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08/03/2017

Criaturas sobrenaturais: Demônio de Jersey

A criatura é cercada de mistérios quanto a sua origem, várias lendas tentam explicar. Consta no folclore dos índios nativos que as tribos chamavam a área ao redor de Pine Barrens de "Popuessing", que significa "lugar do dragão". Mas tarde os exploradores suecos chamariam a região de "Drake Kill", "drake" sendo a palavra sueca para dragão, e "kill" significando rio ou canal. No antigo império...
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08/11/2014

A Misteriosa Ilha de Páscoa




Localizada nas águas perigosas sulistas do oceano Pacífico, com apenas 18 km² de terras áridas, originárias das erupções de quatro vulcões, hoje inativos, a ilha de Páscoa é considerada a porção de terra habitada mais isolada do restante da humanidade, em todo o Planeta. 





Qualquer terra mais próxima, está a uma distância de 3000 a 3200km, por isso seus habitantes chamam-na de Te pito o te henúa "umbigo do mundo". Este pequeno pedaço de terra da Oceania (entre o Chile e a Polinésia) foi descoberto por acaso pelo almirante holandês Jacob Roggeven, justamente num domingo de Páscoa de 1772, por isso o nome. 





Mas atualmente, é designada pelos nativos por Rapa-Nui “ilha grande” ou até por Mata ki te rangi "olhos fixados no céu". Mas qual seria o motivo de chamar uma ilha misteriosa de “olhos fixados no céu”? Talvez será essa a explicação? Bem, você vai entender estes questionamentos assim que souber um pouco sobre os mistérios que circundam a Ilha de Páscoa.










Ainda é incerta a data de ocupação de Rapa-Nui (forma como os nativos preferem chamar a ilha), estima-se que esta data está entre 600 a 900 anos DEPOIS de Cristo, esta data mostra que foram uma civilização bem recente, em comparação com as outras que vimos até agora. 





E ainda acredita-se que os primeiros habitantes de Páscoa foram polinésios vindos da Ásia em vez da América, como se supunha. ~Talvez estes ainda não sejam dados muito confiáveis, uma vez que a linguagem desse povo, o Rongorongo, ainda é um mistério não desvendado para a civilização moderna. Uns dizem que o motivo é que eles não tinham um sistema de escrita aprimorado, porém uma tentativa de escrita proveniente da influência espanhola pós colonização. 





Talvez seja esta apenas uma desculpa para explicar o motivo de todo o nosso conhecimento e tecnologia não serem capazes de entender uma escrita “tão arcaia” de um povo que viveu naquele lugar há tanto tempo. Como é que conseguimos decifrar os escritos sumérios, o povo mais antigo que se tem registro da humanidade, mas não conseguimos ler os escritos da Ilha de Páscoa, civilização tão mais recente? Eis o primeiro mistério.






O principal símbolo da ilha e provavelmente seu maior mistério, são os Moais, esculturas gigantescas com formas humanas esculpidas em pedras vulcânicas espalhadas por toda a ilha. Centenas de “homens gigantescos” espalhados pela pequena superfície da ilha, sempre no rosto com a mesma expressão e parecem vigiar os horizontes com olhar distante e sereno. 





Colossais, imponentes, insondáveis e pesando até 400 toneladas. Quase todas estas estátuas foram esculpidas na cratera do vulcão Rano Raraku por volta de 1300 d.C. pelos nativos, e são mais de mil estátuas de várias formas e tamanhos, as mais antigas estima-se que sejam do século 8 e são as menores, cerca de 5 metros; já as mais novas, datam do século 13 e algumas ainda estão presas as grandes pedras onde eram esculpidas, estas chegam a 21 metros e tem suas faces mais definidas. Quase todas essas estátuas estão de costas para o mar, olhando para o interior da ilha, os nativos dizem que é uma forma de proteção para Rapa-Nui





Segundo eles cada tribo possuía seus Moais e acreditavam que de seus olhos eram emanadas “energias” para seu povo. Isso pode explicar o porque de muitos moais estarem caídos com os rostos para o chão - durante séculos de guerras entre as tribos locais, eram derrubados os Moais para que estes parassem de “emitir força” para seus respectivos povos. 





Por volta do século 15, não se sabe o por que, o culto aos Moais foi deixado de lado e a ilha passou a se interessar pelo Tangata Manu, ou Homem Pássaro. De qualquer maneira, as estátuas da Ilha de Páscoa contêm em si uma pergunta imediata: como um lugar tão pequeno e isolado poderia originar uma cultura capaz de obras tão espetaculares? 





Há inúmeras décadas pesquisadores e arqueólogos têm se dedicado às questões que Páscoa suscita: quem de fato construiu os moais? Como eles eram transportados? O intuito da construção destes Moais era realmente para proteção da ilha? Então porque hoje o culto a eles foi deixado de lado? Mais mistérios creditados na conta da Ilha de Páscoa…







A adoração ao “Homem Pássaro” rendeu a ilha diversas outras estátuas também esculpidas em pedra, diferentes dos outros Moais. Estes tinham cabeça de aves e corpo de homem. 





Alguns até se arriscam a dizer que aquela cabeça talvez seja uma alusão aqueles capacetes respiradouros dos astronautas. Tanto é que a lenda diz que homens vieram do céu e visitaram a ilha. Por isso os nativos os chamavam de “homens pássaros”, talvez seja por esse motivo que a ilha também é conhecida como Mata ki te rangi "olhos fixados no céu". Outro grande mistério é que nunca houve mais que 4000 habitantes na ilha de Páscoa, e se 70% destes eram mulheres, crianças e velhos, e parte da população de homens trabalhavam exclusivamente na agricultura, pouco menos dos 600 homens restantes não poderiam jamais terem sido os responsáveis pela construção de todos os Moais lá existentes. 





Teriam eles recebido alguma ajudinha de alguém de fora? E qual seria o motivo de existirem tantas estátuas idênticas (longilíneas, em pé, de cabeça quadrada e rosto cerrado) e apenas um Moai encontrado lá foge a regra, estando em posição diferente (abaixado) e de cabeça redonda? 





Quem consegue explicar? Como entender como aquele povo de pequeno número, sem ajuda de escravos e sem nenhum indício de qualquer tipo de meio de transporte, conseguia mover Moais de até 400 toneladas por até 20 km? Alguns nativos acreditam que as estátuas de pedras andavam sozinhas até os extremos da ilha, fruto da energia que algumas pessoas tinham. Será? 





Quem sabe eram visitantes que tinham o poder de interferir na gravidade, e quando foram embora, os nativos pararam de construir os Moais – tanto é, que hoje em dia encontrarmos na ilha tantas estátuas inacabadas. É fato que o lado esotérico é bastante forte na Ilha de Páscoa, a começar por seu formato triangular, que é um importante símbolo místico, além de que a ilha tem exatos 22 por 11 quilômetros, o que deixa intrigado os numerólogos. Rapa-Nui tem vários pontos usados para meditação, sobre uma de suas montanhas, por exemplo, pode-se ver o sol se nascendo e a lua se pondo na mesma linha; também possui três grandes crateras vulcânicas, localizadas curiosamente, uma em cada um dos três vértices da ilha. 





Os antigos polinésios sentiam que a ilha era um dos chacras do planeta, ou seja, um dos sete pontos de grande concentração de energia. Misteriosamente hoje, a Ilha de Páscoa é comprovadamente detentora de um grande campo magnético. Seria coincidência? Alguns chegam a dizer que o campo magnético é apenas um indício da presença extraterrestre neste lugar, e os Moais é que são a grande prova de que seres de outros planetas ou dimensões visitaram e interferiram na vida desta misteriosa ilha. E você? No que acredita?





Vejam o vídeo:









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19/08/2014

Itatiba SP Brasil - Aparição Paranormal na Cidade




Itatiba Lona com o fantasma 02


Este fato aconteceu no inicio do mês de Setembro de 2012, a fonte pediu para manter o Endereço em segredo mas não colocou obstáculos em revelar seu email e nome inicial.




O ocorrido foi registrado por coincidência, o jovem apenas pegou seu equipamento e sem direção certa acionou o botão e quando foi conferir teve esta surpresa assustadora.




Este não e um caso isolado, a séculos temos relatos de casos semelhantes, mas para mim este e um caso marcante pois conheço os envolvidos e sei a seriedade dos mesmos, eles não tem motivo nenhum e nem tanto conhecimento para fazerem montagens .




Existem diferentes explicações para este tipo de manifestação, Alguns afirmam serem espíritos de pessoas que morrerão, outros dizem ser demônios se manifestando e tomando formas a fim de desencaminhar, mas isto um dia será revelado a todos, o importante e que o fato foi registrado e esta ai para quem quiser ver.




Clique nas imagens abaixo para velas ampliadas:




Itatiba Lona sem o fantasma Foto tirada da lona posteriormente ao fato




Itatiba Lona com o fantasma


Foto do fato, ampliem e aproximem





Fonte: Marcio


Contato com a fonte: marcioc_rocha@yahoo.com.br


Arranjo : Jefferson 

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08/08/2014

A manifestação física de Demônios - As feras malignas



Lobisomem


Os vampiros e os lobisomens são conhecidos como lendas há muitos e muitos anos. Muito já se escreveu acerca deles e foram o centro de inúmeros filmes e estórias. Infelizmente, quase todo mundo acredita que eles são criaturas “simuladas” da fantasia e que quase tudo o que é dito sobre eles é inexato.





Espantem-se. Estas criaturas existem. Deixe-me definir o que quero dizer com feras malignas e vampiros. Vejamos, então, alguns versículos interessantes.





“Eu nasci na iniqüidade, e em pecado me concebeu minha mãe...” (Salmo 51.5).


Desde a queda de Adão, os humanos nascem pecadores e suas formas físicas são peculiarmente afetadas pela iniqüidade (iniqüidade significa maldade ou perversidade). 





Como conseqüência, os demônios têm grande poder sobre os nossos corpos físicos. As pessoas que são totalmente comprometidas com Satã, podem e pedem certos demônios para morarem dentro delas. 





Estes demônios, podem provocar tremendas mudanças físicas nos corpos em que residem. É de grande conhecimento também, que os mesmos podem dar uma força incomum. Lembre-se do endemoninhado geraseno de Lucas 8. 





As feras malignas são produzidas por estes demônios eles produzem as mudanças físicas no corpo da pessoa, fazendo com que a mesma fique parecida com um animal, mas com a força e características de um super humano.





São muitos os versículos que falam sobre esse assunto. Naturalmente, os termos “animais malignos” ou “feras malignas” não são usados por serem termos imparcialmente modernos. Vejamos:





“Estabelecerei paz na terra... farei cessar os animais nocivos da terra...” (Levítico 26.6).





“...enviarei para o meio de vós as feras do campo...” (Levítico 26.22).


Nestas duas referências uma distinção clara é feita entre os animais nocivos e os animais selvagens. 





Aqui, Deus está dizendo aos israelitas que se eles obedecessem, os seus mandamentos, Ele faria cessar da terra dos cananeus os animais nocivos, no entanto, se eles não obedecessem, Ele enviaria os animais selvagens para matá-los. 





Anteriormente, quando Deus dera a Moisés a lei, Ele designara certos animais puros e impuros entre os animais domésticos e entre os selvagens. Assim, os animais nocivos são claramente diferentes dos animais selvagens.





“... são meus os animais selvagens...” (Salmos 50.11).


Existem muitas referências sobre os animais selvagens pertencerem ao Senhor. Porém, o mesmo não se pode dizer quanto aos animais nocivos.





Encontramos em Ezequiel a mais interessante das passagens. Aqui, o Senhor instrui, Ezequiel para ir ao templo em Jerusalém a fim de que o mesmo pudesse ver o que estava acontecendo lá. Na época, os israelitas estavam adorando à Satanás e seus demônios e praticando todos os tipos de perversões.





“Disse-me: Entra, e vê as terríveis abominações que eles fazem aqui. Entrei, e vi; eis toda forma de répteis e de animais abomináveis, e de todos os ídolos da casa de Israel, pintados na parede em todo o redor.” (Ezequiel 8.9-10).


Na então citada referência de I Coríntios 10.19-20, fica claro que estes ídolos eram imagens de demônios que eram adorados. Acredito que os desenhos vistos por Ezequiel não eram apenas de demônios mas, também, das feras malignas. 





Israel estivera no Egito por mais de quatrocentos anos antes dessa época. Os hieróglifos encontrados no Egito contém desenhos de criaturas meio homem, meio animal. Neles destacam-se os de corpos humanos com cabeças de lobo. Vários versículos mostram que os Israelitas praticavam as tradições egípcias do mesmo modo que as formas de adoração.





No Novo Testamento são encontrados referências a esses animais nocivos:






“Foi mesmo dentre eles, um seu profeta que disse:




Cretenses, sempre mentirosos, feras nocivas, ventres preguiçosos. Tal testemunho é exato.” (Tito 1.12-13a).




“Como Sodoma e Gomorra e as cidades circunvizinhas que, havendo-se entregado à prostituição como aqueles, seguindo após outra carne, são postas para exemplo do fogo eterno, sofrendo punição. Ora, estes, da mesma sorte, quais sonhadores alucinados, não só contaminam a carne, como rejeitam governo, e difamam autoridades superiores. Contudo, o arcanjo Miguel, quando contendia com o diabo, e disputava a respeito do corpo de Moisés, não se atreveu a proferir juízo infamatório contra ele; pelo contrário, disse: o Senhor te repreenda! Estes, porém, quanto a tudo o que não entendem, difamam; e, quanto a tudo o que compreendem por instinto natural, como animais irracionais, até nessas cousas se corrompem. Ai deles! Porque prosseguiram pelo caminho de Caim e, foram levados pelo engano do prêmio de Balaão [o erro de Balaão era a adoração a demônios, especialmente Baal]” (Judas 7-11).


Existe uma passagem idêntica em II Pedro 2.10-12. Em Judas 7-11 podemos ver como os homens são corrompidos e transformados em animais pela perda do respeito e pela associação e adoração aos demônios. 





É clara a referência à corrupção da carne e uma alusão à “carne estranha” (“outra carne”). 





Devemos buscar a sabedoria do Senhor para entendermos tudo o que está escondido nas Escrituras. 





Acreditamos que estes versículos fazem referência ao fenômeno de seres humanos literalmente transformados em animais nocivos. Essa transformação provoca uma mudança física temporária.





A maioria das pessoas considera os lobisomens, vampiros e zumbis como pura fantasia. Os cristãos precisam entender, que Satanás e seus servos lidam seriamente com eles e, que eles realmente existem. 





A atividade satânica na Idade Negra era intensa, porque a luz do evangelho de Jesus estava quase extinta. 





A prática da feitiçaria estava desenfreada durante aquela época, até que Deus trouxe a Reforma e o evangelho foi pregado novamente. 





Os únicos relatos precisos que fomos capazes de encontrar acerca da existência desses animais malignos foram as traduções dos escritos de uns poucos cristãos da Alemanha durante o início da Reforma. 





Nosso Senhor Jesus Cristo disse que, nos últimos dias antes de sua volta, o mau iria aumentar tremendamente, muito mais do que na Idade Negra. 





Satanás se move com agilidade e estamos para ver mais e mais as manifestações de seu poder. 





A explosão de filmes sobre o oculto (filmes de terror), o rock, jogos e literaturas, as religiões orientais e os cristãos mornos dão-nos a indicação do fim dos tempos.





“Porque nesse tempo haverá grande tributação, como desde o princípio do mundo até agora não tem havido, e nem haverá jamais. Não tivessem aqueles dias sido abreviados, ninguém seria salvo; mas, por causa dos escolhidos, tais dias serão abreviados. Então se alguém nos disser: Eis aqui o Cristo! Ou: Ei-lo ali! Não acredites; porque surgirão falsos cristos e falsos profetas operando grandes sinais e prodígios para enganar, se possível, os próprios eleitos.” (Mateus 24.21-24).


Vejamos um pouco do que se sabe sobre esses animais malignos especialmente os lobisomens. Em primeiro lugar, é dito que se uma pessoa for mordida por um lobisomem, ela se tornará um deles. Sinto que isso está completamente errado. 





A Bíblia indica que, para uma pessoa ser afetada à esse nível, ela deve estar em um relacionamento com os demônios que é proibido por Deus. 





Por outro lado, de minha própria experiência e pela experiência de outros, é pouco provável que uma pessoa seja mordida por um lobisomem. Porque o que estes demônios humanos desejam é a destruição dos outros. 





Se chegarem perto de uma pessoa, o bastante para mordê-la, o mínimo que farão será rasgá-la ao meio. Não se contentarão com uma simples mordida. Satanás os usa para a disciplina. 





Penso que irão se multiplicar demasiadamente na grande tribulação.





Uma outra crendice a respeito dos lobisomens que considero falsa, é a seguinte: eles se transformam em animais apenas à noite e quando é lua cheia. Posso afirmar que isso é falso porque eu, pessoalmente, encontrei um lobisomem durante o dia e não era época de lua cheia.





A pergunta chave aqui, é: como podemos, efetivamente, lutar contra estas criaturas? E a resposta hão poderia ser outra: no nome e no poder de Jesus Cristo. 





Até a presente data, não tenho conhecimento da libertação de nenhum deles. Contudo, o trabalho de Cristo na cruz foi tão perfeito que estou segura de que se a pessoa envolvida estiver disposta a sacrificar a própria vida, poderá obter a libertação. Estas pessoas entregaram seus corpos a tal ponto para serem controlados pelos demônios que, se não for por um milagre absoluto do Senhor, duvido que estes demônios possam ser expelidos sem resultar na, morte das mesmas.





Como já mencionei, eu mesma me encontrei frente a frente com um lobisomem. Talvez seja útil descrever essa experiência. Certa vez, na penumbra do anoitecer eu estava indo do meu consultório para o hospital para ver um paciente que tivera piora do quadro clínico. 





Estava sozinha no carro e dirigia por um trecho isolado numa estrada do campo onde não havia casas e nem construções num raio de, pelo menos, uma milha. De repente, cerca de um quarteirão à minha frente, um enorme lobisomem saltou para o meio da estrada. 





Quando cheguei mais perto, ele ergueu-se firmando nas pernas traseiras. Coloquei o pé no acelerador com a intenção de desviar-me dele, mas, o carro não respondeu. A despeito de todas as orações e tentativas com o motor ainda funcionando, ele não andava. Fiquei assentada, olhando aterrorizada, para aquela horripilante criatura que eu nunca tinha visto. Senti-me como que estivesse afogando no poder maligno que irradiava dele. Ele voltou a cabeça para trás e soltou um som terrível de um uivo que nunca esquecerei.





A seguir olhando-me diretamente nos olhos disse: 





“Você, não pode ir a lugar algum. Veja, eu parei o seu carro e não há nada que você possa fazer. Agora terei o maior prazer de rasgar a sua garganta e beber o seu sangue. Você já interferiu demais com Satanás; vou puni-la e você não pode resistir o meu poder.” 


Com um rosnado profundo ele parou de falar e saiu da frente do carro em direção à minha porta.





O temor me envolveu. Contudo, eu estava certa de que deveria resistir porque sabia que não era da vontade de Deus a minha morte. Naquele momento ele me dissera que havia muito trabalho para fazer, três anos antes durante a doença que quase me matara. 





Assim que tomei a decisão de ficar firme, o Espírito Santo fez fluir dentro de minha alma a calma, a paz e a força. Também, falou-me que o lobisomem estava tentando amedrontar-me para que eu entrasse em pânico e corresse. Se eu o fizesse ele seria capaz de me matar.





Respirando fundo, estendi a mão direita na direção d’Ele e gritei: “Pare! No nome de Jesus, pare! Servo tolo de Satanás! Sou serva de Jesus Cristo que é Deus altíssimo e não é a vontade d’Ele que eu morra agora. Você não pode me locar porque ainda tenho trabalho a fazer.” No mesmo momento, o lobisomem ficou parado em suas patas traseiras, rosnando e furioso, incapaz de se mover.





Apontei novamente para ele e disse, olhando diretamente em seus olhos: “No nome de Jesus ordeno que você saia do meu caminho e se vá. A hora da minha morte ainda não chegou. Agora, vá!”, ele uivou mais uma vez e ficando novamente de quatro saiu da estrada desaparecendo no meio de uma plantação de milho.





Eu tremia tanto e ao mesmo tempo estava aliviada que mal conseguia dirigir. Porém, quando o meu carro ganhou velocidade eu dirigi louvando o Senhor por mais uma vez: “... estender a mão contra a ira dos meus inimigos.” (Salmos 138.7). Parei uma milha depois e tive “uma crise de nervos” antes de chegar ao hospital.





Muito se escreveu sobre os diversos métodos para matar os lobisomens enquanto estes estiverem na forma de lobos. Eu nunca consideraria tais métodos porque eles implicam na morte de pessoas de quem a salvação é o mais importante para mim. 





E também, uma pessoa assim, depois de morta, volta à forma humana porque o demônio deixa o corpo e isto causaria uma situação extremamente complicada porque: quem iria acreditar que um morto, quando vivo, tinha outra forma? Assim, o matador seria, certamente acusado de assassinato.





Os vampiros também existem. Este também é um termo, relativamente, moderno. Essencialmente, o vampiro é um pessoa que bebe sangue. O vampirismo cresce a cada dia entre as estrelas do rock e de seus adeptos. Existem muitas canções sobre o assunto. 





O ato de beber sangue no palco durante as apresentações é comum para essas estrelas. Assim, como o fato de exibirem a alteração no formato dos dentes que se tornam pontiagudos. Recentes publicações de shows mostram o cantor Dee Snider do grupo de rock “Twisted Sister” exibindo dentes pontiagudos na frente da boca. Vejamos um fascinante versículo que fala a respeito.





“Acha-se a minha alma entre leões, ávidos de devorar os filhos dos homens; lanças e flechas são os seus dentes...” (Salmo 57.4).





Ao lembrar que a maioria dos escritos de Davi, nos Salmos, dizem respeito à batalha espiritual e o fato de que sua alma, e não o corpo, estava sendo atacada, fico me perguntando se ele não estaria se referindo às pessoas habitadas pelos demônios do vampirismo.





Novamente, o que dizem a respeito deles não é verdade. Na realidade, agem durante o dia, não precisam dormir em um caixão, etc. Pessoalmente, nunca encontrei um vampiro. Entretanto, conversei muito com pessoas que afirmam tê-los encontrado. Nestas situações, também, devemos nos firmar no poder e autoridade de Jesus Cristo.





Os demônios podem se manifestar numa forma física. As formas variam desde a extrema beleza à feiúra horripilante. Eles também podem se manifestar com a aparência perfeita de um ser humano. 





Os satanistas os chamam de “changelings”, “incubi” ou “dopple-gangers.” O dicionário assim define: Os “changelings” são supostas crianças que nas estórias são deixadas pelas fadas no lugar de outra que elas roubaram. Um “dopple-ganger”é o espírito de uma pessoa viva que tem a mesma aparência física dela. 





Os “incubi” são demônios que adotam uma forma masculina geralmente humana, a fim de ter relações sexuais com mulheres.






Arranjo: JTC (OADM)

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15/07/2014

A Sedução da Superstição, Encyclopœdia Britannica afirmou...


supersticaoA Sedução da Superstição 


Por volta de 1910, a Encyclopœdia Britannica afirmou que o futuro traria “uma civilização isenta da última sombra de superstição”. Tal declaração originou-se pelo fato de a ciência e a civilização exporem a insensatez de crenças ou conceitos aceitos cegamente durante os séculos passados. 





Esta exposição do erro faria com que muitas pessoas se tornassem menos supersticiosas. Diante desse fato, esperava-se um futuro onde as crenças supersticiosas ficassem no passado, na Idade Média, onde, segundo alguns, muitas teriam surgido por influência do Catolicismo Romano; embora, evidentemente, as práticas supersticiosas sejam anteriores ao próprio Catolicismo.





Ao contrário do que muitos intelectuais esperavam, a superstição não findou com o avanço da tecnologia nem com o avanço das ciências físicas. Muitos achavam que o homem moderno não mais difundiria estórias como as da cegonha, fadas etc.; que aposentaria suas patas de coelho, figas, fitas vermelhas, ferraduras, arrudas ou as imagens de buda; que o mês de agosto deixaria de ser azarado (como se Deus não tivesse poder nesse mês); criam que até o temido “mau-olhado” ficaria cego.





Contudo, para a decepção geral desses otimistas tem ocorrido o inverso. Milhares de pessoas “intelectualizadas” se envolvem com alguma forma de superstição. Por exemplo, o jornal O Estado de São Paulo (14 de fevereiro de 1993) publicou a uma matéria sobre operadores de bolsa de valores que não tomam uma decisão sem antes realizarem alguma prática supersticiosa. 



Há o caso de Herald McCardell, 42 anos, que “não dá um passo sem antes segurar um pequeno saco de pano. Dentro dele, há de tudo: dente de leite de um dos dois filhos, uma moeda inglesa dada pelo pai, um pedaço de espinha de peixe. (…) Alguns operadores especiais chegam ao requinte de não se sentar em cadeiras de colegas comprovadamente “azarados”. (…) Outros andam somente com uma única gravata para dar sorte ou nem lavam a camisa que usam quando um negócio lucrativo é fechado.” Vê-se, pois, que a superstição atinge a todas as camadas sociais.





Outro engano era achar que superstições eram coisas de terceiro mundo, de países subdesenvolvidos. Porém, o jornal O Globo (19 de novembro de 1987) trouxe a seguinte notícia: “Japonesas lançam uma nova moda. Moças usam esparadrapo no braço esquerdo para atrair o rapaz que amam. (…) Esta simpatia funciona da seguinte forma: a moça deve escrever o nome do rapaz de quem gosta no braço esquerdo e cobri-lo com esparadrapo durante três dias. Ao fim de uma semana, o “milagre” acontece e o rapaz visado começa a sentir pela moça mais do que amizade”.





Assim, nem o avanço tecnológico foi capaz de deter a superstição. Os grandes jornais — que são formadores de opinião — trazem todos os dias uma sessão de horóscopos, sem se falar dos programas de rádio e de televisão que dão ampla cobertura à indústria do irracional. Pessoas moldam suas vidas por aquilo que os “astros” supostamente dizem ou deixam de dizer. As pessoas anseiam por coisas que determinem o rumo de suas vidas. Essa é a razão da proliferação de disques-0900. Tem de tudo: disque-tarô, disque-búzios, disque-anjo, e até os que oferecem o “serviço completo”, como o brasileiro Omar Cardoso Filho e o porto-riquenho Walter Mercado, que apresentam tudo em matéria de artes divinatórias, um mercado mais do que lucrativo (veja o AGIRnotícias, nº 2).

Superstição – o que é?

Talvez alguém esteja se perguntando: “Afinal de contas, que é superstição?” Como ponto de partida, tomemos duas definições do Aurélio: “Sentimento religioso baseado no temor ou na ignorância, e que induz ao conhecimento de falsos deveres, ao receio de coisas fantásticas e à confiança em coisas ineficazes; crendice; apego exagerado e/ou infundado a qualquer coisa”. 



Essas definições mostram um elemento fundamental envolvido em quase todas as práticas supersticiosas: a emoção do indivíduo. Declarou o doutor Edward Hornick (professor de psiquiatria em Nova Iorque): “As superstições estão entre os melhores sustentáculos contra a dúvida, a ansiedade a insegurança da vida”. Assim, podemos afirmar que a superstição seria uma tentativa do desejo humano de solucionar seus problemas, através de práticas que possam manipular forças sobrenaturais para o seu próprio proveito. A idéia inclui fazer com que Deus, os anjos ou até mesmo demônios possam estar ao seu serviço. Eles seriam uma espécie de gênio-da-lâmpada-de-Aladim.





Percebemos que o xis da questão está no fato de a pessoa achar que ela mesma poderá resolver todos os seus problemas, independente de Deus. “Na proporção em que o homem se desvia do Deus verdadeiro, ele se inclinará à superstição”. A superstição é a fé desviada de seu curso natural, Deus. A raiz da superstição está no fato de o homem, criado à imagem e semelhança de Deus, feito para sua glória, recorrer a objetos e fórmulas aparentemente mágicas a fim de resolver seus próprios problemas, sem levar em conta seu Criador. Tal desejo de independência de Deus é um pecado, um desvio da verdadeira fé, que é direcionada para coisas, como rezas, talismãs, cristais, pêndulos, pirâmides etc.





A Bíblia tem muito a dizer sobre essa questão. Veja: “A ira de Deus se revela do céu contra toda impiedade e perversão dos homens que detém a verdade pela justiça, porquanto o que de Deus se pode conhecer é manifesto entre eles, porque Deus lhes manifestou. Porque os atributos de Deus, assim o seu eterno poder como também a sua própria divindade, claramente se reconhecem, desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das coisas que foram criadas. Tais homens são por isso indesculpáveis, porquanto, tendo conhecimento de Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças, antes se tornaram nulos em seus próprios raciocínios, obscurecendo-se-lhes o coração insensato. Inculcando-se por sábios, tornaram-se loucos, e mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível, bem como de aves, quadrúpedes e répteis. Por isso Deus entregou tais homens à imundícia, pelas concupiscências de seus próprios corações, para desonrarem os seus corpos entre si, pois eles mudaram a verdade de Deus em mentira, adorando e servindo a criatura, me lugar do Criador, o qual é bendito eternamente. Amém” (Romanos 1:18-25).

Por que é tão sedutora

Várias coisas tornam a superstição altamente sedutora. A principal, sem sombra de dúvidas, é a curiosidade, sobretudo em relação ao que o futuro reserva. Isso mostra que as pessoas estão em busca de segurança, devido ao medo em relação ao porvir. Aproveitando-se dessa situação, a mais destacada das práticas supersticiosas, a astrologia, tenta fornecer as respostas a curto, médio e longo prazos. Porém, se alguém fizer uma busca pelos jornais, revistas, rádios e televisões buscando orientação dos astros, e resolvesse compará-las, certamente encontraria, no mínimo, respostas de duplo sentido e conflitantes entre si, revelando, portanto, que é a interpretação subjetiva do astrólogo que determina o provável futuro. Será esta a maneira correta de saber o que o futura trará? Vale a pena traçar o rumo de sua vida baseado em interpretações particulares? E onde fica Deus nessa história? Em quem devemos confiar: no Criador infalível ou em seres humanos falíveis? Pense nisso!





Uma outra razão que leva alguém a se aproximar das superstições é a necessidade de proteção contra possíveis “forças ocultas” que possam trazer perigos à sua vida. Assim, o excesso de credulidade leva pessoas a temerem o mau-olhado, a macumba, a feitiçaria etc. E para combater tais malefícios (que em si já são supersticiosos), as pessoas se entregam a outras práticas da mesma natureza. Esse ciclo vicioso faz do indivíduo uma presa fácil da superstição.





Além de proteção pessoal, há os que “acendem uma vela para Deus e outra para o Diabo”, buscando dominar outros; sua sede de poder irá envolvê-los não com Deus, mas com os poderes da trevas, o mundo de Satanás, fazendo aliança com as trevas. Enganam-se ao achar que podem controlar os demônios, ao contrário, são estes que controlam os desavisados e sedentos de poder. Jesus chamou o Diabo de “o pai da mentira” (João 8:44). Por que fazer aliança com quem não é confiável? Na intenção de dominar, não subjugados.





Para finalizar (embora esses tópicos não tenham esgotado o tema), vale a pena lembrar que a humanidade jura poder conquistar a divindade ou tornar-se um deus. Isso leva muitos ao submundo do ocultismo, do esoterismo, achando que estes lhes conferirão a fórmula da divindade. Esquecem-se, contudo, de duas verdades fundamentais. Primeira: Só existe um Deus. Segunda: Você não é Ele! E nem poderá ser. Há um grande abismo que separa o Criador da criatura, o Infinito do finito, o Absoluto do relativo.

Por que é tão perigosa





Toda e qualquer superstição é perigosa, pois desagrada a Deus. Isso não é mero passatempo inofensivo. Por vezes, o primeiro povo com quem Deus lidou, Israel, foi severamente punido pelo próprio Deus por se envolverem com práticas supersticiosas. E não foi por falta de avisos. Mesmo antes de entrarem na Terra Prometida, Deus lhes havia dito: “Quando entrares na terra que o SENHOR teu Deus te der, não aprenderás a fazer conforme as abominações daqueles povos. Não se achará em ti quem faça passar pelo fogo o seu filho ou a sua filha, nem adivinhador, nem prognosticador, nem agoureiro, nem feiticeiro, nem encantador, nem necromante, nem mágico, nem quem consulte os mortos; pois todo aquele que faz tal coisa é abominação ao SENHOR; e por estas abominações o SENHOR teu Deus os lança de diante de ti. Perfeito serás para com o SENHOR teu Deus. Porque estas nações, que hás de possuir, ouvem os prognosticadores e os adivinhadores; porém a ti o SENHOR teu Deus não permitiu tal coisa” (Deuteronômio 18:9-14).





Algumas dessas práticas podem parecer inocentes, mas não são. Segundo a Bíblia o próprio Satanás, o príncipe dos demônios, transforma-se em “anjo de luz” (2ª Coríntios 11:14, 15). Por meio dessa sutil tática muitas pessoas são postas em contato com o poder das trevas sem o saber. A intenção de Satã não é apenas eliminar a fé das pessoas (é algo difícil até mesmo para ele); porém, ele tenta e continuará tentando para que as pessoas ponham sua fé em si mesmas ou em objetos, fórmulas mágicas, mandingas, feitiçarias, astrologia etc.





Em suma, a intenção do Diabo é que as pessoas se apoiem em tudo, menos em Deus e, mesmo que falem em Deus, não se submetam ao seu domínio exclusivo, não dêem importância à sua Palavra, a Bíblia, que deverá ser o guia completo para suas vidas e, sobretudo, não se sujeitem a Jesus Cristo, o Filho do Deus vivo, pois somente ele é quem poderá satisfazer todos os anseios humanos de paz, alegria, segurança; somente ele poderá assegurar um futuro melhor, no céu, para todos aqueles que crerem nele, demonstrando isso por meio de suas vidas. Até lá, é verdade, a vida não será necessariamente um mar de rosas, mas a Bíblia diz que Deus não nos abandonará em nenhum momento. Seja qual for a situação, Deus será sempre nosso socorro e auxílio. Diz a Bíblia: “Deus é nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente nas tribulações” (Salmo 46:1). Tudo isso revela o amor e o carinho desse Deus maravilhoso, que nenhuma prática supersticiosa poderá substituir.

Libertando-se da sedução

Alguém talvez pergunte: “É possível libertar-me da sedução ou do poder da superstição?” Claro que sim! Jesus mesmo garantiu: “E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará. (…) Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres” (João 8:32, 36). Aqueles que reconhecem a suficiência de Cristo abandonarão tais práticas antibíblicas que desagradam a Deus. A Bíblia relata que certa vez um grupo de pessoas supersticiosas, envolvidas com artes mágicas, após entregarem suas vidas a Jesus Cristo, reuniram seus livros de fórmulas mágicas (que eram caríssimos) e os queimaram diante de todo o povo (Atos 19:19). Servir a Jesus Cristo implica em renunciar também às práticas supersticiosas. Você só tem a ganhar.





Acredite, nenhum mal poderá nos separar do amor de Deus. O apóstolo Paulo pergunta: “Se Deus é por nós, quem será contra nós?” (Romanos 8:31). Assim, não há feitiço, macumba, vodu ou seja lá o que for, que nos fará dano algum. Deus é maior do que tudo isso. Entregue sua vida ao senhorio absoluto de Jesus, aquele que é o “caminho, a verdade e a vida” (João 14:6). Estado nas mãos do Salvador, Jesus Cristo, você experimentará a força destas palavras: “Porque eu estou bem certo de que nem morte, nem vida, nem anjos, nem principados, nem coisas do presente, nem do porvir, nem poderes, nem altura, nem profundidade, nem qualquer outra criatura poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Romanos 8:38, 39).




Fonte: CACP

Veja também:

Superstição - você acredita nisso?
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29/04/2014

Mistérios do culto das caveiras




Crânios podem servir de troféus, relíquias ou até mesmo ornamentos. Armada com as mais modernas tecnologias, exposição em museu alemão vai fundo na história das caveiras.




Caveira revestida com mosaico (Museu de Atenas)


Certos visitantes da exposição Schädelkult (Culto das caveiras) provavelmente só vêm mesmo experimentar calafrios: entre os 300 crânios expostos há realmente alguns que despertam um certo horror.


O cientista Bernd Kromer, porém, não se importa nem um pouco se o topo das caveiras foi cortado fora ou se há pregos enfiados nelas. Tudo o que lhe interessa são exatos 20 microgramas de material: o suficiente para determinar a idade do exemplar.


Para obter tal amostra, o especialista em arqueometria faz um orifício de dois milímetros na superfície do crânio. Dos 60 que já examinou, o mais antigo datava do final da Idade do Bronze; o mais recente, da alta Idade Média.




Crânio modelado com argila


Kromer integra o assim chamado German Mummy Project (Projeto Alemão das Múmias), do complexo de museus Reiss-Engelhorn de Mannheim, uma das pesquisas mais inusitadas de que se tem notícia.


Com o apoio dos mais modernos métodos, um grupo de antropólogos, anatomistas, médicos, químicos, físicos, biólogos ou geneticistas de diversos países trabalha para extrair os segredos das múmias. E assim resolvem enigmas envolvendo origem, alimentação ou rituais de mortos milenares.


O original programa de pesquisa nasceu em 2004, a partir de uma grande mostra de múmias em Mannheim. O sucesso foi tão grande que os cientistas continuaram a perseguir a temática. "Atualmente, estudamos mais de 60 múmias. Agora utilizamos os contatos de longa data e descobertas do German Mummy Project também na pesquisa dos crânios", explica o arqueólogo Wilfried Rosendahl, vice-diretor dos Museus Reiss-Engelhorn e iniciador do projeto.


Mistério do mosaico turquesa




Arte mesoamericana vista pelo tomógrafo


Theodoros Pitzios, diretor do Museu Arqueológico de Atenas, viajou especialmente da Grécia para Mannheim trazendo um crânio na bagagem. A peça é, ao mesmo tempo, horripilante e bela: totalmente revestida com pedras de mosaico de cor turquesa, é considerada uma raridade absoluta, e Pitzios quer desvendar seu mistério.


A caveira apareceu em Atenas há mais de 100 anos, sem que ninguém saiba sua idade exata. O especialista estima que tenha mais de 500 anos de existência e origem na Mesoamérica. "Ela talvez seja um pouco mais antiga do que os astecas. Encontramos exemplos semelhantes de crânios decorados na literatura. Agora estamos pesquisando que idade este tem."


Uma tomografia computadorizada revelará se as pedras foram aplicadas de forma sistemática, assim como o estado das raízes dentárias. Para o radiologista e especialista em medicina nuclear Christian Fink, passar múmias ou crânios pelo aparelho de tomografia é sempre algo de especial. Há três anos, seu Instituto de Radiologia Clínica e Medicina Nuclear coopera com os Museus Reiss-Engelhorn, pois dispõe de um tomógrafo extraordinariamente potente.


"Normalmente o utilizamos nos pacientes para distinguir tumores do tecido normal. Para os Museus Reiss-Engelhorn, a peça exposta é o foco das atenções; para nós, trata-se de como alcançar novos conhecimentos empregando novas tecnologias."




Tomografia de cabeça recoberta com argila


Segredos da tomografia


Em que estado se encontra o esqueleto? O que se oculta no interior do crânio? Não só para os arqueólogos, mas também para os médicos é interessante examinar caveiras e esqueletos. Os peritos do Instituto de Radiologia Clínica e Medicina Nuclear procuram distinguir entre ossos e outras estruturas, como ataduras e bandagens, explica Christian Fink.


Fink aponta para a imagem computadorizada de uma caveira da Colômbia, provavelmente datando do século 12 a 15 e modelada por fora: uma pasta de argila aplicada sobre os ossos não permitia distinguir a fisionomia do morto.


No caso do crânio colombiano, o resultado da tomografia foi uma enorme surpresa. "Descobrimos um crânio infantil, cuja estrutura óssea foi modificada [ainda em vida] através de ataduras, a fim de corresponder ao ideal de beleza vigente."


A tomografia computadorizada tem revelado ainda outros segredos. Nos orifícios de uma múmia, por exemplo, os cientistas encontraram rolos de papiro. Num crânio celta havia um prego enfiado após a morte. O exame auxiliou os arqueólogos a descobrir um estranho ritual: a cabeça ficava pendurada do lado de fora de uma casa, em sinal de vitória.


A exposição Culto das Caveiras pode ser vista até 29 de abril de 2012 no Museu Weltkulturen D5, em Mannheim.


Fonte :  DWNoticias



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26/11/2013

FEMA 2012 Abrigos Subterrâneos no Brasil - Anúncio FEMA




O presidente Jimmy Carter criou a FEMA (Agência Federal para o Gerenciamento de Emergências) em 1979, por meio de uma ordem executiva, e a nova agência absorveu muitas outras que existiam. A FEMA assumiu uma ampla gama de responsabilidades, que incluiu desastres naturais e planos de defesa civil em caso de guerra. Em 2003, a FEMA passou a fazer parte do Departamento de Segurança Nacional.


A FEMA tem a incumbência de lidar com todos os desastres possíveis. Isso inclui desastres naturais, como furacões e terremotos, além de outros causados pelo homem, como derramamentos de substâncias perigosas, atentados a bomba e guerras.



Embora a maioria das pessoas associe a FEMA a desastres, a agência dedica grande parte dos seus esforços à preparação contra eles. Essas preparações incluem casas à prova de furacões e proteção de construções para torná-las mais seguras no caso de um terremoto.



A FEMA criou vários campos de concentração parecidos com aqueles da época de Adolf Hitler, Eles planejam diminuir a população mundial em até 90%da atual... O governo Americano se negou a falar sobre o assunto...Será que estamos seguros? Em quem confiar? Veja os vídeos e tire as suas dúvidas.






































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24/10/2013

Qual é a origem da doutrina da Trindade?


vida cristão


Trindade


Definição: A doutrina fundamental das religiões da cristandade. Segundo o Credo de Atanásio, há três pessoas divinas (o Pai, o Filho e o Espírito Santo), sendo cada um destes, alegadamente, eterno, todo-poderoso, não sendo nenhum maior ou menor do que o outro, sendo cada um deles, alegadamente, Deus, e, não obstante, juntos um só Deus. Outras afirmações sobre esse dogma sublinham que estas três “Pessoas” não são entes separados e distintos, mas três formas nas quais existe a essência divina. Assim, alguns trinitários enfatizam sua crença de que Jesus Cristo é Deus ou de que Jesus e o Espírito Santo são Jeová. Não é ensinamento bíblico.


Qual é a origem da doutrina da Trindade?


The New Encyclopædia Britannica diz: “Nem a palavra Trindade, nem a doutrina explícita, como tal, aparecem no Novo Testamento, e nem Jesus ou seus seguidores tencionaram contradizer o Shema do Velho Testamento: ‘Ouve, ó Israel: O Senhor, nosso Deus, é um só Senhor’ (Deut. 6:4). . . . A doutrina desenvolveu-se gradualmente com o decorrer dos séculos, enfrentando muitas controvérsias. . . . Por volta do fim do 4.° século . . . a doutrina da Trindade tomou substancialmente a forma que desde então tem conservado.” — (1976), Micropædia, Vol. X, p. 126.


A New Catholic Encyclopedia diz: “A formulação de ‘um só Deus em três Pessoas’ não foi solidamente estabelecida, de certo não plenamente assimilada na vida cristã e na sua profissão de fé, antes do fim do 4.° século. Mas, é precisamente esta formulação que tem a primeira reivindicação ao título o dogma da Trindade. Entre os Pais Apostólicos, não havia nada, nem mesmo remotamente, que se aproximasse de tal mentalidade ou perspectiva.” — (1967), Vol. XIV, p. 299.


Em The Encyclopedia Americana lemos: “O cristianismo derivou-se do judaísmo, e o judaísmo era estritamente unitário [cria que Deus é uma só pessoa]. O caminho que levou de Jerusalém a Nicéia dificilmente foi em linha reta. O trinitarismo do quarto século de forma alguma refletiu com exatidão o primitivo ensino cristão sobre a natureza de Deus; foi, ao contrário, um desvio deste ensinamento.” — (1956), Vol. XXVII, p. 294L.


Segundo o Nouveau Dictionnaire Universel: “A trindade platônica, que em si é meramente um rearranjo de trindades mais antigas, que remontam aos povos anteriores, parece ser a trindade filosófica racional de atributos que deram origem às três hipóstases ou pessoas divinas ensinadas pelas igrejas cristãs. . . . O conceito deste filósofo grego [Platão, do 4.° século AEC] sobre a trindade divina . . . pode ser encontrado em todas as religiões [pagãs] antigas.” — (Paris, 1865-1870), editado por M. Lachâtre, Vol. 2, p. 1467.


O jesuíta John L. McKenzie, no seu Dictionary of the Bible, diz: “A trindade de pessoas dentro da unidade de natureza é definida em termos de ‘pessoa’ e de ‘natureza’, que são termos filosóficos gr[egos]; na realidade, esses termos não aparecem na Bíblia. As definições trinitárias surgiram em resultado de longas controvérsias, em que estes termos e outros, tais como ‘essência’ e ‘substância’, foram erroneamente aplicados a Deus por alguns teólogos.” — (Nova Iorque, 1965), p. 899.


Embora, conforme reconhecem os trinitários, nem a palavra “Trindade” nem a declaração do dogma da Trindade se encontrem na Bíblia, será que se encontram ali os conceitos englobados nesse dogma?


Ensina a Bíblia que o “Espírito Santo” é uma pessoa?


Alguns textos individuais que mencionam o espírito santo (“Espírito Santo”, Al) talvez pareçam indicar uma personalidade. Por exemplo, fala-se do espírito santo como ajudador (grego, pa‧rá‧kle‧tos; “Consolador”, Al; “Auxiliador”, BLH) que ‘ensina’, ‘dá testemunho’, ‘fala’ e ‘ouve’. (João 14:16, 17, 26; 15:26; 16:13) Mas outros textos dizem que pessoas ficaram ‘cheias’ de espírito santo, que algumas delas foram ‘batizadas’ ou ‘ungidas’ com esse espírito. (Luc. 1:41; Mat. 3:11; Atos 10:38) Estas últimas referências feitas ao espírito santo definitivamente não se coadunam com uma pessoa. Para entender o que a Bíblia como um todo ensina, estes textos todos precisam ser considerados. Qual é a conclusão razoável? A de que os primeiros textos citados aqui empregam uma figura de linguagem, personificando o espírito santo de Deus, sua força ativa, assim como a Bíblia personifica também a sabedoria, o pecado, a morte, a água e o sangue. (Veja também as páginas 142, 143, sob o tópico “Espírito”.)


As Escrituras Sagradas nos dão o nome pessoal do Pai — Jeová. Elas nos informam que o Filho é Jesus Cristo. Mas, em parte alguma das Escrituras se dá um nome pessoal ao espírito santo.


Atos 7:55, 56 relata que Estêvão recebeu uma visão do céu, onde viu “Jesus em pé à direita de Deus”. Mas não diz ter visto o espírito santo. (Veja também Revelação 7:10; 22:1, 3.)


A New Catholic Encyclopedia admite: “A maioria dos textos do N[ovo] T[estamento] revela o espírito de Deus como sendo algo, não alguém; isto se vê especialmente no paralelismo entre o espírito e o poder de Deus. (1967, Vol. XIII, p. 575) Diz também: “Os apologistas [escritores cristãos gregos do segundo século] falavam com demasiada hesitação do Espírito; pode-se adiantar até certo ponto que o fizeram de modo impessoal demais.” — Vol. XIV, p. 296.


Concorda a Bíblia com os que ensinam que o Pai e o Filho não são pessoas separadas e distintas?


Mat. 26:39, ALA: “Adiantando-se um pouco, [Jesus Cristo] prostrou-se sobre o seu rosto, orando e dizendo: Meu Pai: Se possível, passe de mim este cálice! Todavia, não seja como eu quero, e, sim, como tu queres.” (Se o Pai e o Filho não fossem pessoas distintas, essa oração não teria sentido. Jesus estaria orando a si mesmo, e a sua vontade teria sido forçosamente a vontade do Pai.)


João 8:17, 18, ALA: “[Jesus respondeu aos fariseus judaicos:] Na vossa lei está escrito que o testemunho de duas pessoas é verdadeiro. Eu testifico de mim mesmo, e o Pai, que me enviou, também testifica de mim.” (Portanto, Jesus falou definitivamente de si mesmo como uma pessoa separada e distinta do Pai.)


Veja também as páginas 208, 209, sob “Jeová”.


Ensina a Bíblia que todos os que se diz que fazem parte da Trindade são eternos, que nenhum deles teve começo?


Col. 1:15, 16, ALA: “Ele [Jesus Cristo] é a imagem do Deus invisível, o primogênito de toda a criação; pois nele foram criadas todas as cousas, nos céus e sobre a terra.” Em que sentido é Jesus Cristo “o primogênito de toda a criação”? (1) Os trinitários dizem que “primogênito” aqui significa primário, o mais excelente, o mais distinto; assim, seria de entender que Cristo não faz parte da criação, mas que é o mais distinto em relação com os que foram criados. Se assim for, e se a doutrina da Trindade é verdadeira, por que não se diz que o Pai e o espírito santo são também o primogênito de toda a criação? Mas a Bíblia aplica esta expressão unicamente ao Filho. Segundo o significado costumeiro de “primogênito”, indica que Jesus é o mais velho da família dos filhos de Jeová. (2) Antes de Colossenses 1:15, a expressão “primogênito” ocorre mais de 30 vezes na Bíblia, e em todos os casos em que é aplicado a criaturas viventes, tem o mesmo significado — o primogênito faz parte do grupo. “O primogênito de Israel” é um dos filhos de Israel; “o primogênito de Faraó” é um da família de Faraó; “os primogênitos dos animais” são eles próprios animais. O que faz com que alguns atribuam, então, um significado diferente a “primogênito” em Colossenses 1:15? O emprego bíblico, ou a crença à qual já se apegaram e para a qual procuram prova? (3) Será que Colossenses 1:16, 17 (ALA) exclui Jesus de ter sido criado, ao dizer “nele foram criadas todas as cousas . . . tudo foi criado por meio dele e para ele”? A palavra grega traduzida aqui por “todas” é pán‧ta, forma flexionada de pas. Em Lucas 13:2, ALA traduz isso por “todos os outros”; BV “os demais”; HR diz “todos os mais”. (Veja também Lucas 21:29 na BLH e Filipenses 2:21 na PIB.) Em harmonia com todas as outras coisas que a Bíblia diz a respeito do Filho, a NM atribui o mesmo sentido a pán‧ta em Colossenses 1:16, 17, de modo que reza, em parte, “mediante ele foram criadas todas as outras coisas . . . Todas as outras coisas foram criadas por intermédio dele e para ele”. Assim, indica-se que ele é um ser criado, faz parte da criação produzida por Deus.


Rev. 1:1; 3:14, ALA: “Revelação de Jesus Cristo, que Deus lhe deu . . . Ao anjo da igreja em Laodicéia escreve: Estas cousas diz o Amém, a testemunha fiel e verdadeira, o princípio [grego, ar‧khé] da criação de Deus.” (Al, So, BMD, NM e outras vertem de modo similar.) É correta essa tradução? Alguns adotam a idéia de que se quer dizer que o Filho era ‘o principiador da criação de Deus’, que ele era a sua ‘fonte real’. Mas o Greek-English Lexicon, de Liddell e Scott, alista “princípio” como o primeiro sentido de ar‧khé. (Oxford, Inglaterra, 1968, p. 252) A conclusão lógica é que aquele citado em Revelação 3:14 é uma criação, a primeira das criações de Deus, e teve princípio. (Compare com Provérbios 8:22, onde, conforme muitos comentaristas concordam, se faz referência ao Filho como sabedoria personificada. Segundo IBB, BMD e BJ, diz-se que aquele que fala ali foi “criado”.)


Profeticamente, Miquéias 5:2 (Al) fala a respeito do Messias, cujas “saídas são desde os tempos antigos, desde os dias da eternidade”. So reza: “cuja geração é desde o princípio, desde os dias da eternidade.” Faz isso com que ele seja igual a Deus? É digno de nota que, em vez de dizer “eternidade”, BMD (5:1) traduz do hebraico por “dias antigos”, PIB, “dias mais remotos”; NM, “dias do tempo indefinido”. À luz de Revelação 3:14, que se considerou acima, Miquéias 5:2 não prova que Jesus não teve começo.


Ensina a Bíblia que nenhum dos que se diz estarem incluídos na Trindade é maior ou menor do que o outro, que todos são iguais, que todos são todo-poderosos?


Mar. 13:32, ALA: “A respeito daquele dia ou da hora ninguém sabe; nem os anjos no céu, nem o Filho, senão somente o Pai.” (Naturalmente, não seria assim se o Pai, o Filho e o Espírito Santo fossem coiguais em um só Deus. E se, conforme alguns sugerem, o Filho estivesse impedido de saber, em razão de sua natureza humana, surge a pergunta: Por que é que o Espírito Santo não sabe?)


Mat. 20:20-23, IBB: “A mãe dos filhos de Zebedeu . . . [disse a Jesus]: Concede que estes meus dois filhos se sentem, um à tua direita e outro à tua esquerda, no teu reino. Jesus, porém, replicou: . . . O meu cálice certamente haveis de beber; mas o sentar-se à minha direita e à minha esquerda, não me pertence concedê-lo; mas isso é para aqueles para quem está preparado por meu Pai.” (Quão estranho, se, segundo se afirma, Jesus é Deus! Estava Jesus respondendo aqui meramente segundo a sua “natureza humana”? Se, segundo dizem os trinitários, Jesus era realmente “Deus-homem” — ambos, isto é, Deus e homem, não um ou outro — seria, na verdade, lógico recorrer ele a tal explicação? Não mostra Mateus 20:23, ao contrário, que o Filho não é igual ao Pai, que o Pai reservou para si certas prerrogativas?)


Mat. 12:31, 32, ALA: “Todo pecado e blasfêmia serão perdoados aos homens; mas a blasfêmia contra o Espírito não será perdoada. Se alguém proferir alguma palavra contra o Filho do homem ser-lhe-á isso perdoado; mas se alguém falar contra o Espírito Santo, não lhe será isso perdoado, nem neste mundo nem no porvir.” (Se o Espírito Santo fosse uma pessoa e fosse Deus, este texto estaria contradizendo terminantemente a doutrina da Trindade, pois significaria de alguma forma que o Espírito Santo é maior do que o Filho. Ao invés, o que Jesus disse mostra que o Pai, de quem é o “Espírito”, é maior do que Jesus, o Filho do homem.)


João 14:28, ALA: “[Jesus disse:] Se me amásseis, alegrar-vos-íeis de que eu vá para o Pai, pois o Pai é maior do que eu.”


1 Cor. 11:3, ALA: “Quero . . . que saibais ser Cristo o cabeça de todo homem, e o homem o cabeça da mulher, e Deus o cabeça de Cristo.” (Claramente, pois, Cristo não é Deus, e Deus é superior a Cristo. Deve-se notar que isto foi escrito em cerca de 55 EC, uns 22 anos depois de Jesus voltar ao céu. Portanto, a verdade expressa aqui aplica-se à relação de Deus e de Cristo nos céus.)


1 Cor. 15:27, 28, ALA: “Todas as cousas [Deus] sujeitou debaixo dos seus pés [de Jesus]. E quando diz que todas as cousas lhe estão sujeitas, certamente exclui aquele que tudo lhe subordinou. Quando, porém, todas as cousas lhe estiverem sujeitas, então o próprio Filho também se sujeitará àquele que todas as cousas lhe sujeitou, para que Deus seja tudo em todos.”


Tanto a palavra hebraica Shad‧daí como a palavra grega Pan‧to‧krá‧tor são traduzidas “Todo-poderoso”. Ambas as palavras no idioma original são repetidamente aplicadas a Jeová, o Pai. (Êxo. 6:3; Rev. 19:6) Nenhuma dessas expressões é jamais aplicada, quer ao Filho, quer ao espírito santo.


Ensina a Bíblia que cada um dos que se diz serem parte da Trindade é Deus?


Jesus disse em oração: “Pai, . . . a vida eterna é esta: que te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste.” (João 17:1-3, ALA; grifo acrescentado.) (A maioria das traduções usa aqui a expressão “o único Deus verdadeiro” com referência ao Pai. NE reza “que somente tu és verdadeiramente Deus”. Pode alguém ser “o único Deus verdadeiro”, “somente [ele ser] verdadeiramente Deus”, se houver mais dois outros que são Deus no mesmo grau que ele? Quaisquer outros referidos por “deuses” devem ser ou falsos ou meramente um reflexo do verdadeiro Deus.)


1 Cor. 8:5, 6, ALA: “Ainda que há também alguns que se chamem deuses, quer no céu, ou sobre a terra, como há muitos deuses e muitos senhores, todavia, para nós há um só Deus, o Pai, de quem são todas as cousas e para quem existimos; e um só Senhor, Jesus Cristo, pelo qual são todas as cousas, e nós também por ele.” (Aqui o Pai é apresentado como o “um só Deus” dos cristãos e como estando numa classe distinta de Jesus Cristo.)


1 Ped. 1:3, ALA: “Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo.” (Repetidas vezes, mesmo após a ascensão de Jesus aos céus, as Escrituras se referem ao Pai como “o Deus” de Jesus Cristo. Em João 20:17, após a ressurreição de Jesus, ele próprio falou a respeito do Pai como “meu Deus”. Mais tarde, quando estava no céu, segundo registrado em Revelação 3:12, ele usou novamente a mesma expressão. Mas nunca se diz na Bíblia que o Pai se refira ao Filho como “meu Deus”, tampouco o Pai ou o Filho se referem ao espírito santo como “meu Deus”.)


Para comentários sobre textos bíblicos usados por alguns no empenho de provar que Cristo é Deus, veja as páginas 212-217, sob o tópico “Jesus Cristo”.


Em Theological Investigations, o jesuíta Karl Rahner admite: “Θεός [Deus] até agora nunca é usado para o Espírito”, e: “ο θεός [literalmente, o Deus] nunca é usado no Novo Testamento para se falar do πνεῦμα ἅγιον [espírito santo]”. — (Baltimore, Md., EUA; 1961), traduzido do alemão, Vol. I, pp. 138, 143.


Será que quaisquer dos textos bíblicos usados pelos trinitários em apoio de sua crença provêem base sólida para esse dogma?


A pessoa que realmente procura conhecer a verdade a respeito de Deus não vai pesquisar a Bíblia na esperança de encontrar um texto que possa interpretar como se enquadrando naquilo que já crê. Desejará saber o que a própria Palavra de Deus diz. Talvez encontre algumas passagens que acha que podem ser entendidas de mais de uma forma, mas, quando essas são comparadas com outras declarações bíblicas sobre o mesmo assunto, o significado de tais passagens se torna claro. Deve-se notar, já de início, que a maioria dos textos usados como “prova” da Trindade menciona na realidade apenas duas pessoas, não três; portanto, mesmo que a explicação trinitária dos textos fosse correta, tais textos não provariam que a Bíblia ensina a Trindade. Considere o seguinte:


(A menos que se indique outra fonte, todos os textos citados na parte que se segue são da ALA.)


Textos em que um título que pertence a Jeová é aplicado a Jesus Cristo ou que se afirma que é aplicado a Jesus.


Alfa e Ômega: A quem pertence corretamente este título? (1) Em Revelação 1:8, diz-se que pertence a Deus, o Todo-poderoso. No versículo 11 , segundo Tr, ed. 1883, esse título é aplicado àquele cuja descrição subseqüente revela ser Jesus Cristo. Mas os eruditos reconhecem que a referência ao Alfa e Ômega, ou “o A e o Z”, na By, no versículo 11 , é espúria e, portanto, não aparece nas versões Al, ALA, BJ, So, PIB. (2) Muitas traduções de Revelação para o hebraico reconhecem que aquele que é descrito no versículo 8  é Jeová, de modo que restauram ali o nome pessoal de Deus. Veja NM, edição com referências, de 1984, em inglês. (3) Revelação 21:6, 7 indica que os cristãos que são vencedores espirituais serão ‘filhos’ daquele conhecido como o Alfa e o Ômega. Referente aos cristãos ungidos pelo espírito, nunca se diz isso da sua relação com Jesus Cristo. Jesus falou a respeito deles como seus ‘irmãos’. (Heb. 2:11; Mat. 12:50; 25:40) Mas esses ‘irmãos’ de Jesus são mencionados como “filhos de Deus”. (Gál. 3:26; 4:6) (4) Em Revelação 22:12, BLH insere o nome Jesus, de modo que se faz com que a referência a Alfa e Ômega no versículo 13  pareça aplicar-se a Jesus. Mas o nome Jesus não aparece ali no grego, e outras traduções não o incluem. (5) Em Revelação 22:13, diz-se também que o Alfa e o Ômega é “o primeiro e o último”, expressão esta que é aplicada a Jesus, em Revelação 1:17, 18. Similarmente, a expressão “apóstolo” é aplicada tanto a Jesus Cristo como a certos de seus seguidores. Mas será que isso prova que sejam a mesma pessoa ou que sejam de posição igual? (Heb. 3:1) De modo que a evidência leva à conclusão de que o título “Alfa e Ômega” se aplica ao Deus Todo-poderoso, o Pai, não ao Filho.


Salvador: Repetidas vezes as Escrituras mencionam Deus como Salvador. Em Isaías 43:11, Deus até mesmo diz: “Fora de mim não há salvador.” Visto que Jesus também é mencionado como Salvador, são Deus e Jesus a mesma pessoa? De forma alguma. Tito 1:3, 4 fala de “Deus, nosso Salvador”, e depois dos dois, de “Deus Pai e de Cristo Jesus nosso Salvador”. Portanto, ambas as pessoas são os salvadores. Judas 25 mostra a relação, dizendo: “Deus, nosso Salvador, mediante Jesus Cristo, Senhor nosso.” (Grifo acrescentado.) (Veja também Atos 13:23.) Em Juízes 3:9, a mesma palavra hebraica (moh‧shí‧a‛, vertida “salvador” ou “libertador”) que é usada em Isaías 43:11 é aplicada a Otniel, um juiz de Israel, mas isso certamente não fez com que Otniel fosse Jeová, não é verdade? Uma leitura de Isaías 43:1-12 mostra que o  versículo 11 significa que só Jeová é Aquele que proveu a salvação, ou libertação, a Israel; essa salvação não veio de nenhum dos deuses das nações circunvizinhas.


Deus: Em Isaías 43:10, Jeová diz: “Antes de mim deus nenhum se formou e depois de mim nenhum haverá.” Significa isso que, porque Jesus Cristo é profeticamente chamado de “Deus forte”, em Isaías 9:6, Jesus é forçosamente Jeová? Novamente, o contexto responde que Não! Nenhuma das nações gentias idólatras formou um deus antes de Jeová, porque ninguém existiu antes de Jeová. Tampouco formariam num tempo futuro um deus real, vivo, que pudesse profetizar. (Isa. 46:9, 10) Mas isso não quer dizer que Jeová jamais causasse que existisse alguém que fosse corretamente mencionado como sendo um deus. (Sal. 82:1, 6; João 1:1, NM) Em Isaías 10:21, Jeová é mencionado como sendo “Deus forte”, assim como Jesus o é em Isaías 9:6; mas só Jeová é chamado “Deus Todo-poderoso”. — Gên. 17:1.


Se se encontrar um título ou uma frase descritiva em mais de um lugar nas Escrituras, não se deve jamais concluir precipitadamente que tem de referir-se sempre à mesma pessoa. Tal raciocínio levaria à conclusão de que Nabucodonosor era Jesus Cristo, porque ambos foram chamados de “rei dos reis” (Dan. 2:37; Rev. 17:14); e de que os discípulos de Jesus eram na verdade Jesus Cristo, porque tanto os discípulos como ele foram chamados “a luz do mundo”. (Mat. 5:14; João 8:12) Devemos sempre considerar o contexto e quaisquer outras ocorrências na Bíblia onde aparece a mesma expressão.


Passagens das Escrituras Hebraicas, que claramente se aplicam a Jeová, mas que os inspirados escritores bíblicos aplicaram a Jesus Cristo.


Por que é que João 1:23 cita Isaías 40:3 e o aplica àquilo que João, o Batizador, fez ao preparar o caminho para Jesus Cristo, quando o assunto em consideração em Isaías 40:3 é a preparação do caminho diante de Jeová? Porque Jesus representou a seu Pai. Ele veio no nome de seu Pai e tinha a garantia de que seu Pai estava sempre com ele, pois fazia as coisas que agradavam a seu Pai. — João 5:43; 8:29.


Por que Hebreus 1:10-12 cita o Salmo 102:25-27 e o aplica ao Filho, quando o salmo diz ser este dirigido a Deus? Porque o Filho é aquele por meio de quem Deus executou suas obras de criação descritas aqui pelo salmista. (Veja Colossenses 1:15, 16; Provérbios 8:22, 27-30.) Seja notado que em Hebreus 1:5b se cita de 2 Samuel 7:14, e isto é aplicado ao Filho de Deus. Embora esse texto tenha a sua primeira aplicação a Salomão, a aplicação posterior dele a Jesus Cristo não significa que Salomão e Jesus sejam a mesma pessoa. Jesus é “maior do que Salomão” e executa uma obra prefigurada por Salomão. — Luc. 11:31.


Textos bíblicos que mencionam juntos o Pai, o Filho e o Espírito Santo.


Mateus 28:19 e 2 Coríntios 13:14 são exemplos disso. Nenhum desses textos diz que o Pai, o Filho e o Espírito Santo são coiguais, coeternos ou que todos são Deus. A evidência bíblica, já apresentada nas páginas 400-404, argumenta contra atribuir por inferência tais idéias a esses textos.


A Cyclopedia of Biblical, Theological, and Ecclesiastical Literature, de McClintock e Strong, embora defenda a doutrina da Trindade, reconhece o seguinte a respeito de Mateus 28:18-20: “Este texto, porém, considerado isoladamente, não provaria de modo decisivo nem a personalidade dos três sujeitos mencionados, nem sua igualdade ou divindade.” (Reimpressão de 1981, Vol. X, p. 552) Com respeito a outros textos que também mencionam os três juntos, esta Cyclopedia admite que, considerados isoladamente, são “insuficientes” para provar a Trindade. (Compare com 1 Timóteo 5:21, onde Deus e Cristo e os anjos são mencionados juntos.)


Textos das Escrituras Hebraicas em que nomes no plural são aplicados a Deus.


Em Gênesis 1:1 o título “Deus” é traduzido de ’Elo‧hím, que é plural em hebraico. Os trinitários interpretam que isto indica a Trindade. Explicam também que Deuteronômio 6:4 (ALA) dá a entender a unidade dos membros da Trindade, dizendo: “O SENHOR nosso Deus [traduzido de ’Elo‧hím] é o único SENHOR.”


O plural aqui do nome em hebraico é o plural majestático ou de excelência. (Veja o Dicionário Bíblico da NAB, Edição de St. Joseph, p. 330, em inglês; também a New Catholic Encyclopedia, de 1967, Vol. V, p. 287.) Não dá a idéia de pluralidade de pessoas numa deidade. Nesse mesmo estilo, quando em Juízes 16:23 se faz referência ao falso deus Dagom, emprega-se uma forma do título ’elo‧hím; o verbo acompanhante está no singular, o que indica que se refere a apenas um deus. Em Gênesis 42:30, fala-se de José como “senhor” (’adho‧néh, o plural majestático) do Egito.


O idioma grego não possui ‘plural majestático ou de excelência’. Portanto, em Gênesis 1:1, os tradutores da LXX empregaram ho The‧ós (Deus, no singular) como equivalente a ’Elo‧hím. Em Marcos 12:29, onde se reproduz uma resposta de Jesus em que ele citou Deuteronômio 6:4, emprega-se similarmente o singular ho The‧ós, em grego.


Em Deuteronômio 6:4, o texto hebraico contém duas vezes o Tetragrama, e, portanto, deve rezar mais adequadamente: “Jeová, nosso Deus, é um só Jeová.” (NM) A nação de Israel, a quem isto foi dito, não acreditava na Trindade. Os babilônios e os egípcios adoravam tríades de deuses, mas esclareceu-se a Israel que Jeová é diferente.


Textos dos quais a pessoa pode tirar mais de uma conclusão, dependendo da tradução da Bíblia que for usada.


Se uma passagem pode ser gramaticalmente traduzida de mais de um modo, qual é a tradução certa? Aquela que estiver de acordo com o resto da Bíblia. Se uma pessoa desconsidera outras partes da Bíblia e alicerça sua crença numa versão favorita de determinado versículo, então aquilo que crê reflete na realidade, não a Palavra de Deus, mas as suas próprias idéias e talvez as de outro humano imperfeito.


João 1:1, 2:


ALA reza: “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus.” (Al, So, BJ, IBB usam fraseologia similar.) Entretanto, NM reza: “No princípio era a Palavra, e a Palavra estava com o Deus, e a Palavra era um deus. Este estava no princípio com o Deus.”


Que tradução de João 1:1, 2 está de acordo com o contexto? João 1:18 (ALA) diz: “Ninguém jamais viu a Deus.” O versículo 14  diz claramente que “o Verbo se fez carne, e habitou entre nós . . . vimos a sua glória”. Também, os versículos 1, 2  dizem que no princípio ele estava “com Deus”. Pode alguém estar com uma pessoa e ao mesmo tempo ser essa pessoa? Em João 17:3, Jesus dirige-se ao Pai, dizendo que este é o “único Deus verdadeiro”; portanto, Jesus, como “um deus”, meramente reflete as qualidades divinas de seu Pai. — Heb. 1:3.


Está de acordo com as regras da gramática grega a tradução “um deus”? Alguns livros de referência argumentam fortemente que o texto grego deve ser traduzido: “O Verbo era Deus.” Mas nem todos concordam com isso. Philip B. Harner, no seu artigo “Substantivos Predicativos Anartros Qualificativos: Marcos 15:39 e João 1:1”, disse que cláusulas tais como a de João 1:1, “com um predicativo anartro precedendo ao verbo, têm primariamente sentido qualificativo. Indicam que o logos tem a natureza de theos.” Ele sugere: “A cláusula poderia talvez ser traduzida: ‘o Verbo tinha a mesma natureza de Deus.’” (Journal of Biblical Literature, 1973, pp. 85, 87) Assim, neste texto, o fato de a palavra the‧ós, na sua segunda ocorrência, estar sem o artigo definido (ho) e de estar colocado antes do verbo, na sentença, é de importância no grego. É interessante notar que os tradutores que insistem em verter João 1:1: “O Verbo era Deus”, não hesitam em usar o artigo indefinido (um, uma) na sua tradução de outras passagens onde ocorre um substantivo predicativo anartro singular antes do verbo. Assim, em João 6:70, tanto a BJ como o NTI se referem a Judas Iscariotes como “um demônio”, e em João 9:17 descrevem Jesus como “um profeta”.


O jesuíta John L. McKenzie diz no seu Dictionary of the Bible: “João 1:1 deve ser rigorosamente traduzido ‘o verbo estava com o Deus [= o Pai], e o verbo era um ser divino’.” — (Os colchetes são dele. Publicado com o nihil obstat e o imprimatur.) (Nova Iorque, 1965), p. 317.


Em harmonia com o acima, AT reza: “o Verbo era divino”; Mo: “o Logos era divino”; NTIV: “o verbo era um deus”. Ludwig Thimme, na sua tradução alemã, o expressa do seguinte modo: “E Deus de alguma sorte era a Palavra.” Referir-se ao Verbo, ou Palavra, (que se tornou Jesus Cristo) como “um deus” é coerente com o uso desse termo no resto das Escrituras. Por exemplo, no Salmo 82:1-6, os juízes humanos em Israel foram referidos como “deuses” (em hebraico, ’elohím; em grego, the‧oí, em João 10:34) porque eram representantes de Jeová e tinham de falar da Sua lei.


Veja também o apêndice da NM, edição com referências, de 1984, p. 1579, em inglês.


João 8:58:


ALA reza: “Respondeu-lhes Jesus: Em verdade, em verdade eu vos digo: Antes que Abraão existisse, eu sou [grego, e‧gó ei‧mí].” (IBB, So, MC, CBC, BV rezam todas “eu sou”, algumas versões até mesmo empregam letras maiúsculas para dar a idéia de título. Assim, procuram ligar essa expressão com a de Êxodo 3:14, onde, segundo algumas de tais versões, Deus se refere a si mesmo pelo título “Eu Sou”.) Entretanto, na NM, a última parte de João 8:58 reza: “Antes de Abraão vir à existência, eu tenho sido.” (A mesma idéia é transmitida pela fraseologia de ABV e NTV.)


Que tradução concorda com o contexto? A pergunta dos judeus (versículo 57 ) à qual Jesus respondeu tinha que ver com a idade, não com a identidade. A resposta de Jesus logicamente tinha que ver com a sua idade, com a extensão de sua existência. É interessante notar que não se faz jamais esforço de aplicar e‧gó ei‧mí ao espírito santo como título.


Diz A Grammar of the Greek New Testament in the Light of Historical Research, de A. T. Robertson: “O verbo [ei‧mí] . . . Às vezes expressa existência qual predicado, assim como qualquer outro verbo, como em [e‧gó ei‧mí] (Jo. 8:58).” — Nashville, Tenn., EUA; 1934, p. 394.


Veja também o apêndice da NM, edição com referências, de 1984, pp. 1582, 1583, em inglês.


Atos 20:28:


So reza: “Atendei a vós mesmos e a todo o rebanho, sobre que o Espírito Santo vos constituiu bispos, para governardes a Igreja de Deus, que ele adquiriu com o seu próprio sangue.” (Al, CBC, IBB usam fraseologia similar.) Mas, na NM, a parte final do versículo reza: “com o sangue do seu próprio [Filho]”. (BJ reza de modo similar. Também BLH, BF, BMD rezam “por meio do sangue do seu próprio Filho”.)


Que tradução(ões) concorda(m) com 1 João 1:7, que diz: “O sangue de Jesus, seu Filho [de Deus], purifica-nos de todo o pecado”? (Veja também Revelação 1:4-6.) Segundo expresso em João 3:16, enviou Deus a seu Filho unigênito, ou ele próprio veio como homem, para que tenhamos vida? Não foi o sangue de Deus, mas o de seu Filho que foi derramado.


Veja também o apêndice da NM, edição com referências, de 1984, p. 1580, em inglês.


Romanos 9:5:


BJ reza: “Aos quais pertencem os patriarcas, e dos quais descende o Cristo, segundo a carne, que é, acima de tudo, Deus bendito pelos séculos! Amém.” (Al, So rezam de modo similar.) Mas, na NM, a parte final do versículo reza: “de quem procedeu o Cristo segundo a carne: Deus, que é sobre todos, seja bendito para sempre. Amém”. (ABV, NTV usam fraseologia similar à da NM.)


Diz este versículo que Cristo é “acima de tudo” e que, por conseguinte, é Deus? Ou refere-se a Deus e a Cristo como pessoas distintas e diz que Deus é “acima de tudo”? Que tradução de Romanos 9:5 concorda com Romanos 15:5, 6, que primeiro distingue Deus de Cristo Jesus e daí insta com os leitores para que ‘glorifiquem ao Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo’? (Veja também 2 Coríntios 1:3 e Efésios 1:3.) Considere o que se segue em Romanos, capítulo 9. Os versículos 6-13  mostram que o cumprimento do propósito de Deus não depende da herança segundo a carne, mas da vontade de Deus. Os versículos 14-18  fazem referência à mensagem de Deus a Faraó, segundo registrada em Êxodo 9:16, para sublinhar o fato de que Deus é acima de tudo. Nos versículos 19-24  a superioridade de Deus é ilustrada adicionalmente por meio de uma analogia com um oleiro e os vasos de barro que ele faz. Quão apropriada é, pois, a expressão no versículo 5  : “Deus, que é sobre todos, seja bendito para sempre. Amém”! — NM.


The New International Dictionary of New Testament Theology diz: “Rom. 9:5 é contestado. . . . Seria fácil e perfeitamente possível em sentido lingüístico aplicar essa expressão a Cristo. O versículo, então, rezaria: ‘Cristo, que é Deus sobre todos, bendito para sempre. Amém.’ Mesmo assim, Cristo não seria absolutamente igualado a Deus, mas apenas descrito como sendo de natureza divina, pois a palavra theos está sem artigo. . . . A explicação muito mais provável é que essa declaração é uma doxologia dirigida a Deus.” — (Grand Rapids, Mich., EUA; 1976), traduzido do alemão, Vol. 2, p. 80.


Veja também o apêndice da NM, edição com referências, de 1984, pp. 1580, 1581, em inglês.


Filipenses 2:5, 6:


ALA reza: “Tende em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus, pois ele, subsistindo em forma de Deus não julgou como usurpação o ser igual a Deus.” (So usa fraseologia semelhante. IBB reza: “não considerou o ser igual a Deus coisa a que se devia aferrar”.) Mas, na NM, a parte final dessa passagem reza: “o qual, embora existisse em forma de Deus, não deu consideração a uma usurpação [grego, har‧pagmón], a saber, que devesse ser igual a Deus”. (RS, NE, TEV, NAB transmitem a mesma idéia.)


Que idéia concorda com o contexto? O  versículo 5 aconselha os cristãos a imitar a Cristo no assunto considerado aqui. Poderiam eles ser instados a não considerar o “ser igual a Deus” como “uma usurpação”, mas um direito que lhes cabe? Certamente que não! Mas podem imitar aquele que “não deu consideração a uma usurpação, a saber, que devesse ser igual a Deus”. (NM) (Compare com Gênesis 3:5.) Esta última tradução concorda também com o próprio Jesus Cristo, que disse: “O Pai é maior do que eu.” — João 14:28.


The Expositor’s Greek Testament diz: “Não conseguimos encontrar nenhuma passagem onde [har‧pá‧zo], ou qualquer palavra derivada dela [incluindo har‧pag‧món], tem o sentido de ‘ter posse’, ‘reter’. Parece significar invariavelmente ‘apoderar-se’, ‘arrancar violentamente’. Portanto, não se pode transformar o verdadeiro sentido de ‘apossar-se’ para um totalmente diferente, para o de ‘apegar-se’.” — (Grand Rapids, Mich., EUA; 1967), editado por W. Robertson Nicoll, Vol. III, pp. 436, 437.


Colossenses 2:9


Al reza: “Nele [Cristo] habita corporalmente toda a plenitude da divindade [grego, the‧ó‧te‧tos].” (Uma idéia similar é transmitida nas versões IBB, BJ, So, MC.) Todavia, NM reza: “É nele que mora corporalmente toda a plenitude da qualidade divina.” (BLH reza “natureza de Deus”, em vez de “Divindade”. Compare com 2 Pedro 1:4.)


Admite-se que nem todos dão a mesma interpretação a Colossenses 2:9. Mas o que está de acordo com o resto da carta inspirada aos colossenses? Possuía Cristo em si algo que era dele por ser ele Deus e parte de uma Trindade? Ou é “a plenitude” que reside nele algo que veio a ser dele por causa da decisão de outra pessoa? Colossenses 1:19 (Al, So) diz que toda a plenitude residia em Cristo porque “foi do agrado do Pai” que assim fosse. Ne diz que “o Pai quis”.


Considere o contexto imediato de Colossenses 2:9: No versículo 8 , os leitores são advertidos para não serem desencaminhados pelos que ensinam filosofia e tradições humanas. Diz-se-lhes também que em Cristo “todos os tesouros da sabedoria e do conhecimento estão ocultos”, e insta-se com eles para que ‘andem nele’, sejam “nele radicados e edificados, e confirmados na fé”. (Versículos 3, 6, 7 . É nele, e não nos originadores ou instrutores de filosofia humana, que reside uma “plenitude” preciosa. Dizia o apóstolo Paulo ali que a “plenitude” que estava em Cristo fez com que Cristo fosse o próprio Deus? Não segundo Colossenses 3:1, onde se diz que Cristo está “assentado à direita de Deus”. — Veja ALA, IBB, BJ, So.


Segundo o Greek-English Lexicon, de Liddell e Scott, the‧ó‧tes (a forma nominativa, da qual the‧ó‧te‧tos se derivou) significa “divindade, natureza divina”. (Oxford, Inglaterra, 1968, p. 792) O fato de Jesus ser verdadeiramente “divindade”, ou de “natureza divina”, não faz com que ele como Filho de Deus seja coigual e coeterno com o Pai, assim como o fato de todos os humanos fazerem parte da “humanidade” ou da “natureza humana” não faz com que sejam coiguais ou todos da mesma idade.


Tito 2:13:


IBB reza: “Aguardando a bem-aventurada esperança e o aparecimento da glória do nosso grande Deus e Salvador Cristo Jesus.” (ABV, PIB, BJ usam fraseologia similar.) Entretanto, NM reza: “ao passo que aguardamos a feliz esperança e a gloriosa manifestação do grande Deus e do Salvador de nós, Cristo Jesus.” (NAB traduz de modo similar.)


Que tradução concorda com Tito 1:4, que faz menção de “Deus Pai e de Cristo Jesus nosso Salvador”? Embora as Escrituras também se refiram a Deus como Salvador, este texto faz claramente distinção entre ele e Cristo Jesus, aquele por meio de quem Deus provê a salvação.


Alguns argumentam que Tito 2:13 indica que Cristo é tanto Deus como Salvador. É interessante notar que ALA, ABV, PIB, BJ vertem Tito 2:13 de tal forma que pode ser interpretado como dando margem a esse conceito, mas não seguem a mesma regra na tradução de 2 Tessalonicenses 1:12. Henry Alford, em The Greek Testament, diz: “Eu sugeriria que [uma tradução que claramente diferencia Deus e Cristo, em Tito 2:13] satisfaz todos os requisitos gramaticais da sentença: que isto é tanto estrutural como contextualmente mais provável e está mais de acordo com o modo de escrever do Apóstolo.” — (Boston, EUA, 1877), Vol. III, p. 421.


Veja também o apêndice da NM, edição com referências, de 1984, pp. 1581, 1582, em inglês.


Hebreus 1:8:


IBB reza: “Do Filho diz: O teu trono, ó Deus, subsiste pelos séculos dos séculos.” (Al, ALA, ABV, BJ, So, BMD vertem de modo similar.) Todavia, NM reza: “Com referência ao Filho: ‘Deus é o teu trono para todo o sempre.’” (AT, Mo, TC, By transmitem a mesma idéia.)


Que tradução está em harmonia com o contexto? Os versículos precedentes dizem que Deus está falando, não que se esteja falando a ele; e o versículo seguinte usa a expressão “Deus, o teu Deus”, mostrando que aquele a quem se fala não é o Deus Altíssimo, mas é adorador desse Deus. Hebreus 1:8 cita do Salmo 45:6, que originalmente foi dirigido a um rei humano de Israel. Obviamente, o escritor bíblico deste salmo não pensava que esse rei humano fosse o Deus Todo-poderoso. Antes, o Salmo 45:6, na MC, diz: “O teu trono, como o trono de Deus.” (BJ [versículo 7] diz: “Teu trono é de Deus.”) Diz-se que Salomão, que é bem provavelmente o rei a quem o Salmo 45 foi dirigido originalmente, se sentou “no trono de Jeová”. (1 Crô. 29:23, NM) Em harmonia com o fato de que Deus é o “trono”, ou a Fonte e o Sustentador da realeza de Cristo, Daniel 7:13, 14 e Lucas 1:32 mostram que Deus lhe confere tal autoridade.


Hebreus 1:8, 9 cita do Salmo 45:6, 7, relativo ao qual o erudito bíblico B. F. Westcott diz: “A LXX. admite dois modos de verter: [ho the‧ós] pode ser considerado um vocativo em ambos os casos (Teu trono, ó Deus, . . . portanto, ó Deus, Teu Deus . . . ) ou pode ser considerado o sujeito (ou o predicado) no primeiro caso (Deus é Teu Trono, ou Teu trono é Deus . . . ), e um aposto de [ho the‧ós sou] no segundo caso, (Portanto, Deus, o Teu Deus . . . ) . . . É bem improvável que [’Elo‧hím] no original fosse dirigido ao rei. A conclusão a que se chega, pois, é contra a crença de que [ho the‧ós] seja um vocativo na LXX. Assim, de modo geral, parece melhor adotar na primeira oração a tradução: Deus é Teu trono (ou: Teu trono é Deus), isto é, ‘Teu reino funda-se em Deus, a Rocha inabalável’.” — The Epistle to the Hebrews (Londres, 1889), pp. 25, 26.


1 João 5:7, 8:


Al reza: “Porque três são os que testificam no céu: o Pai, a Palavra, e o Espírito Santo; e estes três são um. E três são os que testificam na terra: o Espírito, e a água e o sangue; e estes três concordam num.” (So também inclui esta passagem trinitária.) Entretanto, NM não inclui as palavras “no céu: o Pai, a Palavra, e o Espírito Santo; e estes três são um. E três são os que testificam na terra.” (PIB, BV, CBC, LR também excluem a passagem trinitária.)


A respeito desta passagem trinitária, o crítico textual F. H. A. Scrivener escreveu: “Não precisamos hesitar em declarar a nossa convicção de que as palavras controvertidas não foram escritas por São João: que foram originalmente transpostas da margem para as cópias latinas na África, onde haviam sido colocadas como nota explicativa pia e ortodoxa referente ao versículo 8  : que, do latim, penetraram em dois ou três códices gregos posteriores, e daí no texto impresso em grego, lugar a que não tinham nenhum direito.” — A Plain Introduction to the Criticism of the New Testament (Cambridge, 1883, terceira ed.), p. 654.


Uma nota ao pé da página da BJ diz que “o texto dos vv. 7-8  [a passagem trinitária] está acrescido na Vulg. de um inciso . . . ausente nos antigos mss. gregos, nas antigas versões e nos melhores mss. da Vulg., e que parece ser uma glosa marginal introduzida posteriormente no texto.” — Edições Paulinas de 1981, S. Paulo, Brasil, p. 1597.


A obra A Bíblia Explicada diz: “Nos versículos 7, 8  devemos omitir as seguintes palavras: “No céu, o Pai, a Palavra, e o Espírito Santo; e estes três são um. E três são os que testificam na terra”, por não se encontrarem nos melhores manuscritos.” — S. E. McNair (Casa Publ. Assembl. Deus, Rio de Janeiro, Brasil, 1985), p. 489.


Veja também o apêndice da NM, edição com referências, de 1984, p. 1580, em inglês.


Outros textos que os trinitários dizem que expressam elementos do seu dogma.


Note que o primeiro destes textos se refere apenas ao Filho; o outro a ambos, o Pai e o Filho; nem um nem outro menciona o Pai, o Filho e o Espírito Santo, tampouco diz que constituem um só Deus.


João 2:19-22:


Pelo que Jesus disse aqui, queria ele dizer que ressuscitaria a si próprio dentre os mortos? Significa isso que Jesus é Deus, visto que Atos 2:32 diz: “A este Jesus Deus ressuscitou”? De forma alguma. Tal ponto de vista estaria em conflito com Gálatas 1:1, que atribui a ressurreição de Jesus ao Pai, não ao Filho. Mediante uma expressão similar, em Lucas 8:48, Jesus é citado dizendo a uma mulher: “A tua fé te salvou.” Curou ela a si própria? Não; foi o poder de Deus, por intermédio de Cristo, que a curou porque ela tinha fé. (Luc. 8:46; Atos 10:38) Da mesma forma, Jesus, pela sua perfeita obediência como homem, proveu a base moral para que o Pai o ressuscitasse dentre os mortos, reconhecendo assim a Jesus como Filho de Deus. Por causa de seu proceder fiel na vida, podia-se dizer corretamente que Jesus foi ele próprio responsável pela sua ressurreição.


Diz A. T. Robertson em Word Pictures in the New Testament: “Relembre [João] 2:19 onde Jesus disse: ‘E em três dias o levantarei.’ Ele não queria dizer que ressuscitaria a si próprio dentre os mortos independente do Pai como agente ativo (Rom. 8:11).” — (Nova Iorque, 1932), Vol. V, p. 183.


João 10:30:


Ao dizer: “Eu e o Pai somos um”, queria Jesus dizer que eles eram iguais? Alguns trinitários dizem que sim. Mas, em João 17:21, 22, Jesus orou a respeito de seus seguidores: “A fim de que todos sejam um”, e acrescentou: “para que sejam um, como nós o somos”. Usou a mesma palavra grega (hen) para “um” em todos estes casos. Obviamente, os discípulos de Jesus não se tornam todos parte da Trindade. Mas participam sim da união de propósito com o Pai e com o Filho, a mesma espécie de união que une Deus e Cristo.


Em que posição coloca a crença da Trindade os que se apegam a ela?


Coloca-os numa posição muito perigosa. É incontestável a evidência de que o dogma da Trindade não se encontra na Bíblia, tampouco está em harmonia com o que a Bíblia ensina. (Veja as páginas precedentes.) Apresenta uma imagem flagrantemente deturpada do verdadeiro Deus. Contudo, Jesus Cristo disse: “Vem a hora, e já chegou, quando os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque são estes que o Pai procura para seus adoradores. Deus é espírito; e importa que os seus adoradores o adorem em espírito e em verdade.” (João 4:23, 24) Assim, Jesus tornou claro que aqueles cuja adoração não é “em verdade”, que não está em harmonia com a verdade apresentada na própria Palavra de Deus, não são “verdadeiros adoradores”. Jesus disse aos líderes religiosos judaicos do primeiro século: “Por causa da vossa tradição invalidastes a palavra de Deus. Hipócritas! bem profetizou Isaías a vosso respeito, dizendo: Este povo honra-me com os lábios; o seu coração, porém, está longe de mim. Mas em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos de homens.” (Mat. 15:6-9, IBB) Isso se aplica com força igual aos dentro da cristandade hoje que ensinam tradições humanas em preferência às verdades claras da Bíblia.


Quanto à Trindade, o Credo de Atanásio diz (em português) que cada um dos membros é “imenso” (ilimitado). Os que ensinam essa doutrina amiúde dizem que é um “mistério”. Obviamente tal Deus trinitário não é aquele que Jesus tinha em mente quando disse: “Adoramos o que conhecemos.” (João 4:22, IBB) Conhece realmente o Deus que adora?


Cada um de nós confronta-se com perguntas sérias: Será que amamos sinceramente a verdade? Queremos realmente uma relação aprovada com Deus? Nem todos amam genuinamente a verdade. Muitos colocam a aprovação de seus parentes e amigos acima do amor à verdade e a Deus. (2 Tes. 2:9-12; João 5:39-44) Mas, conforme Jesus disse numa oração fervorosa a seu Pai celestial: “Isto significa vida eterna, que absorvam conhecimento de ti, o único Deus verdadeiro, e daquele que enviaste, Jesus Cristo.” (João 17:3, NM) E o Salmo 144:15 declara verazmente: “Feliz o povo cujo Deus é Jeová!” — NM.

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