vidro (cristal?), como é totalmente lisa e parcialmente translúcida.
Quando se fala de tamanho, esta pirâmide recém re-descoberto é maior em escala do que as pirâmides do antigo Egito. No topo da pirâmide existem dois furos muito grandes, água do mar em movimento, à alta velocidade, passa através do segundo orifício e, portanto, as ondas turbulentas rolam pela formação de um vórtice gigante, que faz com que as águas em torno desta, causem um aumento maciço de ondas e névoa sobre o mar, na superfície. Esta nova descoberta faz com que os cientistas se perguntem se este está tendo um efeito sobre a passagem de barcos e aviões, o que poderia ser a razão para todo o mistério que cerca a área.
Fonte: Net
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17/02/2017

O Livro Egipcio dos Mortos – Vídeo

piramides do egito
Veja como foi achado o único exemplar intacto e totalmente preservado desta obra, e que foi salva graças às habilidades de um contrabandista de antiguidades. Porque para todo egípcio era importante ser enterrado com um exemplar deste livro.
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27/09/2016

NASA detecta possível emissão de vapor em lua de Júpiter

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A agência espacial norte-americana (NASA) informou na segunda-feira (26) que detectou possíveis emissões de vapor d’água na superfície de uma das luas do planeta Júpiter. O fenômeno em Europa foi capturado em imagens pelo telescópio espacial Hubble.

A lua Europa possui oceano com duas vezes mais água do que todo o volume existente na Terra, porém escondido debaixo de uma dura camada de gelo, cuja espessura é desconhecida.

Segundo a NASA, as imagens do telescópio mostram o que podem ser emissões de vapor d’água que emergem na superfície da lua. A descoberta aumenta as chances de que missões futuras enviadas ao satélite possam analisar seu oceano sem a necessidade de perfurar a camada de gelo. A agência americana destacou que os vapores seriam emitidos por gêiseres.

“O oceano de Europa é considerado um dos lugares mais promissores que podem potencialmente abrigar vida no sistema solar”, afirmou o administrador associado interino do diretório de missões científicas da NASA em Washington, Geoff Yoder. “Essas colunas de fumaça, se realmente existem, podem apresentar outra forma de recolher amostras abaixo da superfície de Europa”, acrescentou.

As imagens mostram que as emissões atingiram uma altura de cerca de 200 quilômetros antes de voltar à superfície. O fenômeno foi detectado enquanto cientistas da equipe de William Sparks, do Instituto de Ciência Telescópica Espacial (STScI), observavam um extremo da lua enquanto ela passava diante de Júpiter.

Os pesquisadores tentavam descobrir se Europa possui uma atmosfera magra ou uma exosfera capaz de bloquear a luz emitida pelo planeta. As emissões de vapor foram detectadas em três ocasiões em 2014, próximo à região do polo sul da lua.

Missões na lua

Caso confirmada a descoberta, Europa seria a segunda lua do sistema solar conhecida por emitir vapor d’água. Em 2005, a nave internacional Cassini, da NASA, identificou jatos da substância sobre a superfície da lua Encélado, de Saturno.

Ligeiramente menor do que a lua da Terra, a Europa possui cerca de 3,1 mil quilômetros de diâmetro. Entre os quatro maiores dos 67 satélites de Júpiter, ela é o segundo maior mais próximo do planeta.
A NASA planeja duas missões à Europa nas próximas décadas. Em uma delas, uma sonda, que deverá ser lançada em 2020, irá recolher amostras de materiais rentes a sua superfície. (Com agências internacionais)


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28/11/2014

Mudanças climáticas são sinais do Apocalipse? Pesquisa responde

Mudanças climáticas

Apenas 5% da população acredita que as mudanças climáticas são a questão mais importante de nossos dias. A questão da mudança do clima e seus efeitos sobre o ambiente fica atrás da falta de empregos (22%), o aumento da diferença entre ricos e pobres (18%), saúde (17%), o déficit orçamentário (13%) e o aumento do custo da educação (9%). No geral, cinco de cada oito (62%) dizem que os desastres naturais recentes são o resultado direto das alterações climáticas no planeta.

Esses são os resultados de relatório elaborado pelo Instituto Público de Pesquisa da Religião, disponível em www.publicreligion.org. A enquete foi realizada entre cidadãos norte-americanos.

Ao mesmo tempo, quase metade (49%) dos entrevistados acredita que os sinais do “fim dos tempos” se revelam nas catástrofes naturais. O número de americanos que acreditam que desastres naturais são evidência do apocalipse aumentou desde 2011, quando apenas 44% concordavam com a ideia.

Os evangélicos estão mais preocupados com a gravidade dos sinais bíblicos do “fim dos tempos” (77%). Os católicos de origem latina são o grupo mais interessado na mudança climática do ponto de vista bíblico.

Enquanto quatro em cada 10 (39%) americanos acreditam que Deus não permitiria que os seres humanos destruam a terra, pouco mais da metade (53%) pensam que isso seja possível.

Para 57% dos americanos, Deus deu ao homem a tarefa de viver de forma responsável com animais, plantas e outros recursos. Por outro lado, cerca de um terço (35%) acredita que Deus deu aos seres humanos o direito de usar animais, plantas e todos os outros recursos do planeta apenas para seu próprio benefício, afirma o relatório.

Curiosamente, embora 46% da população acredite que a Terra está ficando mais quente e culpam o ser humano por isso, 25% atribui o aumento da temperatura global a variações naturais do planeta ou a causas incertas.

Esse tipo de levantamento comprova que as crenças religiosas afetam a maneira como vemos o mundo e o que acontece nele.

Esta semana, uma declaração do cientista criacionista Ken Ham, gerou muita polêmica. Ele é presidente do Ministério Answers in Genesis [Respostas em Gênesis], conhecido pelo seu Museu da Criação.

Ham veio a público afirmar que, diferentemente do que a mídia divulga, os cientistas criacionistas não negam a existência de mudanças climáticas. Porém, justifica que este é um fenômeno que ocorre desde os tempos bíblicos.

Ele afirma que “Segundo a Bíblia, sabemos que houve um dilúvio global alguns milhares de anos atrás. Isso mudou completamente a superfície da Terra e o clima. O planeta ainda está se restabelecendo desta catástrofe. Portanto, é de se esperar que haja algumas variações climáticas. Isso não é algo alarmante e também não é o resultado direto da atividade humana moderna”. Com informações de Charisma News eRaw Story

http://noticias.gospelprime.com.br/pesquisa-mudancas-clima-apocalipse/

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19/11/2014

Super-vulcão Yellowstone - Consequências se houver erupção




yellystone


O vulcão Yellowstone é considerado um supervulcão, pois sua erupção poderia durar semanas e os efeitos de sua erupção seriam globais, persistindo por meses, ou até por anos.





Sua cratera tem 90 quilômetros de extensão, e sua caldeira é 40 vezes maior do que a do Monte Santa Helena, sendo que boa parte de seu magma é eruptivo.




O vulcão e sua caldeira situam-se no Parque Nacional de Yellowstone, que ocupa grande parte da região noroeste no Wyoming, além de pequenas partes dos estados de Idaho e Montana, nos Estados Unidos da América.




Consequências da erupção






Se o vulcão Yellowstone entrasse em erupção, sua erupção duraria cinco dias. Cerca de três meses após a erupção uma nuvem de poeira cobriria o Hemisfério Norte, fazendo as temperaturas baixarem para -30º C. Ao mesmo tempo o Hemisfério Sul teria uma estação seca que duraria tempo indeterminado e temperaturas que chegariam a 50º C.




Imediatamente após a erupção um gás mortal e venenoso, chamado piroplastic que atingiria a temperatura de 900°c, incinerando tudo em um raio de 1900 km, devastando as regiões do Kansas, Nebraska, Livingstone, etc. Partículas do gás poderiam se espalhar ainda mais longe, matando várias pessoas por envenenamento ou asfixia.




O tremor de terra resultante da erupção atingiria grau 8.9 na Escala Richter, provocando uma onda subterrânea que iria se espalhar até o oceano, causando uma tsunami com ondas de 60 metros que iria devastar as áreas costeiras da Europa, América Central, América do Sul, e Ásia.



Cenas do Apocalipse - O supervulcão Yellowstone












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14/11/2014

Livro de Thoth - A história de um livro maldito


Livro de Thoth


Sempre existiram livros que as autoridades, igreja, combatentes zelosos do desconhecido, procuraram destruir, com freqüência junto com seus autores.




Destinos dramáticos de manuscritos, edições desaparecidas, mortes estranhas. O que ocultam os livros malditos?



Um dos livros mais misteriosos é o livro egípcio antigo “Livro de Thoth”. Considera-se que o deus egípcio antigo da sabedoria e conhecimentos Thoth tinha grande conhecimento que dava poder sobre o mundo. Ele deu aos homens a escrita e era cronista dos deuses.




Era representado na forma de homem, com cabeça de íbis e seu culto na cidade de Hermópolis, estava relacionado com os reinos subterrâneos, e envolto em segredo.




A primeira citação do “Livro de Thoth” é encontrada no papiro de Turim, onde se descreve conspiração contra o faraó usando o livro.




Todos os seus participantes foram executados e o livro maldito, que ensinava ações “contra a lei”, foi queimado.




Posteriormente o livro surge novamente estando à disposição de Khaemwaset, filho de Ramsés II.




Considerava-se que este texto permitia olhar para o sol sem fechar os olhos e também dava poder sobre os mares, terras e estrelas, revelando os segredos da língua dos animais, permitia ressuscitar os mortos e agir à distância. Khaemwaset decidiu que o livro era muito perigoso e queimou-o.




Aproximadamente no ano 300 antes de Cristo o “Livro de Thoth” aparece novamente. Naquela época muitos magos de Alexandria afirmavam que tinham o “Livro de Thoth”.




Essa jactância terminou de modo lamentável - todos eles morreram em consequência de acidentes.



Divulgavam o “Livro de Thoth”, citando-o em textos, reproduzindo trechos isolados. Na Idade Média os divulgadores de manuscritos misteriosos eram queimados cruelmente, mas, mesmo assim, os conhecimentos apareciam.




Apesar de ninguém nunca ter visto com certeza o “Livro de Thoth” impresso ou reproduzido de alguma forma conhecida.




No século XV surgiu uma lenda sobre sociedade secreta, que divulgava um breve resumo do “Livro de Thoth”, em forma de cartões chamados de cartas de Tarô.




Sobre isto escreve em seus trabalhos o cientista francês Antoine Court de Gébelin. Ele afirma que encontrou estes conhecimentos em livro egípcio antigo, que teria escapado depois do incêndio da biblioteca de Alexandria.




Na “Historia da Magia” (1876) de Paul Christian (Pitois) bibliotecário do departamento de educação nacional de Napoleão III também diz que os principais segredos da ciência da civilização egípcia e o conteúdo básico do “Livro de Thoth” estão refletidos nas cartas de Tarô.




Os séculos XIX e XX estão repletos de histórias de magos e alquimistas, que tinham o papiro de Thoth, entretanto ninguém o apresentou ao mundo.




Era muito grande o medo de perecer, pois todos os que recebiam os conhecimentos secretos morriam de morte não natural.




Hoje na biblioteca de Alexandria encontram-se folhas isoladas da primeira cópia do papiro do “Livro de Thoth”. Será realmente o mesmo livro?




A esta pergunta não há resposta, como também, a muitas outras relacionadas com o antigo papiro. Não é tão importante se realmente existiu o manuscrito, as lendas a respeito alimentam nossa imaginação.






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08/11/2014

A Misteriosa Ilha de Páscoa




Localizada nas águas perigosas sulistas do oceano Pacífico, com apenas 18 km² de terras áridas, originárias das erupções de quatro vulcões, hoje inativos, a ilha de Páscoa é considerada a porção de terra habitada mais isolada do restante da humanidade, em todo o Planeta. 





Qualquer terra mais próxima, está a uma distância de 3000 a 3200km, por isso seus habitantes chamam-na de Te pito o te henúa "umbigo do mundo". Este pequeno pedaço de terra da Oceania (entre o Chile e a Polinésia) foi descoberto por acaso pelo almirante holandês Jacob Roggeven, justamente num domingo de Páscoa de 1772, por isso o nome. 





Mas atualmente, é designada pelos nativos por Rapa-Nui “ilha grande” ou até por Mata ki te rangi "olhos fixados no céu". Mas qual seria o motivo de chamar uma ilha misteriosa de “olhos fixados no céu”? Talvez será essa a explicação? Bem, você vai entender estes questionamentos assim que souber um pouco sobre os mistérios que circundam a Ilha de Páscoa.










Ainda é incerta a data de ocupação de Rapa-Nui (forma como os nativos preferem chamar a ilha), estima-se que esta data está entre 600 a 900 anos DEPOIS de Cristo, esta data mostra que foram uma civilização bem recente, em comparação com as outras que vimos até agora. 





E ainda acredita-se que os primeiros habitantes de Páscoa foram polinésios vindos da Ásia em vez da América, como se supunha. ~Talvez estes ainda não sejam dados muito confiáveis, uma vez que a linguagem desse povo, o Rongorongo, ainda é um mistério não desvendado para a civilização moderna. Uns dizem que o motivo é que eles não tinham um sistema de escrita aprimorado, porém uma tentativa de escrita proveniente da influência espanhola pós colonização. 





Talvez seja esta apenas uma desculpa para explicar o motivo de todo o nosso conhecimento e tecnologia não serem capazes de entender uma escrita “tão arcaia” de um povo que viveu naquele lugar há tanto tempo. Como é que conseguimos decifrar os escritos sumérios, o povo mais antigo que se tem registro da humanidade, mas não conseguimos ler os escritos da Ilha de Páscoa, civilização tão mais recente? Eis o primeiro mistério.






O principal símbolo da ilha e provavelmente seu maior mistério, são os Moais, esculturas gigantescas com formas humanas esculpidas em pedras vulcânicas espalhadas por toda a ilha. Centenas de “homens gigantescos” espalhados pela pequena superfície da ilha, sempre no rosto com a mesma expressão e parecem vigiar os horizontes com olhar distante e sereno. 





Colossais, imponentes, insondáveis e pesando até 400 toneladas. Quase todas estas estátuas foram esculpidas na cratera do vulcão Rano Raraku por volta de 1300 d.C. pelos nativos, e são mais de mil estátuas de várias formas e tamanhos, as mais antigas estima-se que sejam do século 8 e são as menores, cerca de 5 metros; já as mais novas, datam do século 13 e algumas ainda estão presas as grandes pedras onde eram esculpidas, estas chegam a 21 metros e tem suas faces mais definidas. Quase todas essas estátuas estão de costas para o mar, olhando para o interior da ilha, os nativos dizem que é uma forma de proteção para Rapa-Nui





Segundo eles cada tribo possuía seus Moais e acreditavam que de seus olhos eram emanadas “energias” para seu povo. Isso pode explicar o porque de muitos moais estarem caídos com os rostos para o chão - durante séculos de guerras entre as tribos locais, eram derrubados os Moais para que estes parassem de “emitir força” para seus respectivos povos. 





Por volta do século 15, não se sabe o por que, o culto aos Moais foi deixado de lado e a ilha passou a se interessar pelo Tangata Manu, ou Homem Pássaro. De qualquer maneira, as estátuas da Ilha de Páscoa contêm em si uma pergunta imediata: como um lugar tão pequeno e isolado poderia originar uma cultura capaz de obras tão espetaculares? 





Há inúmeras décadas pesquisadores e arqueólogos têm se dedicado às questões que Páscoa suscita: quem de fato construiu os moais? Como eles eram transportados? O intuito da construção destes Moais era realmente para proteção da ilha? Então porque hoje o culto a eles foi deixado de lado? Mais mistérios creditados na conta da Ilha de Páscoa…







A adoração ao “Homem Pássaro” rendeu a ilha diversas outras estátuas também esculpidas em pedra, diferentes dos outros Moais. Estes tinham cabeça de aves e corpo de homem. 





Alguns até se arriscam a dizer que aquela cabeça talvez seja uma alusão aqueles capacetes respiradouros dos astronautas. Tanto é que a lenda diz que homens vieram do céu e visitaram a ilha. Por isso os nativos os chamavam de “homens pássaros”, talvez seja por esse motivo que a ilha também é conhecida como Mata ki te rangi "olhos fixados no céu". Outro grande mistério é que nunca houve mais que 4000 habitantes na ilha de Páscoa, e se 70% destes eram mulheres, crianças e velhos, e parte da população de homens trabalhavam exclusivamente na agricultura, pouco menos dos 600 homens restantes não poderiam jamais terem sido os responsáveis pela construção de todos os Moais lá existentes. 





Teriam eles recebido alguma ajudinha de alguém de fora? E qual seria o motivo de existirem tantas estátuas idênticas (longilíneas, em pé, de cabeça quadrada e rosto cerrado) e apenas um Moai encontrado lá foge a regra, estando em posição diferente (abaixado) e de cabeça redonda? 





Quem consegue explicar? Como entender como aquele povo de pequeno número, sem ajuda de escravos e sem nenhum indício de qualquer tipo de meio de transporte, conseguia mover Moais de até 400 toneladas por até 20 km? Alguns nativos acreditam que as estátuas de pedras andavam sozinhas até os extremos da ilha, fruto da energia que algumas pessoas tinham. Será? 





Quem sabe eram visitantes que tinham o poder de interferir na gravidade, e quando foram embora, os nativos pararam de construir os Moais – tanto é, que hoje em dia encontrarmos na ilha tantas estátuas inacabadas. É fato que o lado esotérico é bastante forte na Ilha de Páscoa, a começar por seu formato triangular, que é um importante símbolo místico, além de que a ilha tem exatos 22 por 11 quilômetros, o que deixa intrigado os numerólogos. Rapa-Nui tem vários pontos usados para meditação, sobre uma de suas montanhas, por exemplo, pode-se ver o sol se nascendo e a lua se pondo na mesma linha; também possui três grandes crateras vulcânicas, localizadas curiosamente, uma em cada um dos três vértices da ilha. 





Os antigos polinésios sentiam que a ilha era um dos chacras do planeta, ou seja, um dos sete pontos de grande concentração de energia. Misteriosamente hoje, a Ilha de Páscoa é comprovadamente detentora de um grande campo magnético. Seria coincidência? Alguns chegam a dizer que o campo magnético é apenas um indício da presença extraterrestre neste lugar, e os Moais é que são a grande prova de que seres de outros planetas ou dimensões visitaram e interferiram na vida desta misteriosa ilha. E você? No que acredita?





Vejam o vídeo:









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07/11/2014

Asteroide recém-descoberto pode mesmo atingir a Terra? (Asteroide UR116 2014)

Um novo asteroide classificado como potencialmente perigoso está causando bastante apreensão. O objeto tem cerca 360 metros de comprimento e segundo alguns sites pode se chocar contra a Europa nos próximos anos. Será que isso é verdade?

Asteroide recém

Batizado de 2014 UR116, o objeto foi descoberto em 27 de outubro de 2014 por um dos telescópios robóticos da rede Master, Mobile Astronomical System of the TElescope Robots, mantido pela Universidade de Ural, na Russia.

Assim que foi descoberto, 2014 UR116 teve o eixo maior de sua orbita calculado em cerca de 311 milhões de km, com distância mínima de aproximação solar de 83 milhões de km, cruzando portanto as orbitas de Vênus, Terra e Marte. Asteroides com essas características são classificados como "Apollo" e por cruzarem o caminho da Terra, "potencialmente perigosos".

Imediatamente após a notícia da descoberta, diversos sites e blogs começaram a repercutir uma possível chance de impacto, além de comparar as dimensões da rocha à do asteroide Chelyabinsk, que rompeu a atmosfera da Sibéria em fevereiro de 2013.

Alguns sites foram ainda mais além e afirmaram que a rocha poderia atingir a Europa, mas não nos próximos quatro anos.

Muita Calma Nessa Hora
Naturalmente, por cruzar a orbita da Terra, 2014 UR116 tem chances de atingir o nosso planeta, assim como outras centenas de asteroides do tipo Apollo. No entanto, em nenhum momento a afirmação de choque partiu de algum cientista.

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2014 UR116 foi descoberto há apenas oito dias e a quantidade de observações ainda é muito pequena para se desenhar com precisão o shape de sua orbita e sem esse conhecimento é impossível afirmar se poderá ou não haver um impacto em algum momento. Pelo mesmo motivo, especular sobre o possível local de impacto é apenas um exercício de futurologia.

O período de translação de 2014 UR116 é de 9164 dias e em 21 de outubro deste ano (2014) se aproximou a 12.8 milhões de km do nosso planeta.

Apesar das poucas observações, alguns cálculos feitos pelo Apolo11.com mostram que não há risco de impacto contra a Terra, Marte ou Vênus nos próximos 120 anos. Para períodos maiores a precisão começa a ficar bastante deteriorada e será preciso aguardar os cálculos do Minnor Planet Center, MPC e do Solar System Dynamics, da Nasa, que conseguem realizar modelagens orbitais de longo período.

Ao que tudo indica, ainda não chegou a hora.

Artes: No topo, blink da detecção do objeto 2014 UR116 feito pelo telescópio robótico da Universidade de Ural, na Rússia. Na sequencia, a orbita do asteroide que mostra o objeto cruzando o caminho da Terra, Marte e Vênus. Créditos: Master, Apolo11.com.

 

Fonte: Apolo11.com

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03/10/2014

Estrela explode e produz flare 10 mil vezes mais potente que o Sol

Se você acha que as explosões solares são motivo de preocupação, então prepare-se. Utilizando dados de satélite, pesquisadores da NASA detectaram um dos mais fortes flares já observados. Se comparado aos produzidos pelo Sol, fariam esses parecerem biribinhas de São João.

Estrela explode e produz flare 10
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Esse intenso flares solar foi observado no dia 23 de abril através dos sensores a bordo do satélite Swift, uma missão da NASA concebida pra estudar as poderosas emissões de raios gama provenientes das supernovas.

De acordo com os pesquisadores, a explosão foi cerca de 10 mil vezes mais intensa do que qualquer uma já observada no Sol e seria equivalente a um flare de classe X-100 mil, uma liberação de energia tão grande que poderia aniquilar a vida na Terra caso ocorresse no Sol.

Só para ter uma ideia, o maior flare solar já registrado ocorreu em novembro de 2003 e atingiu a classe X-45.

Pequena e Poderosa
Para nossa sorte, a estrela que produziu essa poderoso flare se encontra bem longe de nós, a cerca de 60 anos-luz de distância na constelação de Canes Venatici e curiosamente não é tão grande ou tão pesada como possa parecer.

Batizada de DG CVn, a estrela é parte de um sistema binário de anãs vermelhas, cada uma com um terço do raio e da massa do nosso Sol, com brilho individual mil vezes menor.

É um sistema muito jovem, com cerca de 35 milhões de anos de idade e como a maioria das estrelas "recém-formadas", gira rapidamente. No caso de DG CVn, a velocidade de rotação é 30 vezes mais rápida que o Sol.

Embora a velocidade de rotação das estrelas seja fator determinante para um aumento no nível da atividade, os flares produzidos por DG CVn superam qualquer coisa já vista pelos astrônomos.

"Até agora, pensávamos que os eventos explosivos nas anãs vermelhas duravam no máximo 24 horas, mas o que observamos foi uma poderosa erupção com duração de quase duas semanas", disse Stephen Drake, ligado ao Centro Goddard de Voos espaciais, da Nasa.

De acordo com Drake, durante o pico da explosão, o flare atingiu cerca de 200 milhões de graus Celsius, mais de 15 vezes a temperatura no núcleo do Sol.

Três horas após o outburst inicial, o sistema explodiu com outro flare tão intenso quanto o primeiro, um exemplo de flare "simpatético" similar aos que ocorrem no Sol, quando um evento em uma região ativa dispara outro em uma região vizinha.

As análises mostraram que após a explosão inicial foram necessários 20 dias para que DG CVn retornasse ao nível de atividade normal.

Halloween Storm
Entre o final de outubro e início de novembro de 2003, nosso Sol passou por um dos momentos de maior atividade já registrada, produzindo uma sequencia emblemática de explosões extremamente fortes que atingiram nosso planeta. Como o evento ocorreu próximo ao dia das Bruxas nos EUA, foi batizado por pesquisadores estadunidenses de Halloween Storm.

 

Fonte: http://www.apolo11.com/spacenews.php?titulo=Estrela_explode_e_produz_flare_10_mil_vezes_mais_potente_que_o_Sol&posic=dat_20141003-100445.inc

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30/08/2014

Funcionário demitido da NASA revela coisas incríveis

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O ex-gerente de Dados e do Departamento de Controle de Fotografia do Laboratório Receptor Lunar da Nasa durante o Programa Lunar tripulado Apollo, Ken Johnston, liberou totalmente recentemente várias declarações sensacionais nos EUA. O especialista disse que os astronautas norte-americanos acharam ruínas antigas de origem artificial e uma tecnologia previamente desconhecida para controlar a gravitação quando a missão pousou na Lua. Os astronautas tiraram fotos dos objetos que eles acharam, mas a NASA ordenou que Johnston destruísse as imagens. Johnston não seguiu a ordem. Ele disse que o governo norte-americano estava mantendo esta informação um segredo durante 40 anos.

As alegações assustadoras de Johnston sobre a missão Apollo apareceram recentemente em um novo livro chamado "Dark Mission: the Secret History of NASA", (A Missão Escura: a História Secreta da NASA) de co-autoria com o consultor da NASA e Conselheiro científico da CBS, Richard C. Hoagland e Mike Bara, um consultor de engenharia aeroespacial. De acordo com Kay Ferrari, Diretor da JPL do Programa SSA (em um telefonema para Johnston semana passada), foi Johnston que era citado como crítico da NASA no livro novo de Hoagland, "Dark Mission" (Missão Escura), isso a incitou pedir a resignação de Johnston do Programa SSA. Quando Johnston se recusou, citando primeiro as proteções da Emenda de liberdade de expressão a disposição de todos os empregados da NASA, até mesmo aos que pertencem a JPL, Ferrari decidiu removê-lo arbitrariamente do Programa SSA esta semana sem uma real causa aparente.

As fotos de baixa qualidade que estão no livro mostram ruínas de edifícios, uma enorme cúpula como se fossem objetos feitos de vidro, torres de pedra e castelos pendurados no ar.

"Não tenho nada que perder. Briguei com a NASA e fui despedido", Ken Johnston disse.

Realmente, a NASA acredita que as alegações sobre a civilização antiga achada na Lua não são sérias. Os autores do livro controverso também dizem que o presidente John F. Kennedy que lançou a corrida lunar com a União soviética realmente pretendia compartilhar tecnologias extraterrestres com Moscou. Fazendo um discurso nas Organizações das Nações Unidas em setembro de 1963, Kennedy ofereceu supostamente para a URSS para organizar uma missão em conjunto à Lua.

Richard Hoagland acredita que o interesse de Washington na exploração de Lua que apareceu de repente depois de 30 anos de silêncio está baseado nos achados lunares que o governo norte-americano tem mantido em segredo durante 40 anos. Rússia, China, Japão e até mesmo a Índia anunciaram publicamente os seus planos para trabalhar na exploração da Lua. O EUA, Hoagland disse, quer ser neste momento o primeiro.

Em dezembro a NASA anunciou planos para construir para uma base internacional em um dos pólos da Lua. A base será terminada antes de 2024. O fabricante de foguete de lançamento da Rússia, Energia, tem um programa mais ambicioso: construir uma base tripulada permanente na Lua antes de 2015.

A Rússia diz que a base será construída para desenvolver a produção industrial de hélio-3. Especialistas norte-americanos preferem não dizer nada específico sobre assunto. Para coroar tudo isso, a China lançou seu primeiro satélite à Lua no dia 24 de outubro. A China também pretende lançar uma base lunar e uma sonda espacial não tripulada à Lua antes de 2010.

Isótopo não radioativo do hélio, o hélio-3, é um combustível poderoso para a síntese nuclear. Só seis toneladas deste combustível proveriam energia suficiente para abastecer um grande país europeu durante um ano. A qualidade do gás (produção livre de poluição e rendimento muito alto) faz com que muitos países tratem esta perspectiva com a maior seriedade possível. A Alemanha, Índia e China conduzem vários trabalhos de pesquisa para desenvolver métodos de extração de hélio-3.

Hoagland e Johnston também pretendem provar que a NASA age virtualmente como outro departamento de defesa dos Estados Unidos, intitulado para classificar importantes informações técnicas e científicas sem o controle do congresso americano.

Hoagland disse que os astronautas americanos poderiam entregar amostras de tecnologias extraterrestres secretamente da Lua para a Terra. As tecnologias, o cientista diz, empurre todas as nações líderes do mundo para uma nova corrida lunar. "Ao contrário da corrida espacial anterior entre a URSS e o EUA, esta nova determinará a vida de todo ser humano na Terra", disse Hoagland.

Hoagland e Johnston acham que os EUA intensificarão deliberadamente os lançamentos do ônibus espacial para fechar o programa à frente cronograma inicial que utilizará uma nova espaçonave Contellation, que permitirá os EUA pousar novamente na Lua.

Richard Hoagland diz que a NASA esconde vários outros segredos, inclusive a descoberta de micróbios na superfície de Marte. A descoberta foi feita supostamente através da sonda espacial não tripulada Viking em 1976.

Tradução: Milton Dino Frank Junior

fonte:http://www.cubbrasil.net/index.php?option=com_content&task=view&id=717&Itemid=108

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18/08/2014

Cientistas marcam nova data para fim do mundo

Asteroide

Mais uma ameaça espacial paira sobre a Terra. Em direção ao nosso planeta dirige-se a enorme velocidade um asteroide com mais de um quilômetro de comprimento. Se se chocar com a Terra, ele terá consequências catastróficas para a humanidade.

Descoberto por astrônomos da Universidade do Estado de Tennessee, o asteroide 1950 DA constitui perigo potencial para a Terra. A trajetória de voo do corpo celeste, que tem o diâmetro de um quilômetro, passará muito perto do nosso planeta, a probabilidade de choque é de 0,3%, o que é bem grande para corpos celestes.

O asteroide voa para o Sistema Solar a uma velocidade de 15 km por segundo. Segundo os cientistas, ele vai aproximar-se do nosso planeta ao máximo em 16 de março de 2880. Se se chocar com a terra, ele terá consequências catastróficas.

A potência calculada da explosão do corpo celeste ao entrar na atmosfera ou ao chocar com a superfície da Terra é de 50 megatoneladas em equivalente em trotil, informa a Gazeta Russa.


Fonte: http://portuguese.ruvr.ru/news/2014_08_18/Cientistas-marcam-nova-data-de-fim-do-mundo-5018/

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